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Subidas superiores a 1% da banca animam PSI-20

Pesos pesados da bolsa nacional também contribuem para a subida do índice. Bolsas europeias estão a reagir em alta às decisões da Reserva Federal norte-americana.

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Rita Faria afaria@negocios.pt 19 de Dezembro de 2013 às 08:19
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A bolsa nacional iniciou a sessão de hoje em terreno positivo com o PSI-20 a valorizar 0,91% para os 6.458,57 pontos. O índice português acompanha a tendência dos pares europeus, que estão a reagir positivamente às decisões anunciadas ontem, quarta-feira, pela Reserva Federal norte-americana.

 

A impulsionar o PSI-20 estão os títulos do sector financeiro e também os pesos pesados da bolsa nacional.

 

O BCP sobe 2,65% para os 0,155 euros, o BES valoriza 1,12% para os 0,99 euros e o BPI ganha 1,29% para 1,175 euros. Já o Banif aprecia 1,08% para 0,0094 euros. Estes títulos estão ainda a beneficiar do acordo alcançado esta madrugada pelos ministros das Finanças europeus sobre a união bancária, destinada a evitar uma nova crise na Zona Euro.

 

No retalho, a Jerónimo Martins valoriza 1,60% para 14,185 euros e a Sonae ganha 0,29% para 1,04 euros. Já no sector energético, a Galp Energia aprecia 0,85% para 11,875 euros, a EDP sobe 0,46% para 2,634 euros e a EDP Renováveis ganha 0,27% para 3,77 euros.

 

No sector das telecomunicações, a Portugal Telecom ganha 0,47% para 3,225 euros, a Sonaecom aprecia 0,39% para os 2,59 euros e a Zon Optimus regista uma valorização de 0,28% para 5,41 euros.

 

A Reserva Federal norte-americana anunciou ontem, quarta-feira, uma redução dos estímulos à economia mas prometeu que vai manter as taxas de juro em níveis historicamente baixos até "bem depois" de a taxa de desemprego descer para os 6,5%.

 

A mudança na orientação futura da Reserva Federal norte-americana, que antes prometia juros baixos "pelo menos até" que o desemprego chegasse a esse valor, ajudou a convencer os investidores que esta decisão não significa que a política da autoridade monetária está a apertar.

O banco central anunciou a diminuição em 10 mil milhões de dólares o ritmo mensal a que adquire títulos do Tesouro e activos hipotecários no mercado, no âmbito do programa de expansão monetária lançado no final de 2012. A Fed passará a adquirir 40 mil milhões de dólares por mês em títulos do Tesouro, menos cinco mil milhões do que agora. Em activos hipotecários, vai comprar 35 mil milhões, contra os actuais 40 mil milhões.

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