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Taxas de juro implícitas no crédito à habitação voltam a cair em Fevereiro

As taxas de juro implícitas no crédito à habitação voltaram a diminuir, em Fevereiro, reflectindo o comportamento das taxas Euribor nos mercados internacionais. Esta tendência foi verificada na generalidade dos contratos e nos seus destinos.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 11:32
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As taxas de juro implícitas no crédito à habitação voltaram a diminuir, em Fevereiro, reflectindo o comportamento das taxas Euribor nos mercados internacionais. Esta tendência foi verificada na generalidade dos contratos e nos seus destinos.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou hoje que “a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação atingiu o valor médio de 5,315% em Fevereiro, o que representa uma diminuição mensal de 0,493 pontos percentuais (p.p.), após uma redução de 0,169 p.p. em Janeiro”.

Esta tendência alastrou-se por todos os contratos em vigor, “registando decréscimos de 0,492 p.p. (últimos 3 meses), de 0,420 p.p. (últimos 6 meses) e de 0,424 p.p. (últimos 12 meses), fixando-se as respectivas taxas de juro implícitas em 5,163%, em 5,147% e em 5,020%”, acrescenta a mesma fonte.

Os destinos de financiamento também verificaram todos descidas nas taxas (aquisição de terreno para construção de habitação; a construção de habitação e a aquisição de habitação).

Estes comportamentos reflectem as descidas das taxas Euribor desde Novembro, depois do Banco Central Europeu (BCE) ter começado a descer o preço do dinheiro de 4,25% para os actuais 1,50%.

“No mês de Fevereiro, o valor médio do capital em dívida no total dos contratos de crédito à habitação em vigor atingiu 55134 euros, mais 175 euros que no mês anterior”, revela o INE que acrescenta que “o valor médio da prestação vencida nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 444 euros, menos 32 euros que no mês anterior. Este valor da prestação foi significativamente superior à prestação média do conjunto dos contratos em vigor, que foi de 348 euros (menos 16 euros que no mês anterior).”



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