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Tempestade tropical leva petróleo a valor recorde nos 67,40 dólares

O petróleo negociado em Nova Iorque voltou hoje a bater num novo máximo de sempre, nos 67,40 dólares, numa altura em que a tempestade tropical Katrina ameaça interromper a produção de várias plataformas no Golfo do México.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 24 de Agosto de 2005 às 20:10
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O petróleo negociado em Nova Iorque voltou hoje a bater num novo máximo de sempre, nos 67,40 dólares, numa altura em que a tempestade tropical Katrina ameaça interromper a produção de várias plataformas no Golfo do México.

O West Texas Intermediate (WTI) [CL1] negociado em Nova Iorque subia 2,5% para 67,35 dólares, depois de ter batido num nível recorde de 67,40 dólares. O anterior recorde foi fixado a 12 de Agosto, quando o barril foi transaccionado nos 67,10 dólares.

A tempestade tropical, apelidada de Katrina - a 11ª deste ano – ameaça paralisar várias plataformas petrolíferas na região do Golfo do México. Se se confirmar um corte de produção, será o quinto, na época de furacões deste ano.

Segundo o centro de meteorologia do país, a tempestade deverá ganhar a forma de um furacão ainda antes de atravessar a Florida, a 26 de Agosto.

A região do Golfo do México representa 24% da produção de gás nos Estados Unidos e 30% da produção de petróleo.

Em Londres, o «brent» [CO1] avançava 2,07% para 65,99 dólares.

Esta tarde, e a contribuir para a subida da matéria-prima, o Departamento de Energia dos EUA anunciou que as reservas de crude superaram as estimativas, mas os inventários de gasolina e de destilados ficaram aquém do esperado.

As reservas de crude subiram 1,85 milhões, numa semana em que os analistas esperavam que aumentassem em 100 mil barris.

Os «stocks» de destilados, onde se inclui o gasóleo para aquecimento e o «diesel», cresceram 1,43 milhões, o que compara com uma previsão de subida de 1,75 milhões de barris esperada pelos analistas na semana terminada a 19 de Agosto.

Os inventários de gasolina caíram 3,25 milhões de barris, o que superou as previsões dos analistas. Os analistas estimavam uma quebra de 1,5 milhões de barris na semana passada.

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