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Tensões no Golfo Pérsico atiram Wall Street ao chão

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram em alta, continuando a ser sustentadas pela expectativa de um corte de juros por parte da Fed no final do mês, mas acabaram por encerrar no vermelho depois de o Irão anunciar que confiscou dois petroleiros, um deles britânico, junto ao Estreito de Ormuz.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 19 de Julho de 2019 às 21:05
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O Dow Jones fechou a ceder 0,25% para 27.154,41 pontos e o Standard & Poor’s 500 recuou 0,62% para 2.976,61 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite desvalorizou 0,74%, para 8.146,49 pontos.

 

Os principais índices de Wall Street arrancaram em alta na última sessão da semana, animados com a expectativa de um corte de juros por parte da Fed no final deste mês, mas o escalar de tensões no Golfo Pérsico fez inverter a tendência.

 

O Irão anunciou ter confiscado dois petroleiros, um britânico e outro liberiano, junto ao Estreito de Ormuz, o que intensificou o clima de tensões com Teerão – que é um dos mais importantes pontos de estrangulamento mundiais em matéria de energia.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que está a trabalhar com o Reino Unido nesta questão.

 

"Claramente, o mercado valoriza a segurança, e qualquer conflito no Médio Oriente – especialmente um conflito que possa restringir o fluxo de petróleo e outros bens – é negativo para a economia mundial e para os mercados acionistas", comentou à Bloomberg o CEO da Independent Advisor Alliance, Chris Zaccarelli.

 

A travar maiores perdas esteve, uma vez mais, a perspetiva de uma descida da taxa diretora da Fed na próxima reunião, que decorre nos dias 30 e 31 de julho.

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