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UBS reinicia cobertura da PT com preço-alvo de 10,20 euros e recomendação de neutral

Na sequência do insucesso da OPA da Sonaecom, a UBS reiniciou hoje a cobertura da Portugal Telecom (PT) com uma preço-alvo de 10,20 euros e uma recomendação de “neutral 2”. O banco defende que ainda existem outras opções de consolidação.

Patrícia Silva Dias patriciadias@negocios.pt 09 de Março de 2007 às 10:39
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Na sequência do insucesso da OPA da Sonaecom, a UBS reiniciou hoje a cobertura da Portugal Telecom (PT) com uma preço-alvo de 10,20 euros e uma recomendação de "neutral 2". O banco defende que ainda existem outras opções de consolidação.

A UBS considera que a "morte" da OPA da Sonaecom não representa o fim da história de consolidação envolvendo a PT. Os analistas argumentam que a aprovação da fusão entre as duas operadoras por parte da Autoridade da Concorrência "abre uma janela de oportunidades que os outros ‘players’ como a Vodafone podem aproveitar".

Sem avançar com qualquer estimativa, o banco suíço refere que "a criação de valor num ambiente de consolidação é, de facto, notável". E atribuiu uma probabilidade muito reduzida a uma possível ofensiva da Telefónica, "que estará mais interessada em obter controlo total da Vivo".

Os analistas acreditam que o pacote de remuneração aos accionistas (recompra de acções próprias e dividendos) e o "spin-off" da PT Multimédia deverão suportar as acções da PT.

O banco de investimento sobe as estimativas de lucros por acção (EPS) em 27% para 2007, e em 7% para 2008. Acrescenta ainda que os títulos da operadora estão a transaccionar em 7vezes o EBITDA e com um "free cash flow" de 7%, o que é "um premido face aos pares".

As acções da PT estão a valorizar 1,555 para os 9,84 euros.

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