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Valor das carteiras sob gestão sobe para os 30,34 mil milhões

O valor das carteiras sob gestão das gestoras de patrimónios, a 31 de Março deste ano, aumentou em 0,9% face ao mês anterior, para os 30,34 mil milhões de euros, segundo os dados divulgados hoje pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensõe

Paulo Moutinho 28 de Abril de 2006 às 12:59
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O valor das carteiras sob gestão das gestoras de patrimónios, a 31 de Março deste ano, aumentou em 0,9% face ao mês anterior, para os 30,34 mil milhões de euros, segundo os dados divulgados hoje pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP).

Comparativamente ao mesmo mês do ano passado, o valor das carteiras sob gestão subiu 31,5%, e desde o início do ano verificou-se um aumento de 0,2%.

Ao nível das sociedades gestoras, a que apresenta um maior volume de activos sob gestão é a F & C Portugal (que gere a carteira do Millennium bcp em Portugal), com 15,89 mil milhões de euros, o que se traduz numa quota de 52,4% do total do mercado. Nas posições seguintes surgem a ESAF e a Caixagest que apresentam quotas de mercado de 17,8% e 13,2%, respectivamente.

Destaque também para o Santander Gestão de Activos, que no mês de Março, em termos percentuais, foi a sociedade gestora que mais cresceu, registando um aumento em valor absoluto de 141,8 milhões de euros.

A classe de activos com maior peso nas carteiras de gestão de patrimónios foi, no mês de Março, a das obrigações diversas, com 38,2%, seguida da dívida pública, que representa 28,9% do total.

Nota para a classe de activos das acções, que no mês em análise ganhou maior quota face às restantes classes, e registou um aumento de importância relativa de 0,8 pontos percentuais, para os 9,7%, com um total de 2,94 mil milhões de euros sob gestão.

As aplicações em acções nacionais aumentaram 13,3% no mês em análise, face a Fevereiro, registando um total de 2,45 mil milhões de euros sob gestão, que representam 8,1 pontos percentuais do total das aplicações.

O investimento em acções europeias recuou 6,7% face a Fevereiro, já as aplicações em títulos americanos registou um aumento de 7,6%.

As obrigações representaram 38,2% do total das aplicações das carteiras das sociedades gestoras, e foram responsáveis por mais de 11,59 mil milhões de euros sob gestão. A dívida pública registou uma quebra de 0,1% face ao mês anterior, representando ainda 28,7% do total das aplicações, com 8,71 mil milhões de euros sob gestão.

O investimento em fundos de investimento aumentou 1,1 pontos percentuais, passado dos 2,97 mil milhões de euros verificados em Fevereiro, para os 3 mil milhões sob gestão no mês de Março deste ano.

No total, a evolução das aplicações das carteiras das sociedades gestoras de patrimónios registou um acréscimo de 0,9% face ao mês anterior, para os 30,34 mil milhões de euros.

Portugal representou mais de um quarto do total das aplicações por mercado de investimento, aumentando o valor sob gestão em 2,99% para os 8,04 mil milhões de euros.

A moeda europeia continua a dominar os activos detidos nas carteiras de gestão de património, representando em Março 96,5% do total dos investimentos. A divisa norte-americana manteve uma quota de 2,5% do total das aplicações, já a libra inglesa continua a representar 0,81% dos investimentos.

 

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