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Wall Street abandona sangria de maio e inicia junho no verde

Junho chega envolto em sentimento positivo: a bolsa nova-iorquina avança apesar dos conflitos comerciais entre os Estados Unidos e China e, mais recentemente, Estados Unidos e México, continuarem latentes.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 03 de Junho de 2019 às 14:54
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A bolsa em Nova Iorque iniciou a semana e o mês de junho em recuperação, com os três principais índices a posicionarem-se no verde. Os investidores ultrapassam o pessimismo que tem reinado nos mercados, provocado pelo avolumar dos conflitos comerciais com epicentro nos Estados Unidos: para além do subir de tom da guerra comercial com a China, Washington terminou o mês de maio a espoletar um conflito da mesma índole com o México.

O generalista S&P500 soma 0,20% para os 2757,20 pontos, o industrial Dow Jones sobe 0,19% para os 24.861,96 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite segura ganhos ligeiros, de 0,01% para os 7.454,07 pontos. Isto depois destes três índices terem fechado maio com um saldo negativo no acumulado do mês, a primeira vez que tal acontece este ano. Em maio, o S&P500 perdeu 6,58%, o Nasdaq 7,93% e o Dow Jones 6,69%.

Os investidores põem de lado os temores em relação às consequências do confronto comercial entre os Estados Unidos e a China, aos quais se somam os receios em torno do recém aberto conflito entre a maior economia do mundo e o México. Donald Trump afirmou no Twitter que serão impostas tarifas de 5% a este país vizinho a partir do dia 10 de junho, como forma de pressionar o respetivo Governo a solucionar o problema da emigração ilegal para os Estados Unidos. Numa nota posterior, lançada pela Casa Branca, Trump fez saber que podem ascender aos 25% até outubro.

Na frente oriental, este fim de semana, um dos elementos que integra a negociação com os EUA do lado chinês assegurou que Washington não poderá usar a pressão para forçar Pequim a fazer um acordo em condições de desvantagem para a China. 

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