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Wall Street sobe à espera de retoma económica

As praças do outro lado do Atlântico negociaram em alta nesta quarta-feira, com os investidores focados na perspetiva de retoma económica com as vacinas e os novos apoios à economia. Só o Dow inverteu nos últimos minutos, mas com um recuo muito ligeiro.

É um ano louco. As bolsas americanas caíram nos últimos dois dias, depois de ter recuperado todas as perdas do ano um dia antes.
Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 13 de Janeiro de 2021 às 21:07
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O Dow Jones cedeu nos últimos minutos de negociação, fechando com uma deslize marginal de 0,03% para os 31.060,47 pontos, depois de na sexta-feira ter tocado num máximo de sempre, nos 31.193,40 pontos.

 

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 avançou 0,23% para 3.809,84 pontos, após ter atingido na última sessão da semana passada o valor mais alto da sua história, nos 3.826,69 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite valorizou 0,43% para 13.128,95 pontos. Na negociação intradiária de sexta-feira marcou um novo recorde, nos 13.208,09 pontos.

 

Nos máximos da sessão, os três índices rondaram os seus recordes.

 

Os investidores estão na expectativa de novos estímulos à economia, já que amanhã o presidente eleito Joe Biden vai anunciar um novo programa de apoios, que diz ser no valor de biliões de dólares.

 

A ajudar ao otimismo da sessão esteve o Livro Bege da Fed, que sinalizou uma recuperação económica, se bem que modesta, nalgumas regiões dos Estados Unidos no início do ano.

 

A Intel, que anunciou a substituição do seu CEO, Bob Swan, esteve hoje entre os melhores desempenhos do S&P 500, a somar 6,97% para 56,95 dólares. Pat Gelsinger, que é o atual presidente executivo da VMWare, assumirá as rédeas da Intel no próximo dia 15 de fevereiro.

 

Os investidores estiveram também atentos à Câmara dos Representantes – onde hoje está a ser votada a proposta dos democratas de destituir Donald Trump, fazendo com que não cumpra os últimos dias de mandato –, mas sem deixarem que a situação mexesse com as suas decisões em bolsa.

 

Os intervenientes de mercado aguardam pela divulgação, amanhã, dos dados relativos aos novos pedidos de subsídio de desemprego na semana terminada a 9 de janeiro. Os economistas inquiridos pela Refinitiv estimam que as novas solicitações deste apoio estatal na semana passada possam ter ascendido a 780.000 – a acontecer, será apenas uma ligeira diminuição face aos 787.000 pedidos da semana precedente.

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