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Wall Street abre em queda penalizado por escalada das "yields" europeias

As bolsas norte-americanas iniciaram a sessão a negociar em terreno negativo, pressionadas pela subida das taxas de juro das obrigações espanholas, francesas, gregas e italianas.

Andreia Major amajor@negocios.pt 15 de Novembro de 2011 às 14:37
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Os principais índices dos Estados Unidos abriram a sessão em queda, a reflectir as subidas das “yields” da dívida espanhola, francesa, italiana e espanhola.

O índice S&P 500 abriu a sessão a perder 0,23% para 1.248,95 pontos, e o tecnológico Nasdaq segue a cair 0,33% para 2.648,44 pontos. O índice industrial Dow Jones deprecia 0,11% para 12.065,44 pontos.

As mudanças de governo em Itália e na Grécia não estão, até agora, a trazer alivio aos mercados de dívida. As taxas de juro implícitas da dívida dos países da Zona Euro estão hoje a disparar e os prémios de risco de vários países estão em máximos.

Os títulos espanhóis, franceses, italiano, gregos, e portugueses estão a ser fortemente castigados pelos investidores, e os prémios de risco estão em máximos desde o início do euro.

“Os custos de financiamento da Europa não estão onde deviam estar, e isso está a prejudicar os mercados”, disse Virginie Robert, gestor da Raymond James Asset Management, à Bloomberg.

O Citigroup e o JP Morgan Chase perdem pelo menos 0,9%. A Wal-Mart Stores cede 1,4%, dado que o lucro da maior retalhista norte-americana ficou aquém das estimativas.

A LinkedIn Corp. desliza 3,8% após ter revelado que a Bain Capital Ventures irá vender todas as suas acções num mercado secundário. A Amgen cai 0,9%, dado que o “rarting” da maior empresa de biotecnologia dos Estados Unidos foi cortado pela Piper Jaffray Cos.


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