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Wall Street cada vez mais perto de máximo histórico

As bolsas norte-americanas estão em alta pela terceira sessão, com o S&P 500 a apenas 0,6% de fixar um máximo histórico. A alta das matérias-primas e das obrigações contribui para o optimismo em Wall Street.

Bloomberg
Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 08 de Junho de 2016 às 14:45
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As bolsas norte-americanas abriram em alta, acompanhando o movimento positivo registado nos mercados emergentes, nas matérias-primas e no mercado obrigacionista.

 

O Dow Jones sobe 0,18% para 17.971,28 pontos e o Nasdaq avança 0,15% para 4.968,97 pontos. O S&P 500 soma 0,1% para 2.114,35 pontos, situando-se cada vez mais perto do máximo histórico que atingiu a 21 de Maio do ano passado nos 2.130,82 pontos.

 

As bolsas norte-americanas valorizam pela terceira sessão consecutivo, tendo iniciado o recente ciclo de ganhos depois da presidente da Fed ter reiterado que a economia norte-americana está em boa forma, mas que os juros não irão subir de forma acelerada. O mercado descarta um aumento na taxa directora na reunião de Junho e está a atribuir uma menor probabilidade do agravamento ocorrer em Julho.

A sustentar os ganhos das bolsas em Nova Iorque volta a estar a valorização das matérias-primas, que impulsiona a cotação das companhias do sector e dá um novo alento aos mercados emergentes, que esta quarta-feira estão a registar ganhos acentuados. O barril de brent em Londres soma 1,48% e atingiu um novo máximo desde Outubro acima dos 52 dólares. Em Nova Iorque o WTI ganha 1,27% e atingiu um máximo de mais de 10 meses.

 

A Exxon Mobil soma 0,52% para 91,18 dólares e a Alcoa valoriza 2,35% para 10,02 dólares.

 

Outro factor a impulsionar as bolsas é a descida dos juros das obrigações, sobretudo as corporativas, no dia em que o BCE começou a comprar dívidas de empresas no âmbito do seu programa de estímulos à economia.

 

Na dívida soberana o movimento também é positivo, levando a "yield" das obrigações soberanas a mínimos. Na Alemanha a taxa das obrigações a 10 anos recuou para um mínimo de 0,033%.  

 

(notícia em actualização)  

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