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Wall Street cai mais de 1% pressionada por receios de contágio da crise de dívida

As bolsas americanas abriram a negociar em terreno negativo, a reflectir os receios dos investidores de que a crise da dívida soberana na Europa se poderá espalhar a outros países europeus, nomeadamente Itália.

Andreia Major amajor@negocios.pt 11 de Julho de 2011 às 14:39
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Os principais índices americanos iniciaram a sessão em queda, pressionados pelos receios dos investidores relativamente à propagação da crise da dívida que se vive nalguns países da Europa.

A Irlanda, a Grécia e Portugal já receberam ajuda externa, e os investidores temem que Itália venha a ser o próximo país europeu a viver o mesmo destino.

O índice S&P 500 desvaloriza 1,17% para 1.328,03 pontos. O tecnológico Nasdaq cai 1,07% para 2.829,25 pontos, e o industrial Dow Jones deprecia 1,01% para 12.528,88 pontos.

Os bancos americanos, como o JPMorgan e o Bank of America, são dos que mais penalizam os índices, a reflectir a queda das obrigações do governo italiano e espanhol.

A Alcoa cede 0,9% no mercado alemão, e a General Motors cai 2%, após a Renault ter previsto um declínio das vendas na Europa este ano.

“Parece que os investidores estão a sentir os problemas que se vivem em cada país”, disse Michael Jorgensen, estratega do Nykredit Markets, à Bloomberg. “Primeiro foi a Grécia, depois Portugal e Espanha, agora os investidores estão a reflectir os problemas de Itália”, explicou o mesmo.
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