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Wall Street cede terreno após fortes subidas

As principais bolsas norte-americanas abriram esta sexta-feira pouco alteradas face ao fecho de ontem, a recuarem muito ligeiramente, com os investidores a avaliarem a escalada que pôs Wall Street a caminho do seu melhor ganho semanal em quase três meses, isto devido ao optimismo gerado pela manutenção dos juros por parte da Fed.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 23 de Setembro de 2016 às 14:40
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O Standard & Poor’s 500 segue a resvalar 0,30% para 2.171,69 pontos e o índice industrial Dow Jones perde 0,13% para se fixar nos 18.369,27 pontos.

 

O tecnológico Nasdaq Composite, por seu lado, desvaloriza 0,23% para 5.327,23 pontos. Ontem, na negociação intradiária, chegou a atingir um máximo histórico de 5.342,88 pontos. A puxar o Nasdaq para cima está o Twitter e a empurra-lo para baixo está o Facebook.

 

O "efeito Fed", dentro de um mais lato chamado "efeito bancos centrais", tem estado a sustentar os mercados accionistas. Depois do Banco de Inglaterra e do Banco do Japão, também a Reserva Federal norte-americana decidiu não mexer nos juros, o que animou os investidores.

 

"Dos EUA à Europa, passando pela Ásia, estamos a observar um sinal muito claro: o de que a era do dinheiro barato está longe de ter terminado", sublinha a Bloomberg, acrescentando que a decisão da Fed de rever em baixa as suas perspectivas quanto às futuras subida dos juros aliviou os receios de que os bancos centrais a nível mundial começassem a retirar os estímulos à economia.

 

Entre os destaques de hoje, pela negativa temos o Facebook, que está a recuar 2% depois de ter dito que passou aos anunciantes uma métrica inflacionada para o tempo médio que os utilizadores estão a ver um vídeo.

 

Do lado dos ganhos, a Bats Global Markets sobressai a disparar 25% depois de fontes ligadas ao processo terem dito que a empresa está em conversações para ser comprada pela CBOE Holdings.

 

Já as acções da rede social Twitter inverteram para a alta, depois de terem estado a ceder terreno devido ao corte de recomendação de um analista. Seguem agora a escalar 17% depois de a CNBC ter reportado que a tecnológica liderada por Jack Dorsey está mais próxima de uma venda.

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