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Wall Street com a maior queda desde Agosto

Aumento da violência na Líbia e receitas da Wal-Mart aquém do esperado levam bolsas dos EUA a descerem mais de 2%. S&P500 registou mesmo a maior queda desde Agosto.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 22 de Fevereiro de 2011 às 21:24
O aumento dos protestos nos países do Médio Oriente, sobretudo na Líbia, depois de Kadhafi se ter recusado a sair do poder e de ter deixado claro que vai recorrer à violência para controlar a população, estão a penalizar a negociação das bolsas mundiais.

A contribuir para a descida dos índices norte-americanos esteve também a subida do preço do petróleo e as receitas abaixo dos esperado da Wal-Mart.

O Nasdaq recuou 2,74% para 2.756,42 pontos e o S&P500 caiu 2,05% para 1.315,45 pontos. Já o Dow Jones cedeu 1,44% para 12.212,41 pontos.

A Wal-Mart desceu 3,12% para 53,65 dólares, depois de ter apresentado resultados que ficaram abaixo do esperado, com as vendas a descerem pelo sétimo trimestre consecutivo.

Entre o sector bancário a tendência também foi de quedas acentuadas, depois do Banc of America ter quase duplicado o valor das imparidades da unidade de cartões de crédito para 20,3 mil milhões de dólares. As acções deste banco caíram 3,86% para 14,18 dólares, arrastando outras cotadas do sector, como o Citigroup e o JPMorgan para descidas de 4,48% para 4,69 dólares e 4,15% para 46,01 dólares, respectivamente.

A contrariar estas quedas generalizadas esteve o sector petrolífero que, ao contrário da maioria dos restantes sectores, beneficia da subida dos preços do “ouro negro”, que hoje voltaram a subir devido aos conflitos no Médio Oriente.

A Exxon Móbil fechou a subir mais de 1% para 85,43 dólares.

1 euro = 1,3653 dólares

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