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Wall Street em alta com descida da taxa de desemprego para mínimos de sete anos

As bolsas norte-americanas abriram em terreno positivo, animadas pelo aumento do número de contratações nos EUA em Abril e pela queda do desemprego, o que deixa a convicção de que o crescimento económico está a acelerar mas não suficientemente depressa para levar a uma subida das taxas de juro já em Junho.

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U.S. Markets Rally as Unemployment Falls to 5.4%
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 08 de Maio de 2015 às 14:54
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O Standard & Poor’s 500 segue a somar 0,9% para 2.106,61 pontos. O Dow Jones, por seu lado, avança 1,21% para se fixar nos 18.140,08 pontos.

 

Já o Nasdaq Composite valoriza 1,03%, a valer 4.996,41 pontos.

 

A impulsionar as praças do outro lado do Atlântico está o optimismo em torno dos dados do emprego em Abril nos Estados Unidos, que revelaram um aumento dos postos de trabalho em 223.000, quando em Março tinha havido um incremento de 85.000 (o mais baixo desde Junho de 2012).

 

A construção e os cuidados de saúde foram os sectores onde mais aumentou o número de contratações no mês passado. Por seu lado, a taxa de desemprego desceu para o nível mais baixo desde Maio de 2008.

 

Estes dados animaram o mercado, que confia que a Fed não subirá os juros para já. "Estamos onde devíamos estar. Queremos uma economia a acrescentar 200.000 empregos, mas quando esse número se aproxima dos 300.000 começa-se a falar de pressões inflacionistas e de a economia estar a acelerar demasiado depressa, pelo que este número de hoje é perfeito", comentou à Bloomberg o presidente do Wells Fargo Investment Institute, Darrell Cronk.

 

Os investidores continuam a estar convictos de que a Reserva Federal subirá os juros, actualmente em mínimos históricos, ainda este ano, mas que não o deverá fazer já no próximo mês.

 

A sustentar Wall Street está também o resultado das eleições no Reino Unido, que deram a vitória aos conservadores com maioria, com David Cameron a caminho de renovar as funções de primeiro-ministro britânico.

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