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Fundos de Pensões reduzem em acções nacionais; Agravam perdas

Os fundos de pensões nacionais, no primeiro trimestre deste ano, reduziram as suas aplicações em acções portuguesas e agravaram a performance negativa, revela um estudo da Watson Wyatt.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 16 de Julho de 2001 às 16:23
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Os fundos de pensões nacionais, no primeiro trimestre deste ano, reduziram as suas aplicações em acções portuguesas e agravaram a performance negativa, revela um estudo da Watson Wyatt.

A 31 de Março deste ano, os fundos de pensões nacionais aplicavam 9,3% das suas carteiras em acções nacionais, contra os 9,8% registados no final de 2000 e os 11,5% verificados no final do primeiro semestre do ano passado.

Os fundos de pensões, no final do primeiro trimestre de 2001, aplicavam 30,1% em obrigações da Zona Euro e 16,3% em acções da Zona Euro, excluindo as nacionais.

Rendibilidade média negativa de 1,9%

No final do primeiro trimestre deste ano, a rendibilidade média ponderada dos fundos de pensões nos últimos 12 meses era negativa em 1,9%, agravando o prejuízo de 0,9% verificado no final de 2000.

A rendibilidade mediana foi negativa em 4%, com a melhor performance nos últimos 12 meses a obter uma valorização de 7,6%, enquanto pior foi verificada por um fundo de pensões que obteve uma desvalorização de 9,7%.

A classe de activos que ofereceu o melhor retorno para os fundos de pensões foi a Dívida Pública – Taxa fixa, com um retorno de 7,3%.

O Estudo SEMP da Watson Wyatt abrange 183 fundos, que representam 12,665 mil milhões de euros (2,539 mil milhões de contos) e aproximadamente 91% do mercado dos fundos de pensões portugueses.

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