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Montantes sob gestão dos fundos sobem pelo terceiro mês consecutivo

O montante global sob gestão dos fundos de investimento mobiliários registou a terceira subida mensal consecutiva, passando em Setembro para 23,7 mil milhões de euros, contra os 23,4 mil milhões de euros registados no mês anterior, revelam os dados mensai

Susana Domingos sdomingos@negocios.pt 14 de Outubro de 2004 às 17:35
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O montante global sob gestão dos fundos de investimento mobiliários registou a terceira subida mensal consecutiva, passando em Setembro para 23,7 mil milhões de euros, contra os 23,4 mil milhões de euros registados no mês anterior, revelam os dados mensais da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP).

As subscrições líquidas também registaram um aumento no mês passado, ao passar para 208 milhões de euros, contra os 98 milhões de euros de Agosto. Em termos de subscrições líquidas acumuladas nos últimos 12 meses, observou-se a primeira subida desde Abril.

Entre Setembro de 2003 e o final do mês passado, registou-se total de 1,127 mil milhões de euros em subscrições líquidas, um valor bastante abaixo do acumulado entre Abril de 2004 e o período homólogo de 2003, quando as subscrições líquidas ascendiam a 1,787 mil milhões de euros.

A categoria de fundos que mais contribuiu para a subida das subscrições do último mês foi a de fundos de obrigações, cujas subscrições líquidas ascenderam a 264 milhões de euros, seguido dos fundos de acções com uma ligeira subida para os 10 milhões de euros. Por seu lado, as subscrições líquidas de fundos de tesouraria e mercado monetário recuaram 21 milhões de euros, com os resgates a superarem as subscrições.

ESAF dá o maior contributo para as subidas

Em termos de sociedades gestoras, a ESAF, pertencente ao grupo Espírito Santo, foi a que registou em Setembro o maior montante de subscrições líquidas, ou seja, 225,17 milhões de euros, o que corresponde a subscrições de 368 milhões de euros e a resgates de 142,9 milhões no período considerado.

Ainda no domínio dos fluxos de entrada e saída dos fundos de investimento mobiliário, por sociedade gestora, a AF Investimentos, pertencente ao grupo liderado por Jorge Jardim Gonçalves, foi a que registou a maior queda nas subscrições líquidas, com o resgate de 243,7 milhões a superar as subscrições de 163,8 milhões de euros.

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