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Santander lança fundo de "top picks" nacionais e europeias

É agora possível investir de forma indirecta nas melhores acções da bolsa portuguesa e do mercado europeu, através do novo fundo de investimento do Santander Totta. O "Santander Selecção Acções" é composto, em parte iguais, pelas "top picks" do banco para

Patrícia Silva Dias patriciadias@negocios.pt 28 de Dezembro de 2007 às 10:32
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É agora possível investir de forma indirecta nas melhores acções da bolsa portuguesa e do mercado europeu, através do novo fundo de investimento do Santander Totta. O "Santander Selecção Acções" é composto, em parte iguais, pelas "top picks" do banco para o mercado nacional e pelas melhores empresas europeias. Trata-se de um Fundo Especial de Investimento (FEI), destinado a investidores de alto risco.

Entre as eleitas nacionais, o fundo privilegia a Brisa e a Sonae SGPS. "Na base das apostas estão o seu valor fundamental, o potencial de reestruturação e/ou de fusão e aquisição (M&A)", explica Sofia Frère, responsável pelo Private do grupo Santander Portugal. Por critérios semelhantes, a Wolters e a OHL são as maiores posições da outra metade da carteira reservada às "top picks" europeias.

A selecção das empresas é feita com duas abordagens distintas. A componente nacional resulta, segundo Sofia Frère, do conhecimento adquirido pela gestão do fundo "Santander Acções Portugal", enquanto a componente internacional é feita com a colaboração dos grandes bancos de investimento internacionais, como a Morgan Stanley, UBS, Credit Suisse, entre outros.

Por se tratar de um fundo que aplica entre 50% e 70% do "portfólio" em acções, o risco do investimento é bastante alto. A sua volatilidade potencial é muito elevada, daí que o banco recomende que deva "fazer parte de uma carteira diversificada".

O maior risco associado a este produto prende-se com a variação do preço das acções. Embora em menor dimensão, existe ainda o risco de taxa de juro de curto prazo, risco de crédito e risco cambial para os activos de outras moedas que não o euro.

Uma vez que o investimento mínimo é de cinco mil euros, este novo produto destina-se, principalmente, a clientes do segmento Private, com um perfil de risco agressivo e que estejam disponíveis para aceitar flutuações no capital investido.

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