Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Valor acumulado dos fundos de investimento mobiliário sobe 5,7%

O valor acumulado dos fundos de investimento mobiliários cresceu 5,7% no quarto trimestre do ano passado. Em 2001, os fundos investiram menos na Bolsa nacional. A AF Investimentos e BNP Paribas mantiveram a liderança nos seus segmentos.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 25 de Fevereiro de 2002 às 15:37
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...
O valor acumulado dos fundos de investimento mobiliários registou um crescimento de 5,7% no quarto trimestre do ano passado. Em 2001, os fundos investiram menos na Bolsa nacional. A AF Investimentos e BNP Paribas mantiveram a liderança nos seus segmentos.

O valor acumulado pelos 262 fundos de investimento mobiliários (FIM) existentes em Portugal ascendia a 1,14 mil milhões de euros no final de 2001, mais 5,7% que o registado no final de Setembro do mesmo ano, anunciou hoje a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

No final do ano passado existiam em Portugal 17 sociedades gestoras de fundos de investimento mobiliárias que, no seu conjunto, administravam um total de 262 fundos de investimento mobiliários.

Aplicações no mercado nacional recuam 9,5 pontos percentuais

Em termos de mercados, registou-se em 2001 a uma quebra dos investimentos dos FIM nos mercados domésticos. Os investimentos na Bolsa nacional registaram uma quota de 19,1% face à quota de 28,4% de 2000.

A quota de mercado nos países da União Europeia cresceu para os 75,3% face ao 66,1% de 2001. Luxemburgo atraía 33,6% dos investimentos.

Os fundos de tesouraria registaram uma subida de 28,7% em 2000 para os 35,9%, enquanto as obrigações registaram um ganho de 26,4% para os 30,4%. No segmento accionista, os fundos reduziram os seus investimentos em 2001 para os 8,2% comparáveis aos 11,6% de 2000.

No que concerne às entidades gestoras, a AF Investimentos mantém a liderança, com uma quota da 34,8% abaixo dos 37,9% conseguidos em 2000. A Caixagest e o BPI Fundos permaneceram com uma quota quase estável de 20,2% e 17,3%, respectivamente. O Santander passou dos 9,2% em 2000 para uma fatia de 12,6% no ano transacto.

Entre as entidades estrangeiras que actuam no mercado português, o BNP Paribas mantém a liderança com uma quota da 41%. O Deutsche Bank registou um decréscimo dos anteriores 36,6% para os 22,9% de 2001.

Outras Notícias