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Analistas penalizam resultados do BPI

Os lucros do BPI referentes ao primeiro trimestre do ano ficaram abaixo do previsto pelo mercado. Quatro casas de investimento classificaram-nos de “fracos” e uma reviu, mesmo, em baixa a recomendação e o preço-alvo do banco liderado por Fernando Ulrich.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 28 de Abril de 2008 às 13:55
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Os lucros do banco caíram 22% para 75,3 milhões de euros no primeiro trimestre.

Os lucros do BPI referentes ao primeiro trimestre do ano ficaram abaixo do previsto pelo mercado. Quatro casas de investimento classificaram-nos de “fracos” e uma reviu, mesmo, em baixa a recomendação e o preço-alvo do banco liderado por Fernando Ulrich.

Nos primeiros três meses de 2008, o resultado líquido do BPI caiu 22%, para 75,3 milhões de euros, quando os analistas, contactados pelo Jornal de Negócios, esperavam um lucro de 77,2 milhões de euros.

O banco de investimentos norte--americano JP Morgan, que aguardava um resultado de 75 milhões de euros, considerou os lucros do BPI “fracos” e admitiu rever em baixa as actuais estimativas.

O UBS reviu em baixa a recomendação do BPI, de “comprar” para “neutral” e o preço-alvo de 5,5 para 3,9 euros, valor que representa um potencial de valorização de 11,3%, face à cotação de quinta-feira. A casa de investimento suíça justificou esta decisão com “um conjunto de resultados muito fraco e o aumento de capital que aí vem”.

O Espírito Santo Research considerou, igualmente, que o BPI apresentou “um conjunto relativamente pobre de números”. Os analistas do ESR continuam a considerar o BPI “uma das acções mais baratas no universo do sector bancário ibérico.

Na mesma linha, a Keefe, Bruyette & Woods (KBW) classificaram os resultados de “muito fracos” e admitem rever a avaliação do banco. Na semana passada, o potencial de valorização do banco desceu de 34% para 32,95%.

Painel de bolsa Jornal de Negócios

O preço-alvo médio é calculado tendo em conta as avaliações de vários bancos de investimento que seguem a empresa. O Jornal de Negócios recolheu os preços-alvo de 26 casas de investimento nacionais e internacionais. As setas indicam a alteração face à posição ocupada pela empresa na semana anterior. 
*cotação de 24/04/2008

Millennium IB reinicia cobertura da Sonae Indústria

O Millennium IB reiniciou a cobertura da Sonae Indústria com um preço-alvo de 7,75 euros e uma recomendação de “comprar”. O analista Luis Colaço revela que, além do “potencial de valorização interessante, quando comparado com os pares, a empresa também negoceia com desconto quer quando usados os nossos números quer o consenso”.

Credit Suisse revê em baixa “target” e recomendação da Sonaecom

O Credit Suisse reviu em baixa a recomendação da Sonaecom  para “neutral” e o preço-alvo para 2,80 euros. O banco assinala que as perspectivas de resultados para a Sonaecom podem estar “em risco” se os níveis de concorrência permanecerem “intensos” no próximo ano. As acções da Sonaecom acumulam uma queda de 27,7% em 2008.

JP Morgan corta preço-alvo do BES para 13,30 euros por acção

O JP Morgan cortou o preço-alvo do Banco Espírito Santo para 13,30 euros por acção, valor que representa um potencial de valorização de 11,3%, face à cotação de quinta-feira passada. Antes de o banco apresentar os resultados referentes ao primeiro trimestre (o que vai acontecer amanhã), o JP Morgan reviu também em baixa os lucros por acção até 2010.

HSBC atribui potencial de queda à Portugal Telecom 

O HSBC reviu em baixa a avaliação da PT, para 7,40 euros, “target” que confere à operadora um potencial de queda de 1%. O banco diz que está “preocupado com a estratégia da PT tanto a nível nacional como internacional. Em Portugal, estimamos que o grupo venha a sofrer em termos operacionais, agora que tem concorrência da Zon Multimedia”.

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