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Apostar na Europa, com exposição aos emergentes

É certo, entre os especialistas, que o próximo ano vai ser assinalado por grandes incertezas. A crise financeira iniciada no mercado de crédito de alto risco, ameaça o crescimento das economias desenvolvidas, assim como a estabilidade dos mercados de capi

Patrícia Silva Dias patriciadias@negocios.pt 26 de Dezembro de 2007 às 12:00
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É certo, entre os especialistas, que o próximo ano vai ser assinalado por grandes incertezas. A crise financeira iniciada no mercado de crédito de alto risco, ameaça o crescimento das economias desenvolvidas, assim como a estabilidade dos mercados de capitais.

Contudo, não deixam de ser as grandes potências mundiais as regiões preferidas para 2008. Das recomendações dos bancos especializados em aconselhamento financeiro (Activobank7, Banco Best, Banco BIG e Deutsche Bank), resulta uma exposição média maioritária à Europa (58,6%), apesar de todas as incertezas face ao crescimento do "velho" continente.

No entanto, o segredo do sucesso potencial passa por saber aproveitar histórias com presença global, ou seja, investir na Europa mas em empresas com negócios no mundo inteiro, principalmente nos países com maior crescimento económico, como as economias emergentes.

E porque 2008 deverá marcar o regresso da volatilidade às bolsas, talvez seja melhor não arriscar demasiado e olhar com atenção para os mercados maduros. Daí a recomendação de exposição de quase 32% do investimento aos Estados Unidos, curiosamente o país que está na origem das grandes incógnitas de 2008. Entre as economias desenvolvidas, o Japão acolhe a menor preferência, com uma alocação média na ordem dos 3%.

Mas, num ano que deverá ser assinalado por um abrandamento da economia global, assim como dos resultados das empresas, há que tentar apimentar a carteira e assumir um risco doseado. Os bancos aconselham o investimento de 6,4% nos mercados emergentes.

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