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Potencial de subida da EDP cai para 55%

O BNP Paribas baixou a avaliação da eléctrica para 2,40 euros por acção.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 13 de Novembro de 2008 às 12:06
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Os resultados da Energias de Portugal (EDP) nos primeiros nove meses do ano superaram as previsões dos analistas. Neste período, a empresa liderada por António Mexia registou um lucro de 940,1 milhões de euros, valor que representa uma subida de 41% face ao período homólogo, e que ficou acima das estimativas da Lisbon Brokers e do Gol dman Sachs.

A Lisbon Brokers, que antecipava um lucro de 865,5 milhões de euros, sublinhou que os números da eléctrica "confirmaram os fortes fundamentais da empresa e a crença de que as acções da companhia estão actualmente subvalorizadas".

Os títulos da EDP encerraram, na sexta-feira, a valer 2,76 euros, o que representa uma queda de 38,26% face ao início do ano.

Face ao preço-alvo médio, 4,29 euros, atribuído pelas 21 casas de investimento que seguem a empresa, a EDP tem um potencial de valorização de 55,5%. O Deutsche Bank é o banco que atribui o preço-alvo mais elevado – 5,70 euros – e o BNP Paribas o mais baixo: 2,40 euros.

O banco francês baixou a avaliação da eléctrica, na semana passada, para 2,40 euros (valor que representa um potencial de queda de 13%) e alterou a recomendação de "neutral" para "underperform". Na base desta alteração esteve a perspectiva de quebra dos preços de venda da electricidade.

O BNP Paribas prevê uma redução dos preços da electricidade no mercado grossista. "Distanciámo-nos das ‘utilities’ expostas à geração de energia", explicou o analista Benjamin Leyre.

Goldman Sachs sobe recomendação e "target" da Sonae SGPS

O Goldman Sachs subiu a recomendação da Sonae SGPS, de "vender" para "neutral", e o "target" de 0,55 para 0,56 euros. O banco continua "a ver o risco da expansão internacional da empresa no negócio não alimentar", mas lembra que "a baixa alavancagem e o negócio defensivo deverá mitigar a deterioração do ciclo do negócio", em resultado do abrandamento da economia.

KBW cortou preço-alvo do BES em mais de 8%, para os 8,30 euros

A Keefe, Bruyette & Woods (KBW) considera "demasiado baixos" os rácios de capital do BES, afirmando mesmo que a instituição liderada por Ricardo Salgado necessitará de recorrer à injecção de 4 mil milhões de euros anunciada pelo Governo para o sistema financeiro português. O KBW cortou a avaliação do BES em 8,8%, de 9,10 euros para 8,30 euros.

Goldman Sachs retira Sonaecom da lista de acções a "vender"

O Goldman Sachs adoptou uma visão menos negativa para com a Sonaecom, retirando a empresa da sua lista de acções a "vender". A recomendação passou para "neutral", ainda que o preço-alvo ofereça potencial de queda aos títulos da dona da Optimus. O "target" ficou inalterado nos 1,18 euros, o que representa um potencial de queda de 4%.

ESR baixa "target" da Zon Multimédia em 23% para 7,60 euros

O Espírito Santo Research (ESR) actualizou em baixa a avaliação da Zon Multimédia para 7,60 euros. Um corte de 23% no "target" que, no entanto, continua a atribuir um potencial de valorização elevado (86%) aos títulos da empresa liderada por Rodrigo Costa. Assim, a recomendação manteve-se em "comprar".

Painel de bolsa Jornal de Negócios

O preço-alvo médio é calculado tendo em conta as avaliações de vários bancos de investimento que seguem a empresa. O Negócios recolheu os preços-alvo de 34 casas de investimento nacionais e internacionais. As setas indicam a alteração face à posição ocupada pela empresa na semana anterior. *cotação de 07/11/2008

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