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Quatro carteiras de fundos para 2008

Não se deixe contagiar pela ameaça do “subprime” e aproveite as oportunidades que o Ano Novo lhe dá. Veja as carteiras de fundos recomendadas por quatro gestoras.

Patrícia Silva Dias patriciadias@negocios.pt 26 de Dezembro de 2007 às 16:24
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Não se deixe contagiar pela ameaça do "subprime" e aproveite as oportunidades que o Ano Novo lhe dá. Veja as carteiras de fundos recomendadas por quatro gestoras.

É consensual que 2008 não vai ser de euforia financeira, nem, tão pouco, de acelerado crescimento económico como os anos que lhe antecederam. Em muito por causa de todas as incógnitas em torno da crise do crédito de alto risco, iniciada nos Estados Unidos e que eclodiu no último Verão. No entanto, não há razão para que os investidores se deixem demover pela afamada crise do "subprime".

É certo que, no ano que se avizinha, terá de contar com o regresso da volatilidade às bolsas. Mas não será caso para ignorar as oportunidades. Segundo os especialistas, há que agarrar o potencial que as acções oferecem e saber balancear o risco com investimentos alternativos.

Para brindar o Ano Novo da melhor maneira, o Jornal de Negócios lançou o desafio a quatro bancos especializados em aconselhamento financeiro para que constituíssem, cada um, uma carteira de fundos de investimento enquadrada na sua visão do que irá ser o próximo ano.

O ActivoBank7 aposta, sobretudo, na diversificação do investimento nos principais mercados de acções e obrigações, ao concentrar mais de metade do investimento num fundo de gestão activa da UBS, que permite a cobertura parcial do risco cambial. E porque prevê que "os mercados emergentes sejam o principal motor do crescimento económico", a instituição considera "que os investidores deverão privilegiar empresas de grande capitalização, com uma presença global".

Pelo contrário, o Banco BIG considera que, no contexto actual, "não fará sentido para um investidor com perfil moderado implicar o nível de risco, investindo em activos como os mercados emergentes". Daí que a sua recomendação incida, sobretudo, em mercados maduros, como a Europa, os Estados Unidos e o Japão.

As economias desenvolvidas são a sugestão do Banco Best para a componente de estratégia de longo prazo, a qual deverá ser contrabalançada por uma parte de investimentos tácticos. Uns mais defensivos, como um fundo de "hedge funds" conservador, outros mais desligados do desempenho dos mercados.

Já o Deutsche Bank acredita que os mercados de acções deverão ter "um desempenho relativo positivo", face à bastante liquidez das empresas, à importante intervenção dos bancos centrais e, ainda, ao facto de as taxas de juro reais estarem a níveis sustentadamente baixos. Contudo, considera que "os investidores poderão mitigar os riscos através de alternativas, como as matérias-primas e os "hedge funds"".

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