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A semana em oito gráficos: Bolsas europeias sobem há duas semanas e petróleo valorizou nas últimas cinco

As bolsas europeias subiram na semana, animadas pelos progressos nas conversações comercais entre Washington e Pequim, por bons indicadores económicos provenientes daqueles dois países e ainda pela perspetiva de um acordo para o Brexit entre a primeira-ministra e o líder trabalhista, Jeremy Corbyn. 

Bolsas europeias sobem pela segunda semana

Bolsas europeias sobem pela segunda semana
As principais bolsas do Velho Continente registaram mais uma semana positiva. Depois de marcarem o melhor trimestre desde 2015, no acumulado desta semana voltaram a subir. O Stoxx 600, o índice que agrega as 600 principais cotadas, negociou próximo de máximos de agosto do ano passado.

PSI-20 acompanha ganhos do Velho Continente

PSI-20 acompanha ganhos do Velho Continente
O índice de referência nacional somou 1,97% no cômputo da semana, aumentando para 12,3% a sua valorização desde o início do ano. Na quinta e na sexta-feira, o PSI-20 desvalorizou, após ter subido durante sete sessões consecutivas, mas isso não impediu que registasse um ganho em termos semanais.

Mota-Engil foi o título que mais valorizou na praça lisboeta

Mota-Engil foi o título que mais valorizou na praça lisboeta
A construtora liderada por Gonçalo Moura Martins foi a cotada do PSI-20 que mais subiu na semana, com uma valorização acumulada de 11,67%. Foi um desempenho que se destacou, sendo que a segunda maior subida da semana coube à Nos e ao BCP, com ambos a subirem 4,91%.

STMicroelectronics com o melhor desempenho do Stoxx600

STMicroelectronics com o melhor desempenho do Stoxx600
A empresa franco-italiana STMicroelectronics, que fabrica componentes electrónicos e semicondutores, foi o título do índice de referência europeu Stoxx600 que mais subiu no agregado da semana, ao somar 18,25%. A impulsionar estiveram os resultados de 2018, que ficaram acima do esperado pelo consenso de mercado, o que levou também algumas casas de investimento a reverem em alta o seu preço-alvo.

Wynn Resorts anima S&P 500

Wynn Resorts anima S&P 500
A norte-americana Wynn Resorts, que atua no setor do desenvolvimento e operação de hotéis e casinos de segmento superior, escalou 17,33% esta semana, tendo sido o título do Standard & Poor’s 500 que mais terreno ganhou. A empresa foi sustentada pelos seus bons resultados de 2018 e pelas perspetivas positivas dos analistas, apesar de uma alegação de assédio sexual contra o seu fundador, Steve Wynn, estar a colocar em risco a atribuição de uma licença para operar no seu casino prestes a abrir em Boston.

Libra sobe com novo pedido de adiamento do Brexit

Libra sobe com novo pedido de adiamento do Brexit
A libra ganhou terreno face ao euro, esta semana, numa altura em que se sabe que Theresa May pediu novamente ao Conselho Europeu para prolongar o Brexit até dia 30 de junho. O mesmo pedido já tinha sido feito anteriormente, tendo sido rejeitado pelos chefes de Estado no que toca às datas: fixaram 12 de abril como a data de saída caso o acordo não fosse aprovado no Parlamento britânico, o que veio a concretizar-se, e 23 de maio, caso o acordo fosse aprovado. Agora surge uma nova tentativa do Reino Unido de evitar uma saída sem acordo com mais um prolongamento relativamente curto.

Petróleo com mais longa série de ganhos semanais desde 2017

Petróleo com mais longa série de ganhos semanais desde 2017
As cotações do "ouro negro" marcaram a quinta semana consecutiva de subidas, completando assim o maior ciclo semanal de ganhos desde novembro de 2017. A sustentar a matéria-prima estiveram os receios de redução da oferta por parte de países como a Venezuela, bem como os bons dados económicos da China e EUA, que diminuíram os receios em torno do crescimento mundial.

Juros da dívida portuguesa sobem antes da DBRS

Juros da dívida portuguesa sobem antes da DBRS
Os juros da dívida nacional a 10 anos avançaram 0,6 pontos base entre segunda e sexta-feira, numa semana em que estava agendada uma possível avaliação do rating da República por parte da agência canadiana DBRS. A subida semanal das “yields” a 10 anos foi quase generalizada na Europa, com exceção de Itália.
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O Stoxx 600, o índice que agrega as 600 principais cotadas, subiu 2,41% esta semana, a negociar perto de máximos de agosto do ano passado. A generalidade das praças europeias manteve-se em alta, marcando assim a segunda semana consecutiva de valorizações.

Os investidores aplaudiram os progressos nas negociações comerciais entre Washington e Pequim. Os bons dados do emprego nos EUA – que se juntaram a outros indicadores positivos provenientes da Alemanha (na sexta-feira apresentou bons números para a produção industrial) – e da China, contribuíram para o otimismo nos mercados acionistas.

Do lado do Brexit, mantém-se a expectativa de que Theresa May e Jeremy Corbyn consigam um entendimento comum quanto ao caminho a seguir. Os líderes do Partido Conservador e do Partido Trabalhista têm mantido conversações nesse sentido.

Além disso, na sexta-feira a primeira-ministra britânica pediu novamente ao Conselho Europeu para prolongar o Brexit até dia 30 de junho. O governo de May confia que será possível obter o apoio do parlamento britânico para a saída do Reino Unido no curto prazo, apesar de o acordo já ter sido chumbado por três vezes.

 

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