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Abertura de mercados: Acções asiáticas negoceiam em máximos de seis anos

As principais praças da Ásia são o mote para uma sessão positiva nos mercados accionistas. Seguem a negociar em alta e transaccionam nos valores mais elevados em seis anos.

Acções asiáticas voltam a cair com receios de regulação na China
Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 02 de Julho de 2014 às 08:06
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O MSCI Asia Pacific, o índice de referência da região, sobe 0,8%, negociando no valor mais elevado desde 9 de Junho de 2008. Os mercados japoneses já terminaram a sessão, com o Nikkei a somar 0,29% para os 15.369,97 pontos, enquanto o Topix apreciou 0,37% para os 1.280,78 pontos.

 

A animar os mercados da região estão os dados económicos conhecidos nos últimos dias e que acalmam os receios em torno de um abrandamento da China. Esta segunda-feira, foi anunciado que a indústria neste país cresceu, em Junho, ao ritmo mais acelerado do último ano.

 

Esta quarta-feira, serão conhecidos outros indicadores relevantes nomeadamente o relatório da ADP relativo à criação de postos de trabalho, nos Estados Unidos, em Junho. As previsões dos economistas apontam para a criação de 205 mil postos de trabalho, depois dos 179 mil criados em Maio.


"As condições económicas continuam a parecer razoavelmente favoráveis e os Estados Unidos continuam a recuperar", explicou à Bloomberg Angus Gliskie, gestor de fundos da White Funds Management.

 

Já os preços do petróleo seguem a negociar em leva alta em ambos os mercados de referência. A matéria-prima está a ser impulsionada pela expectativa de que tenha havido uma quebra nas reservas de crude nos Estados Unidos, que aponte para uma recuperação da procura.

 

Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) soma 0,07% para os 105,41 dólares, depois de ter tocado em mínimos de três semanas. O Brent avança 0,01% para os 112,30 dólares por barril.

 

O euro desce 0,02% para ser negociado nos 1,3677 dólares, num dia em que a moeda norte-americana está a ser condicionada pela expectativa em torno do discurso de Janet Yellen, presidente da Reserva Federal norte-americana, que será proferido esta quarta-feira. O dólar está perto do valor mais baixo em seis semanas face ao  euro.

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