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Abertura dos mercados: Escócia, dados económicos e Apple reúnem a atenção dos investidores

O referendo na Escócia continua a estar no centro das atenções dos investidores nesta terça-feira. Por outro lado, a divulgação de dados económicos e a apresentação da Apple vão merecer também a atenção dos mercados.

Bloomberg
Ana Laranjeiro alaranjeiro@negocios.pt 09 de Setembro de 2014 às 08:28
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O referendo pela independência da Escócia em relação ao Reino Unido, que se realiza no próximo dia 18 de Setembro, deverá continuar a dominar a atenção dos investidores. No último domingo, 7 de Setembro, uma sondagem divulgada pelo jornal Sunday Times dava uma ligeira vantagem ao "sim", ou seja, àqueles que querem que a Escócia se torne um Estado independente do Reino Unido. A diferença de votos é muito pequena, de acordo com esta sondagem – o "sim" obteve 51% das intenções de voto e o "não" 49% - e os mercados reagiram. As acções do sector financeiro britânico registaram desvalorizações e a libra esterlina, a moeda do país, chegou a registar a maior descida dos últimos 14 meses.

 

Esta possibilidade do "sim" conquistar a maioria dos votos pode fazer com que as empresas e os investidores elaborem planos de contingência para fazer face à possibilidade da Escócia tornar-se independente do Reino Unido.

 

Por outro lado, a marcar a sessão desta terça-feira, 9 de Setembro, vai estar a divulgação de alguns dados económicos, nomeadamente, o índice de preços no consumidor na Alemanha e em Portugal, em Agosto. O discurso de Mark Carney, governador do Banco de Inglaterra deverá estar igualmente na agenda dos investidores.

 

Além disso, a Apple agendou para esta terça-feira, 9 de Setembro, uma apresentação e o mercado espera que seja para divulgar o iPhone 6, um relógio inteligente e um sistema de pagamentos electrónico. As expectativas para a apresentação da empresa liderada por Tim Cook são elevadas e as acções da Apple têm vindo a renovar máximos históricos.

 

Nesta terça-feira, 9 de Setembro, no mercado asiático, o índice MSCI Ásia Pacífico desliza 0,3%. E os principais índices japoneses encerraram em alta. O Nikkei somou 0,28% e o Topix avançou 0,08%.

 

Quanto aos preços do petróleo nos mercados internacionais não se verifica uma tendência definida. O West Texas Intermediate soma 0,27% para 92,91 dólares por barril, isto numa altura em que os investidores aguardam pelos dados sobre as reservas dos EUA desta matéria-prima. O mercado antecipa que se verifique um fortalecimento da procura por petróleo nos Estados Unidos, o maior consumidor do mundo desta matéria-prima. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações nacionais, desce 0,23% para 99,97 dólares por barril.

 

No mercado cambial, o euro perde terreno face à divisa norte-americana. A moeda europeia cede 0,05% para 1,2888 dólares, atingindo mínimos de Julho do ano passado. Em relação à moeda nipónica, o iene, o dólar atingiu esta terça-feira o valor mais elevado em cerca de seis anos devido à especulação que os relatórios económicos vão sinalizar que a Reserva Federal dos EUA vai subir as taxas de juro no próximo ano. Assim, o dólar chegou a valer 106,34 ienes, o valor mais elevado desde Outubro de 2008.

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