Matérias-Primas E a melhor bolsa é: Venezuela, pelo segundo ano

E a melhor bolsa é: Venezuela, pelo segundo ano

2013 é um ano de ganhos nas principais bolsas mundiais. A Venezuela é o grande destaque, mais do que triplicando de valor. Mas os máximos varreram as principais praças mundiais.
E a melhor bolsa é: Venezuela, pelo segundo ano
Bloomberg
Sara Antunes 31 de dezembro de 2013 às 15:14

O último ano foi de recuperação económica na maioria das economias, o sistema financeiro regressou à normalidade e os investidores reduziram os receios em relação à economia mundial, à crise de dívida na Europa, aos problemas orçamentais nos EUA.

 

As bolsas americanas atingiram máximos históricos. Os índices europeus renovaram máximos de vários anos e os ganhos foram de dois dígitos.

 

Mas a estrela foi a bolsa venezuelana. O principal índice avançou 279%, ajustado a euros. Este é o segundo ano consecutivo em que a bolsa da Venezuela se destaca. Em 2012 o ganho foi de 295,21%, o que também foi o mais elevado entre os 94 maiores índices mundiais.

 

A seguir à Venezuela surgem as bolsas do Dubai e de Abu Dhabi, com ganhos de 79% e 56 %, respectivamente.

 

Do lado das perdas, destaque para o índice de Istambul, que perdeu 14%, num final de ano marcado por uma polémica elevada em torno do Governo e de suspeitas de corrupção e “quedas” no Executivo devido a este escândalo. A principal bolsa da Turquia inverte assim de papéis face ao ano passado, período em que foi a segundo praça que mais apreciou.

 

Entre as principais bolsas mundiais, destaque para o Japão, com a bolsa a subir mais de 20% este ano (ajustado a euros), num período em que a economia começou a recuperar, conseguindo sair de recessão.

 

Nas praças europeias, os ganhos também foram de dois dígitos, com o índice Stoxx600 a subir 17% e aproximar-se dos níveis verificados em 2008, ano marcado pela falência do Lehman Brothers e pela crise do sistema financeiro.

 

Nos EUA, os máximos são históricos para o Dow Jones e para o S&P 500, com ganhos de 26% e 29%, respectivamente. Já o Nasdaq avançou 37%, atingindo máximos de 2000.




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