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Petróleo recua pressionado por sinais de abrandamento da procura na China e nos EUA

A matéria-prima está a cair mais de 1% nos mercados de Londres e de Nova Iorque, a reflectir os receios de que a procura de petróleo nas duas maiores economias do mundo poderá abrandar. Esta é a segunda sessão consecutiva de quedas do preço do ouro negro.

Andreia Major amajor@negocios.pt 11 de Julho de 2011 às 09:00
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O Brent do Mar do Norte, negociado em Londres, recua 1,17% para 116,95 dólares por barril. Em Nova Iorque, o barril de crude WTI, negociado na Nymex, cede 1,12% para 95,12 dólares por barril.

Os investidores estão a recear que uma quebra nas importações de matéria-prima da China e o aumento do desemprego nos Estados Unidos, indiquem que a procura de petróleo poderá abrandar nos dois maiores países consumidores da matéria-prima, de acordo com a Bloomberg.

As importações líquidas de petróleo da China caíram 10% em Junho, para o valor mais baixo em oito meses, segundo cálculos da Bloomberg.

Os preços do petróleo também registaram uma quebra quando o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos revelou, a 8 de Julho, que as empresas criaram o menor número de postos de trabalho em nove meses, e que a taxa de desemprego subiu inesperadamente para o nível mais alto deste ano.

“Temos uma convergência de factores hoje, fraca criação de emprego nos Estados Unidos, receios do Banco de Itália e os dados de comércio da China”, disse Serene Lim, estratega de matérias-primas do Austrália & New Zealand Banking Group.

“As importações da China caíram face ao mês passado, mas isso deve-se a factores sazonais”, acrescentou o estratega.

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