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Petróleo regista maior queda de cinco meses a perder mais de 4,5%

Os preços do petróleo seguem a reforçar o movimento de queda, pressionados pelos receios de que o crescimento nos Estados Unidos e na China desacelere, o que diminuirá a procura por parte dos dois países, que são os maiores consumidores mundiais de energia.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 01 de Julho de 2010 às 16:34
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Os preços do petróleo seguem a reforçar o movimento de queda, pressionados pelos receios de que o crescimento nos Estados Unidos e na China desacelere, o que diminuirá a procura por parte dos dois países, que são os maiores consumidores mundiais de energia.

O contrato de Agosto do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os EUA, afunda 4,67% em Nova Iorque, para 72,10 dólares por barril.

Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, perde 4,64% em Londres, para 71,53 dólares por barril.

A contribuir para intensificar as perdas do crude nos mercados internacionais, que registam a maior descida das últimas cinco semanas, estão os dados macroeconómicos provenientes dos Estados Unidos, que ficaram aquém das expectativas.

Além disso, a actividade industrial na China cresceu a um ritmo menor em Junho, pelo segundo mês consecutivo, dando assim novos sinais de que o crescimento económico do país poderá estar a arrefecer.

“O mercado está muito sensível. Em termos de futuro, há uma perspectiva muito mais negativa neste momento do que há dois meses. Existem, decididamente, muitos receios em relação ao crescimento”, comentou à Bloomberg o responsável pelo departamento de análise energética do Goldman Sachs, David Greely.

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