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Petróleo recua após fixar máximo histórico nos 78,77 dólares (act.2)

O preço do barril de petróleo segue a aliviar dos valores recorde, depois da quebra maior do que a esperada nas reservas de crude dos EUA. O aumento dos inventários de gasolina e os receios dos investidores quanto a uma possível recessão dos mercados estã

Paulo Moutinho 01 de Agosto de 2007 às 16:29
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O preço do barril de petróleo segue a aliviar dos valores recorde, depois da quebra maior do que a esperada nas reservas de crude dos EUA. O aumento dos inventários de gasolina e os receios dos investidores quanto a uma possível recessão dos mercados estão a ajudar à inversão da tendência.

O West Texas Intermediate (WTI) [cl1], transaccionado em Nova Iorque, segue a desvalorizar 0,29% e a cotar nos 77,98 dólares, isto depois de ter fixado um novo máximo histórico (desde que começou a ser negociado e registado  em 1983) ao tocar nos 78,77 dólares.

Em Londres, o "brent" [co1] perdia mais de 1% para 76,20 dólares.

O crude superou a anterior marca recorde, que tinha sido atingida a 14 de Julho do ano passado, nos 78,40 dólares, depois de ter sido revelado nos EUA que "stocks" de petróleo caíram em 6,49 milhões de barris, quando os analistas apontavam para uma redução de apenas um milhão.

No entanto, os ganhos foram momentâneos e as cotações estão em queda.

A contribuir para a descida dos preços está o facto do Departamento de Energia dos EUA ter revelado que os inventários de gasolina, combustível mais utilizado neste época do ano, aumentaram em 2,8 milhões de barris, fazendo diminuir os receios de escassez na oferta.

A travar os ganhos está também a actual situação dos mercados accionistas.

As praças mundiais voltam a desvalorizar, seguindo a perder mais de 2%, levando os investidores a temer o receio de uma recessão, o que provocaria uma quebra na procura pela matéria-prima.

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