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O ano em que o petróleo disparou, caiu, tremeu e se fragilizou

Os preços do "ouro negro" viveram um ano conturbado, ao sabor da guerra na Ucrânia, das sanções contra Moscovo e das retaliações de Putin, com a elevada inflação a fazer mossa e a chamar ao palco uma subida de juros por parte de muitos bancos centrais - criando um cenário de potencial recessão que deixa recear uma menor procura. Sem esquecer a covid na China.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 31 de Dezembro de 2022 às 18:30
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No ano passado, quase todos os segmentos do setor das matérias-primas registaram ganhos – e as grandes vedetas, que mais retornos geraram aos investidores, foram as "commodities" da energia, com o petróleo no pódio das maiores valorizações. E tudo apontava para que, em 2022, o crude tivesse mais um ano em cheio. Mas não foi isso que sucedeu.

 

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