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Abertura dos mercados: Euro alivia de mínimos em dia morno para a Europa

A moeda única europeia, que atingiu na última sessão um mínimo de Novembro de 2017, volta aos ganhos. Na Europa as principais praças abrem no verde, embora os ganhos não sejam expressivos.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 24 de Maio de 2018 às 09:25
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Os mercados em números

PSI-20 subiu 0,11% para 5.706,39 pontos

Stoxx 600 aprecia 0,08% para os 392,89 pontos

Nikkei desvalorizou 1,11% para 22437,01 pontos

"Yield" a 10 anos de Portugal cai 0,4 pontos base para 1,952%

Euro valoriza 0,23% para os 1,1723 dólares

Petróleo desvaloriza 0,43% para os 79,46 dólares

 

Europa tímida mas no verde

Os mercados europeus abriram com alguma timidez mas com nota positiva. O Stoxx 600 aprecia 0,08% para os 392,89 pontos, impulsionado pelas cotadas do sector das matérias-primas. Já o sector automóvel pesa pela negativa, com uma quebra de 0,59% depois de Donald Trump ter ordenado uma investigação às importações desta indústria para os EUA.

 

Em Lisboa, O PSI-20 iniciou a sessão a subir 0,11% para 5.706,39 pontos, com oito cotadas em alta, cinco em queda e cinco inalteradas. O BCP,  Galp, e Jerónimo Martins são os principais responsáveis pelo desempenho do índice.  

 

Obrigações nacionais reforçam quedas

Os juros da dívida portuguesa a dez anos, a maturidade de referência, caem 0,4 pontos base para 1,952%. Reforçam desta forma a trajectória descendente que se verifica desde terça-feira, quando a queda foi de 4,4 pontos base, corrigindo um início de semana a pique, em que a valorização chegou aos 13,7 pontos base.

Na Alemanha a tendência é oposta, e os juros sobem 0,7 pontos base para os 0,514%. Desta forma, o prémio da dívida portuguesa face á alemã situa-se nos 1,438 pontos base.

 

Euro alivia de mínimos

A moeda única europeia está a valorizar 0,23% para os 1,1723 dólares. O euro aprecia depois de duas sessões consecutivas de quedas, que o colocaram a cotar em mínimos de Novembro do ano passado. A divisa europeia tem sido penalizada pelos dados menos favoráveis, que mostram uma desaceleração da economia. O dólar é penalizado pela ordem de Trump ao Departamento do Comércio americano, ao qual pediu uma investigação acerca do impacto das importações de veículos em termos de segurança nacional – argumento que justificou a imposição de outras tarifas no passado recente.

 

Brent inverte ganhos

O barril de Brent, negociado em Londres e referência na Europa, desvaloriza 0,43% para os 79,46 dólares. Depois de três sessões consecutivas a valorizar, o "ouro negro" interrompe a semana de ganhos. Já o West Texas Intermediate (WTI), transaccionado em Nova Iorque, alinhar nas quedas com o Brent, registando uma quebra de 0,36% para os 71,58 dólares, depois da contagem semanal revelar um aumento das reservas. No fecho da última sessão o WTI atingiu o maior prémio em comparação com o barril londrino desde Abril de 2015.

 

Ouro e prata com pouco brilho. E o alumínio?

Esta quinta-feira ouro e prata seguem a valorizar timidamente. O metal amarelo avança 0,23% para os 1.296,36 por onça e a prata sobe 0,30% para os 16,5028 dólares por onça. Contudo, esta quinta-feira os olhos dos mercados vão estar virados para o alumínio, no dia em que a produtora russa Rusal alerta para possíveis fragilidades a partir de Outubro. Nesse mês, o actual CEO vai abandonar o cargo na sequência de pressões dos EUA, que impôs sanções com o objectivo de atingir oligarcas russos.

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