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Ao minuto26.08.2020

Europa fecha em alta e ouro trava queda

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

O rápido contágio do coronavírus atirou os mercados acionistas mundiais para a pior semana desde 2008, com quedas acima de 11%.
Justin Lane/EPA
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26.08.2020

Juros da Zona Euro estáveis em dia de leilões na região

Os juros da dívida da Zona Euro terminaram o dia praticamente estáveis, depois de terem registado o maior ganho diário em quase quatro meses, na sessão de ontem.

A taxa de referência da Alemanha subiu 2 pontos base para os -0,416%, enquanto que os juros de Itália, com um risco significativamente maior, terminaram praticamente estáveis nos 1,085%, perto de um máximo de três semanas.

Os valores do mercado de dívida estabilizaram depois de a "yield" alemã subir quase 7 pontos base na terça-feira, altura em que os investidores aumentaram o seu apetite pelo risco.

Nesta quarta-feira, a Alemanha colocou 2,99 mil milhões de euros em dívida a 15 anos, com uma procura 1,5 vezes superior à oferta.

Já P
ortugal garantiu o juro mais baixo em nove meses para se financiar a dez anos, num duplo leilão de dívida em que o IGCP levantou um total de 1.250 milhões de euros.

Na emissão a dez anos o IGCP colocou 800 milhões de euros com uma taxa de juro de 0,336%, abaixo da yield de 0,352% que aceitou pagar na mais recente emissão comparável, a 22 de julho. Nessa ocasião, o instituto que gere a dívida pública emitiu um total de 820 milhões de euros em obrigações a dez anos.

26.08.2020

Europa em máximos de duas semanas com dados económicos animadores

As bolsas europeias terminaram a sessão desta quarta-feira em alta, negociando acima da média móvel de 200 dias pela primeira vez, nas últimas duas semanas.

Em termos técnicos, superar a resistência móvel dos 200 dias, pode significar que o "rally" positivo tem pernas para continuar no médio prazo.

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região, avançou 0,9%, com os setores tecnológicos e de mineração a liderarem os ganhos do dia.

Dezassete dos dezanove setores representados no Stoxx 600 terminaram o dia em alta, com o setor do imobiliário a ter um aumento de 95% nas ações transacionadas face à média diária dos últimos trinta dias.

Em destaque esteve o índice alemão, o DAX de Frankfurt, que ganhou 1%, num dia em que o governo germânico largou um envelope de mais de 11 mil milhões de euros num programa destinado a combater o desemprego. 

Entre as empresas com maiores ganhos estiveram a Elekta (+11,1%), a AVEVA Group (+9,7%) e a Pandora (+9,4%). No campo contrário estiveram a Ambu (-13,4%), a Mowi (-6,4%) e a TGS NOPEC Geophysical (-3,2%).

26.08.2020

Petróleo sobe nos EUA mas Brent cai pressionado por evolução da pandemia

Os preços do petróleo divergiam esta quarta-feira de cada lado do Atlântico. Nos Estados Unidos, a quinta semana consecutiva de queda nas reservas de crude e a suspensão da produção no Golfp do México devido ao furacão Laura sustentaram o ouro negro.

O West Texas Intermediate para entrega em outubro avança 0,18%, para 43,43 dólares por barril.

Na Europa, contudo, o aumento de novos casos de infeção pelo coronavírus responsável pela covid-19 pressionou o preço da matéria-prima. Os contratos de outubro do Brent, de referência para Portugal, cediam 0,35%, para 46,70 dólares por barril.

26.08.2020

Dólar sem grandes variações à espera de Powell

O dólar e o euro estão a negociar nos mercados cambiais com variações ligeiras na sessão desta quarta-feira. Os investidores mostram-se sobretudo expectante quanto àquilo que poderá ser o conteúdo do discurso que o presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Jerome Powell, fará amanhã e as respetivas pistas sobre o futuro da política monetária da maior economia mundial. 

Deste modo, o euro segue a ganhar ténues 0,12% para 1,1821 dólares, enquanto o dólar recua pelo segundo dia ao registar uma pequena depreciação de 0,02% contra um cabaz composto pelas principais divisas mundiais. 

26.08.2020

Ouro interrompe série de perdas com subida de 0,3%

O preço do ouro voltou a valorizar no final da sessão desta quarta-feira, colocando um ponto final a uma série de três dias consecutivos a desvalorizar.

Por esta altura, o metal precioso aprecia 0,32% para os 1.934,08 dólares por onça, impedindo a maior sequência de desvalorizações desde março deste ano.

Numa altura em que os índices voltam a estar em máximos históricos, com Wall Street a protagonizar este "rally", os investidores viraram-se para ativos considerados mais arriscados nos últimos dias, como é o caso das ações. 

26.08.2020

Bolsas dos EUA marcam novos máximos

O Nasdaq Composite renova máximos históricos pela sexta sessão consecutiva, com a abertura positiva desta quarta-feira, em Wall Street, num dia em que os investidores estão animados com os resultados de várias empresas de tecnologia.

Para além do índice tecnológico, também o S&P 500 volta a renovar máximos históricos.


Por esta altura, o Nasdaq ganha 0,53% para os 11.527,70 pontos, acima dos 11.466,47 pontos registados no fecho de ontem, o máximo histórico até então.

O S&P 500, o índice de referência em Wall Street, valoriza 0,12% para os 3.447,67 pontos, renovando os máximos de ontem, depois deste índice ter terminado nos 3.443,62 pontos. 

Já o Dow Jones é incapaz de acompanhar a tendência das congéneres norte-americanas e regista uma queda de 0,16% para os 28.215,50 pontos, em vésperas de efetuar uma alteração no seu lote de empresas mais influentes.

26.08.2020

Dólar sobe à espera de Powell

A moeda norte-americana está a subir contra o euro e contra as principais divisas mundiais, em vésperas do discurso do presidente da Fed, Jerome Powell.

Os investidores esperam que, esta quinta-feira, Powell apresente uma revisão do quadro de políticas da Fed. É levantada a hipótese de novos pacotes de estímulos relevantes dado que a economia mantém-se fraca e o mercado de trabalho também.

O euro está a perder 0,22% para os 1,1809 dólares e o Dólar Index Spot avança 0,06%.

26.08.2020

Ouro cai com alívio das tensões

A notícia de que a China se prepara para comprar uma quantidade recorde de soja aos Estados Unidos veio sinalizar um alívio das tensões entre as duas maiores economias do mundo, o que prejudica o ouro no seu estatuto de ativo refúgio.

O metal amarelo desce 0,57% para os 1.917,28 dólares por onça.

A compra por parte da China é feita numa altura em que os preços da soja caíram, aproveitando o país esta oportunidade para cumprir com alguns dos compromissos fechados na primeira fase do acordo comercial entre as duas nações.

26.08.2020

Petróleo segura-se em máximos de cinco meses

O petróleo está a subir, mantendo-se desta forma nos máximos de cinco meses que atingiu na última sessão.

A impulsionar as cotações da matéria-prima está o furacão Laura, que paralisou refinarias chave nos Estados Unidos. Paralelamente, a procura parece estar a aumentar.

O barril de Brent, que serve de referência na Europa e é negociado em Londres, avança 0,33% para os 46,01 dólares. Já em Nova Iorque, o West Texas Intermediate aprecia 0,05% para os 43,37 dólares.

O furacão deverá atingir a costa entre os estados do Texas e Louisiana esta quarta e quinta-feira. Mais de 84% da produção de petróleo no golfo do México está de momento encerrada, correspondendo a cerca de 3 milhões de barris diários. Cerca de 10% da capacidade dos Estados Unidos pode ter de se manter inativa nos próximos seis meses, tendo em conta a rota prevista da tempestade.

Por outro lado, fontes próximas do Instituto Americano de Petróleo revelam que os inventários de crude terão diminuído em 4,52 milhões de barris na última semana, o que representará a quinta semana seguida de quebra caso estas informações sejam confirmadas pelos dados oficiais, que chegam na quinta-feira.

26.08.2020

Juros de Portugal sobem em dia de duplo leilão

Com as ações na Europa em alta, as obrigações da generalidade dos países seguem em queda e, consequentemente, os juros em alta. Na Alemanha, a yield associada às obrigações a dez anos avança 1,3 pontos base para -0,421%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, a subida é de 0,6 pontos para 0,382%.

Em Portugal, os juros das obrigações a dez anos aumentam 1 ponto base para 0,407% no dia em que o IGCP vai regressar ao mercado para um duplo leilão de dívida a seis e dez anos com o objetivo de levantar até 1.250 milhões de euros.

Em Itália, vê-se a tendência oposta, com a yield no prazo de referência a descer 1 ponto base para 1,013%.

26.08.2020

Banca e imobiliário sustentam bolsas na Europa

As bolsas europeias estão em alta ligeira esta quarta-feira, 26 de agosto, depois de, nos Estados Unidos, o S&P500 ter atingido um novo máximo histórico, ajudado pelo Facebook.

Os investidores continuam a refletir o otimismo em torno do desenvolvimento de novos tratamentos e vacinas para a covid-19, apesar de se manter a cautela devido às dificuldades em travar a pandemia em várias regiões do globo, e às perspetivas desanimadoras para a recuperação global.

No Japão, as autoridades avisaram que já estão perante uma segunda vaga da pandemia, maior do que a primeira, e em países como Espanha e Alemanha, os novos casos de infetados continuam a aumentar.

Além da pandemia, os investidores estão atentos à Reserva Federal esta semana, esperando pelo discurso do presidente do banco central, Jerome Powell, que vai discursar na quinta-feira sobre a revisão do quadro de política monetária da Fed.

Nesta altura, o índice de referência para a Europa, o Stoxx600, avança 0,20% para 370,50 pontos, sustentado sobretudo pela banca e pelas cotadas do setor imobiliário.

Por cá, o PSI-20 valoriza ligeiros 0,06% para 4.384,21 pontos, impulsionado sobretudo pelo BCP e pela Galp, precisamente as cotadas que pressionaram na abertura da sessão.

26.08.2020

Futuros da Europa em alta ligeira

As bolsas na Ásia ficaram registaram variações pouco acentuadas, enquanto nos Estados Unidos se mantêm sensivelmente no mesmo nível, depois de terem sido registados recordes na última sessão. Na Europa, os futuros apontam subidas ligeiras.

Os investidores continuam atentos aos novos surtos de covid-19 mas também aos desenvolvimentos quanto à vacina que combate a mesma doença. Os casos aumentam em Espanha e na Alemanha mas parecem estar a aliviar em partes dos Estados Unidos até agora muito castigadas.

Paralelamente, aguarda-se o discurso do presidente da Fed, Jerome Powell, no qual se espera uma revisão da política focada numa nova estratégia para a inflação. Estas novidades chegam na quinta-feira, depois de a confiança dos consumidores nos Estados Unidos ter descido para mínimos de 2014.

"A Fed só tem garantido que as taxas não vão a lado nenhum por pelo menos dois anos", referem especialistas do Saxo Bank, em declarações à Bloomberg, Neste sentido, "as ações continuam a ser a única forma para os investidores escaparem à estagnação que estamos a ver na economia real que este mundo de juros zero produz", conclui.

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