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Europa fixa novo recorde com setor das viagens a liderar os ganhos. Juros da dívida aliviam

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Negócios 08 de Junho de 2021 às 17:46
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08.06.2021

Europa fixa novo recorde com setor das viagens a liderar os ganhos

As bolsas europeias encerraram em terreno misto, sem oscilações de relevo, numa altura em que os investidores avaliam os últimos desenvolvimentos económicos.

 

O índice que agrega as 600 maiores cotadas da região estabeleceu um novo máximo histórico, pela terceira sessão consecutiva, com os dados económicos mais recentes a sinalizarem margem para uma política monetária branda e para uma retoma sem sobreaquecimento.

 

O Stoxx 600 encerrou a somar 0,15%, para 454,24 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão chegou a negociar nos 455,66 pontos, um máximo de sempre.

 

O setor das viagens & lazer foi o que mais sustentou as subidas, com um ganho de 1,8%, animado pelas empresas de jogo e apostas e pelas operadoras hoteleiras.

 

A contribuir para o movimento de alta estiveram também as cotadas do imobiliário (+1,1%) e do retalho (+0,5%).

 

Já o setor automóvel, que ontem liderou os ganhos, cedeu nesta terça-feira 1,1%, seguido da banca (-1%) – com esta última a ser penalizada pela queda dos juros das dívidas soberanas.

 

As bolsas apagaram por breves momentos os seus ganhos, esta manhã, devido a uma falha na Fastly – a empresa fornecedora de CDN, a rede de distribuição de conteúdos, que assegura o funcionamento de vários websites de relevo que acabaram por sofrer um "apagão" –, mas o problema foi rapidamente resolvido.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cedeu 0,2%, o italiano FTSEMIB recuou 0,1% e o espanhol IBEX 35 deslizou também 0,1%. Nos ganhos, o britânico FTSE 100 avançou 0,3% e o francês CAC-40 somou 0,1%. Em Amesterdão, o AEX subiu 0,1%.

 

"Os mercados de ações abriram ligeiramente em alta na Europa esta terça-feira, com os ganhos nas ações das utilities a serem contrabalançados pelas perdas no setor automóvel. Não sendo detetada nenhuma ação significativa, os investidores enfrentam agora mercados muito menos voláteis e direcionados devido à falta de catalisadores de mercado", comentou Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.


"A maioria dos benchmarks ainda está a tentar aproximar-se de altas históricas e os investidores precisam de mais catalisadores de alta que impulsionem os preços das ações e justifiquem uma subida prolongada do mercado acionista", acrescentou.

08.06.2021

Perspetiva de maior consumo sustenta preços do petróleo

O "ouro negro" segue em alta, animado pelo otimismo quanto à retoma da procura pela matéria-prima.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho segue a somar 0,39% para 69,50 dólares por barril. Isto depois de ontem ter chegado a negociar acima dos 70 dólares, em máximos de outubro de 2018, antes de ceder terreno.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,15% para 71,60 dólares.

 

O Brent transacionou na passada sexta-feira nos 72,17 dólares, o que não acontecia desde maio de 2019.

 

Na sessão de hoje, os preços chegaram a estar a negociar no vermelho, devido à tomada de mais-valias por parte dos investidores por força da valorização do dólar (que torna menos atrativos os ativos negociados na nota verde para quem transaciona com outras moedas).

 

No entanto, as perspetivas otimistas quanto a um aumento da procura por combustível, numa altura em que diminuem as restrições decorrentes da pandemia e em que se aproxima o verão e a maior utilização de automóveis para viagens de férias, acabaram por levar o petróleo de novo para terreno positivo.

08.06.2021

Ouro desvaloriza à espera de dados sobre a inflação

O metal precioso desvalorizava durante a tarde enquanto os investidores esperam pelos resultados dos mais recentes estudos sobre a inflação americana.

A onça de ouro chegou assim a custar 1893 dólares durante a tarde desta terça-feira, aliviando o preço em 0,29%. É a primeira queda dos últimos dois dias, ao longo dos quais o metal precioso valorizou 1,5%.

Os investidores estão à espera dos resultados do relatório do CPI, esperado esta quinta-feira, que deverá revelar alguns indicadores chave sobre a inflação nos Estados Unidos. Esses dados poderão alterar a estratégia de compras e estímulos económicos da reserva Fedral Americana, que deverá reunir na próxima semana. Dados acima do esperado poderão levar ao levantamento de alguns programas de apoio económico, o que muito provavelmente fará baixar o preço do ouro.

08.06.2021

'Apagão' alivia yields na Europa

A yield da divida soberana  aliviava esta tarde em várias economias europeias entre os 2 e os quatro pontos base à boleia do ‘apagão’ que se registou em vários sites de informação, que terá assustado os investidores.

Assim, a yield alemã para a dívida 10 anos aliviava 2,1 pontos base para uma taxa de juro de -0,220%, enquanto em Itália a taxa recuava 3,8 pontos base para os 0,875%.

Em Portugal o comportamento foi semelhante, com um alivio de 2,8 pontos base nas taxas de juro da dívida pública que se fixavam em torno dos 0,438%, e Espanha viu a yield aliviar 3 pontos base, para os 0,441%.

A Bloomberg atribui as descuidas nas taxas de juro desta terça-feria ao ‘apagão’ registado nas plataformas de algumas empresas e órgãos de comunicação social, entretanto resolvido, que terá assustado os investidores, levando-os a procurar produtos menos voláteis, como a dívida soberana.

08.06.2021

Euro desvaloriza ligeiramente face à nota verde

Com os investidores a aguardar por quinta-feira, dia para o qual está marcada a reunião do BCE sobre política monetária e a divulgação de dados sobre a inflação nos EUA, os analistas apontam para sessões de maior cautela, à espera de sinais mais claros.

As duas principais moedas da Europa, o euro e a libra esterlina, estão a perder terreno nesta sessão. O euro deprecia 0,08% para os 1,2180 dólares e a libra esterlina desvaloriza 0,38% para os 1,4129 dólares. Hoje foram conhecidos dados sobre a produção industrial na Alemanha em abril, mais baixos do que antecipado. 

Já do outro lado do Atlântico, o dólar regista ganhos ligeiros nesta sessão. O índice que mede o desempenho da nota verde perante um cabaz de outras divisas aprecia 0,16%. 

08.06.2021

Após volatilidade de "apagão" online, Wall Street abre em alta

Os índices de Wall Street arrancaram a sessão desta terça-feira em terreno positivo, isto após ter sido resolvido o "apagão" que deixou offline vários sites de jornais internacionais e da própria Casa Branca, o que gerou alguma volatilidade na pré-abertura.

O dia positivo que se vive na Europa, onde apenas Lisboa e Madrid destoam ao apresentarem quedas, foi imitado do outro lado do Atlântico, com os investidores a continuarem focados na inflação e no impacto que poderá ter na política seguida pela Reserva Federal.

O Dow Jones avança 0,06%, para os 34.651,54 pontos, enquanto o S&P 500 sobe 0,20%, para 4.235,01 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite ganha 0,46%, para os 13.946,02 pontos, animado também pela valorização da Tesla, após a empresa de Elon Musk ter revelado que as entregas de automóveis produzidos na China aumentaram 29% em maio face ao mês anterior.

08.06.2021

Europa no verde com turismo e lazer em destaque

As principais praças europeias estão a negociar em alta na manhã desta terça-feira, no mesmo dia em que o Eurostat revelou que a contração da economia da Zona Euro foi ligeiramente menor do que antecipado, dando sinais sobre uma possível recuperação económica.

O STX600, o índice de referência que agrega as 600 principais cotadas europeias, está a avançar 0,16%. O setor do turismo e lazer está a liderar as subidas, ao ganhar 0,7%, depois de o Goldman Sachs ter melhorado a recomendação para as ações da companhia aérea easyJet para ‘comprar’.

Já o setor automóvel esta a cair 0,5%, após terem sido revelados dados menos favoráveis sobre a evolução da atividade industrial na Alemanha no mês de abril, penalizados pela falta de semicondutores na maior economia europeia.

No velho continente, as principais praças estão a negociar em terreno positivo. O espanhol IBEX 35 avança 0,07%, o francês CAC40 aprecia 0,33% e o inglês FTSE100 ganha 0,25%. Já o alemão DAX aprecia 0,15%.

08.06.2021

Ouro desliza com investidores à espera de dados

O ouro está a depreciar 0,37% nesta sessão, para os 1.892,15 dólares a onça, numa altura em que os investidores estão de olho na divulgação de dados sobre a inflação nos EUA. Também esta semana haverá conferência de imprensa após a reunião do Banco Central Europeu (BCE), que dará algumas pistas sobre a política monetária.

A redução da procura pelo ouro acontece num momento em que o dólar está em alta. Os analistas ouvidos pela Reuters apontam que "os investidores estão à espera da confirmação dos dados dos EUA esta semana" relativos à inflação. Margaret Yang, estratega na DailyFX, refere que "é expectável que os dados dos EUA tenham um efeito misto no ouro".

Já outros analistas referem que "o ouro vai sentir dificuldade para manter os ganhos acima dos 1.900 dólares a onça até que os dados sobre a inflação dos EUA saiam do caminho".

08.06.2021

Juros pouco alterados na Europa

Os juros da dívida soberana seguem com variações muito ligeiras na generalidade dos países do euro, a cair menos de 0,5 pontos base.  

Por cá, os juros da dívida a dez anos descem 0,2 pontos para 0,464%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, a descida é de 0,2 pontos para 0,468%. Na Alemanha, a referência para a região, a yield a dez anos recua 0,2 pontos para -0,202%.

08.06.2021

Euro e libra estão a perder terreno

As duas principais moedas europeias, o euro e a libra esterlina, estão a perder terreno na sessão desta terça-feira. O euro, a moeda única da União Europeia, deprecia 0,17% para os 1,2169 dólares. 


Já a libra esterlina cai 0,36% para os 1,4132 dólares. 


Do outro lado do Atlântico, o índice que mede o desempenho do dólar contra um cabaz composto por outras divisas sobe 0,20%. 

08.06.2021

Petróleo cai pela segunda sessão

O petróleo está a negociar em queda nos mercados internacionais, pela segunda sessão consecutiva, depois de ter atingido os 70 dólares por barril em Nova Iorque pela primeira vez desde outubro de 2018.

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI) desliza 0,69% para 68,74 dólares, enquanto o Brent, transacionado em Londres, desce 0,73% para 70,97 dólares.

Embora a subida de preços tenha aliviado, há confiança nas perspectivas para a procura à medida que a vacinação contra a covid-19 acelera e a mobilidade aumenta.

A BP prevê uma forte recuperação, e o tráfego em várias cidades europeias já atingiu os níveis de 2019 pela primeira vez desde o início da pandemia.

08.06.2021

Futuros da Europa e EUA quase inalterados

Os futuros das ações da Europa e dos Estados Unidos estão pouco alterados esta terça-feira, com os investidores à espera de mais pistas sobre o rumo da política monetária dos grandes bancos centrais face às pressões inflacionistas. No radar dos investidores está a divulgação dos dados da inflação nos Estados Unidos, esta quinta-feira, o indicador mais relevante que será conhecido antes da decisão da Fed no final do mês.

Na sessão asiática, o japonês Topix subiu 0,1%, o sul-coreano Kospi desceu 0,1%, o Hang Seng de Hong Kong desvalorizou 0,5% e o chinês Shanghai Composite perdeu 0,9%.

As ações globais continuam a oscilar perto de máximos históricos, sustentadas pela reabertura das economias e pelos apoios dos bancos centrais. No entanto, persistem as preocupações sobre quanto tempo irá durar este apoio extraordinário, já que as autoridades acabarão por reduzir os estímulos à medida que a recuperação ganhe ritmo.

"Defendemos a importância de olhar para a volatilidade do mercado de curto prazo e permanecer pró-risco, com base na nossa crença de que a Fed ainda enfrenta obstáculos muito grandes para mudar a sua postura de política monetária acomodatícia", escreveram estrategistas do BlackRock Investment Institute liderados por Elga Bartsch numa nota citada pela Bloomberg.

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