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Ao minuto12.06.2020

Bolsas europeias recuperam de tombo e juros da periferia afundam

Acompanhe aqui o dia nos mercados, minuto a minuto.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 12 de Junho de 2020 às 17:10
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12.06.2020

Petróleo com primeira queda semanal desde abril

O petróleo segue pouco alterado e com tendência mista em Londres e Nova Iorque, depois de ter registado uma queda acentuada na sessão de quinta-feira.

 

O WTI cede 0,58% para 36,13 dólares depois de ontem ter recuado 8,23%. O Brent valoriza 0,6% para 38,78 dólares, recuperando parte do tombo de 7,62% da véspera.

 

No acumulado da semana o saldo foi negativo pela primeira vez desde finais de abril, com perdas de 8% na bolsa de Londres em cinco sessões.

 

O alerta da Fed de forte contração económica nos EUA este ano e os receios com uma segunda vaga de covid-19, bem como a subida dos stocks nos EUA para níveis recorde, ofuscaram o anúncio de que a OPEP+ vai prolongar os cortes históricos de produção.

12.06.2020

Bolsas europeias recuperam de maior tombo desde março

As bolsas mundiais viveram um dos piores trimestres da sua história, arrastadas pelo surto do novo coronavírus.

As bolsas europeias marcaram a primeira sessão em alta da semana, mas recuperaram apenas uma pequena parte do tombo da véspera.

O Stoxx600 subiu 0,28% para 354,06 pontos, depois de ter afundado mais de 4% numa sessão de sell off nos principais mercados mundiais, com as bolsas europeias e norte-americanas a registarem a pior sessão desde março.

Os índices europeus foram impulsionados pelos setores mais castigados nas últimas sessões, com destaque para a automóvel (+1,45%) e imobiliário (+1,5%).

Apesar da subida de hoje, o índice europeu fechou contudo longe dos máximos da sessão e o alemão DAX até fechou em terreno negativo, com o alívio registado na parte final da sessão a mostrar que os investidores continuam apreensivos com a possibilidade de uma nova vaga de covid-19 em várias regiões do globo e também com dimensão da recessão que vai marcar a economia mundial este ano.

Existe a preocupação crescente de novos "lockdowns" em vários estados dos EUA onde a propagação do vírus está a aumentar e o Reino Unido revelou que o PIB recuou mais de 20% em abril.

12.06.2020

Euro cede ligeiramente face ao dólar com confiança dos consumidores dos EUA

O euro seguia a recuar de forma ligeira face à divisa norte-americana, que beneficiava da subida na confiança dos consumidores dos EUA em junho, que superou as previsões dos analistas.

A moeda única europeia perdia 0,09%, para 1,1289 dólares, mas avançava perante as divisas britânica e japonesa. O euro cotava nas 0,8977 libras esterlinas e nos 121,2300 ienes, o que traduzia valorizações de 0,12% e de 0,41%, respetivamente.

Em termos semanais, o euro acumula uma descida de 0,03% em relação ao dólar. Já perante a libra esterlina a moeda única europeia ganhou 0,72% na semana. Face ao iene a semana saldou-se por uma perda de 2% pelo euro.

12.06.2020

Juros da periferia afundam com correção das bolsas

No início da sessão europeia, os juros da dívida alemã eram os únicos, a par da Grécia, que estavam a negociar em queda, uma vez que, dada a incerteza dos mercados de ações, os investidores procuraram algum refúgio na dívida germânica, com um risco substancialmente menor que as congéneres europeias.

Contudo, com a mudança no sentimento dos mercados de ações - precipitada ainda mais pela abertura em alta de Wall Street - também os juros dos países da chamada periferia da Zona Euro reverteram o cenário. 

Agora, os juros de Itália afundam 6,3 pontos base para os 1,431%, ainda acima dos juros helénicos que perdem 4,5 pontos base para os 1,239%. 

Em Portugal, a taxa de referência a dez anos recua 4,0 pontos base para os 0,551%, semelhante ao comportamento da vizinha Espanha, que vê os seus juros a dez anos caírem 4,1 pontos base para os 0,579%.

Os da Alemanha continuam em queda, mas já não destoam dos pares da Zona Euro. Por esta altura, recuam 1,6 pontos base para os -0,433%.  

12.06.2020

Wall Street: depois da tempestade, a recuperação. Índices ganham mais de 2%

O Dow Jones teve uma valorização de mais de 11% na terça-feira.

Os principais índices de Wall Street abriram a última sessão desta semana em alta, recuperando da maior queda diária desde março registada ontem. 

Sendo assim, por esta altura o Dow Jones sobe 2,74% para os 25.797,36 pontos e o S&P 500 avança 2,51% para os 3.077,31 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite, o único que mantém um ganho acumulado no ano, valoriza hoje 2,48% para os 9.728,24 pontos.

Ontem, os três maiores índices de Wall Street sofreram uma queda de cerca 6%, naquela que foi a maior desvalorização diária num só dia desde 16 de março, altura em que começou o confinamento nos Estados Unidos. 

Contudo, hoje verifica-se uma correção técnica, depois de os investidores terem aproveitado a baixa de preços no dia de ontem para comprar títulos com desconto. Assim, as ações mais prejudicadas na sessão anterior, são hoje as que mais sobem.

Exemplo disso é o setor bancário, com o Bank of America Corp, o Citigroup Inc e o Morgan Stanley a subirem entre 3% e 5%. 

Parte dos receios que fizeram tombar os índices em todo o mundo ontem, continuam a pairar no ar, mas mais ofuscados. São eles a preocupação de uma segunda nova ronda de contágio da covid-19 e as perspetivas mais pessimistas para a economia mundial.

12.06.2020

Europa inverte e já sobe mais de 1%. PSI-20 acompanha

Apesar das quedas iniciais, as praças europeias conseguiram reverter e assumem agora um ganho superior a 1%, com a bolsa nacional a acompanhar este cenário. 

O Stoxx 600, índice que reúne as 600 maiores cotadas da região, salta 0,71% para os 4.395,69 pontos. Entre os setores, o automóvel é o que mais sobe (+2,96%), apoiada pela Renault, com um disparo de 6,4%. Também a banca conseguiu uma recuperação tenaz e avança agora 2,67%, à boleia do Société Générale e Bank of Ireland (avançam ambos cerca de 7%).

Apesar de o receio quanto a uma segunda vaga de contágio da covid-19 pairar no ar e dos dados económicos pessimistas, os investidores voltaram a olhar para o risco, aproveitando os preços mais baixos das ações, depois das robustas quedas de ontem. 

O índice PSI-20 não escapa a este clima de recuperação e regista um ganho de 0,91% para os 4.395,81 pontos.

O BCP, que chegou a cair cerca de 3% na abertura, segue agora a valorizar mais de 2% para os 11,51 cêntimos por ação. A Galp avança 1,81% para os 10,945 euros por ação, enquanto que a EDP se mantém em território negativo (-0,41%) nos 4,108 euros por ação.  

12.06.2020

Ouro assume ganhos com receios a ecoar

O ouro, considerado um ativo mais seguro cuja procura aumenta em tempos de maior turbulência nos mercados de ações, segue hoje a valorizar, com os receios de uma segunda vaga a deixar os investidores na retranca. 

O metal precioso ganha 0,24% para os 1.731,88 dólares por onça.

12.06.2020

Euro volta a subir face ao dólar. Em 15 sessões, ganhou em 12

A moeda única valoriza face ao dólar pelo segundo dia consecutivo, alargando o "rally" que vive face à divisa norte-americana.

O euro aprecia 0,09% para os 1,1309 dólares, totalizando a décima segunda vitória nas últimas quinze sessões. O dólar ganhou preponderância quando o pico da pandemia atingiu os mercados financeiros, mas tem derrapado no último mês com os investidores a olharem de novo para o risco. 

Já a libra britânica deprecia 0,04% para os 1,2597 dólares, caindo pela segunda sessão consecutiva. Antes disso, consumou um ciclo de ganhos por dez dias seguidos. 

12.06.2020

Juros da Alemanha caem com investidores a fugirem ao risco

Os juros da dívida dos países da Zona Euro assumem tendências díspares no início desta sessão europeia, com a taxa de referência da Alemanha a destacar-se das demais. 

Assim, os juros germânicos caem 0,4 pontos base para os -0,421%, numa altura em que os investidores procuram ativos mais seguros, dada a incerteza sobre uma segunda vaga de contágios da covid-19. 

Na chamada periferia europeia, o cenário verificado é o oposto. A única exceção vai para os juros da Gércia, que assumem uma perda de 0,4 pontos base para os 1,278%. Assim, o "spread" para os juros de Itália a dez anos aumenta, uma vez que estes sobem 2,1 pontos base para os 1,515%.

Na Península Ibéria, a taxa de referência de Portugal com maturidade de uma década sobe 1,4 pontos base para os 0,605% e a de Espanha avança 1,5 pontos base para os 0,635%.

12.06.2020

Europa instável após tombo de ontem em todo o mundo

As principais praças europeias acordaram a ressacar do tombo robusto de ontem em Wall Street, depois de os três maiores índices dos Estados Unidos terem registado uma queda em torno dos 6% - a maior desde meados de março. 

Hoje, o Stoxx 600 abriu a negociar em leve queda, resvalou para território positivo, e regressou agora ao "vermelho". Por esta altura cai 0,18% para os 352,42 pontos. Ontem, o índice pan-europeu que reúne as 600 maiores cotadas da região caiu 4%, naquela que foi a maior perda desde 23 de março. 

Muitos dos setores que têm sido devastados nas últimas sessões, como é o caso da banca ou do setor automóvel, seguem hoje a valorizar. 

A liderar as perdas no "velho continente" está o londrino FTSE, que leva uma desvalorização de 0,43%, num dia em que se anunciou uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido. Em abril contraiu 20,4% em abril, uma queda mensal recorde, segundo o Gabinete Nacional de Estatísticas (ONS).

Os receios de que as bolsas têm subido demais, numa altura em que o mundo atravessa uma pandemia e proliferam os conflitos sociais - promovidos pelas desigualdades raciais -, estão a levar os investidores a pensar duas vezes antes de arriscar, trazendo os receios de uma grande correção para cima da mesa. 

O Stoxx 600 acumula um ganho de 26%, desde o dia 18 de março, quando atingiu mínimos. 





12.06.2020

Petróleo cai 3% a caminho da primeira queda semanal desde abril

Os preços do petróleo continuam a desvalorizar, com os receios de uma segunda vaga de contágios a trazerem de volta os receios de um excesso de "stock".

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, perde 3,16% para os 37,33 dólares por barril. Já o norte-americano WTI (West Intermediate Texas) segue a tendência e derrapa 3,49% para os 35,07 dólares por barril. 

No acumulado da semana, os preços de ambos os ativos apresentam um desempenho negativo, encamihando-se para a primeira queda semanal desde o final de abril. 

O mercado ignorou a decisão da OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os aliados, liderados pela Rússia), que no fim de semana, anunciou o prolongamento dos cortes de produção definidos anteriormente por mais um mês, até final de julho. 

A ofuscar este facto está a nova subida repentina dos inventários dos Estados Unidos, que tocaram em máximos históricos, bem como as previsões macroeconómicos pessimistas de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal.

12.06.2020

Futuros da Europa caem e Wall Street aponta para recuperação

Os futuros dos índices europeus e norte-americanos seguem posturas distintas na pré-abertura de sessão desta sexta-feira.

Se por um lado, os futuros do Stoxx 50 - índice que reúne as 50 maiores cotadas da Europa - caem 0,5%, por outro, os futuros do norte-americano S&P 500 avançam 1,4%.

Ontem, os três maiores índices de Wall Street sofreram uma queda de 6%, naquela que foi a maior desvalorização diária num só dia desde 16 de março, altura em que começou o confinamento nos Estados Unidos. 

Esse cenário arrastou os índices asiáticos para território negativo, que conheceram quedas também na ordem dos 6%, durante a madrugada em Lisboa. Em Tóquio, o principal índice caiu 5,9% e o MSCI para a Ásia-Pacífico derrapou 1,3%. 

As quedas foram precipitadas pelo medo de uma segunda vaga de contágio da covid-19, depois de os novos casos terem aumentado em algumas regiões dos Estados Unidos, e também devido à perspetiva pessimista de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal, para os próximos anos. 

Ontem, a maior economia do mundo ultrapassou os 2 milhões de casos infetados registados.

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