Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto08.01.2021

Europa tem melhor semana de arranque do ano desde 2009. Petróleo em máximos de quase um ano

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 08 de Janeiro de 2021 às 14:45
  • Assine já 1€/1 mês
  • 1
  • ...
08.01.2021

Europa tem melhor semana de arranque do ano desde 2009

As ações europeias já não ganhavam tanto no acumular dos primeiros cinco dias do ano desde 2009.

O Stoxx 600, o índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, valorizou 0,66% para os 411,17 pontos, acrescentando 3,04% no total da semana. Os setores da tecnologia, viagens e utilities lideraram os ganhos.

Frankfurt, Paris e Amesterdão conseguiram ganhar mais de 0,5%, enquanto Madrid e Londres foram mais modestos nas subidas.

O Stoxx 600 Techonology Index disparou 2,7% para um máximo de quase 20 anos, com os fabricantes e chips a serem impulsionados por relatórios e contas que foram apresentados por referências do setor na Ásia e nos Estados Unidos.

O otimismo eleva as cotações numa altura em que os programas de vacinação vêm acompanhados de promessas de recuperação económica, e também quando os governos renovam os estímulos às economias.

 

08.01.2021

Valorização do dólar continua a penalizar o ouro

A nota verde continua a ganhar terreno, o que está uma vez mais a pressionar o metal amarelo.

 

O ouro a pronto (spot) cede 2,8% para 1.858,97 dólares por onça no mercado londrino de metais (LME).

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro recuam 3,09%, para 1.853,20 dólares por onça.

 

A valorização do dólar continua a ser um fator de pressão sobre o metal precioso, uma vez que é denominado na moeda norte-americana e fica menos atrativo como investimento alternativo para quem negoceia com outras moedas.

 

O ouro caiu assim abaixo do patamar técnico dos 1.900 dólares e está a caminho de um saldo semanal negativo.

 

A subida dos juros das Obrigações nos EUA está também a penalizar o metal precioso. A "yield" da dívida norte-americana a 10 anos mantém-se acima de 1%, aumentando o custo de oportunidade de deter ouro sem remuneração de juros.

08.01.2021

Petróleo em máximos de 11 meses em Londres com corte de produção saudita

Os preços do petróleo prosseguem a senda altista nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro avança 1,10% para 51,39 dólares por barril.

 

Já o contrato de fevereiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, valoriza 1,43% para 55,16 dólares. Desde finais de fevereiro do ano passado que o Brent não negociava na casa dos 55 dólares.

 

Tanto o WTI como o Brent estão a caminho de um ganho semanal superior a 6%.

 

A contribuir para animar o mercado continua a estar o facto de a Arábia Saudita ir cortar a sua produção em mais um milhão de barris por dia (a complementar a redução que já tem definida no âmbito do acordo da OPEP+) em fevereiro e março.

Esse corte de Riad mais do que compensa a entrada de 500.000 barris diários por parte do cartel e seus aliados e de mais 75.000 barris/dia em fevereiro e março (à conta da Rússia e do Casaquistão).

08.01.2021

Juros de Portugal abaixo de 0% em dia de mínimo histórico em Itália

Os investidores continuam com um forte apetite por dívida dos países periféricos, devido à aposta que o Banco Central Europeu vai manter uma política monetária ultraexpansionista, com um programa de compra de ativos que impulsiona o valor das obrigações.

 

O dia no mercado de dívida soberana é marcado por um novo mínimo histórico na yield das obrigações italianas a 10 anos, que desce 3,7 pontos base para 0,518%.

 

Na dívida portuguesa a taxa dos títulos a 10 anos desce 3,2 pontos base a mantém-se em valores negativos (-0,035%). Já na dívida alemã os títulos seguem estáveis, com a yield das bunds a 10 anos a subir 0,3 pontos base para -0,525%.

08.01.2021

Euro desce pelo segundo dia

O euro está a perder terreno pela segunda sessão consecutiva e a aliviar dos máximos alcançados nas últimas semanas, num dia em que o dólar está a recuperar depois de terem sido divulgados dados que reforçam a expetativa da necessidade de estímulos orçamentais adicionais.

 

A moeda europeia cede 0,37% para 1,2226 dólares e o índice que mede a variação do dólar face às principais moedas mundiais está a valorizar 0,1%.

 

A economia norte-americana perdeu 140.000 empregos em dezembro e a taxa de desemprego não melhorou pela primeira vez em sete meses, mantendo-se nos 6,7%.

 

08.01.2021

Wall Street em recordes com expectativa de estímulos

As praças do outro lado do Atlântico abriram em alta, com o S&P 500 e o Nasdaq a estabelecerem novos recordes. A perspetiva de mais estímulos devido à "onda azul" está a ofuscar os dados menos risonhos do emprego.

 

O Dow Jones segue a somar 0,69% para os 31.141,13 pontos, depois de ontem durante a sessão ter também tocado num máximo de sempre, nos 31.193,40 pontos.

 

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 avança 0,46% para 3.821,28 pontos, o valor mais alto da sua história.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,83% para 13.176,42 pontos, também um novo recorde.

 

A "onda azul" nos EUA, depois de os democratas recuperarem o controlo do Senado, deverá viabilizar mais estímulos orçamentais no país, o que está a ajudar ao entusiasmo na negociação desta sexta-feira.

 

Este otimismo está a ter mais peso do que a deceção perante os dados do mercado de trabalho em dezembro, mês em que a economia perdeu 140.000 empregos. Além disso, a taxa de desemprego manteve-se nos 6,7%, sendo a primeira vez em sete meses que não melhorou.

08.01.2021

Juros da Zona Euro caem. Portugal fixa-se em território negativo

Os juros da Zona Euro estão novamente a cair com a esperança de uma aprovação de estímulos orçamentais nos Estados Unidos, agora que os democratas conquistaram a maioria no Senado e na Câmara dos Representantes.

Na Alemanha, a queda é de 0,2 pontos base para os -0,530%, enquanto que em Itália os juros perdem 3,4 pontos base para os 3,4% para os 0,522%. 

Em Portugal, a taxa de referência regressa ao patamar negativo: está agora a cair 2,9 pontos base para os -0,033%.

Ontem, o IGCP anunciou que Portugal necessita de obter 14 mil milhões de euros líquidos em operações de emissão de dívida durante este ano.

Para isso, está em marcha um plano de emissões de obrigações do Tesouro (OT) na ordem dos 15 mil milhões de euros brutos, que a juntar a outras operações ao longo do ano - como emissão de bilhetes do tesouro (BT), por exemplo - irá preencher as necessidades de financiamento do país e reembolsar a dívida que chega à maturidade.

08.01.2021

Procura por risco aumenta nos mercados, ouro afunda

O ouro, um ativo considerado de refúgio que tende a beneficiar com a maior instabilidade nos mercados financeiros, está hoje a cair 1,36% para os 1.887,84 dólares por onça.

Isto porque a "onda azul" conquistada nos Estados Unidos está a levar os investidores a apostarem em ativos de maior risco, como as ações.

08.01.2021

Euro perde fôlego para o dólar. Libra sobe com olhos na vacina

A libra esterlina está a ganhar 0,13% para os 1,3586 dólares, numa altura em que os britânicos aguardam o plano de vacinação contra a covid-19 que terá início no próximo dia 15 de janeiro, de acordo com o que anunciou o primeiro-ministro Boris Johnson, ontem.

Já o euro perde 0,35% para os 1,224 dólares, com a divisa norte-americana a beneficiar com a ideia de uma estabilidade política no seu país.

08.01.2021

Petróleo a caminho da nona seamana de ganhos seguida

Os preços do petróleo estão a caminho da nona subida semanal nas últimas dez, numa altura em que a Arábia Saudita acenou com novos cortes de produção.

O Brent avança 0,79% para os 54,81 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) ganha 0,63% para os 51,15 dólares.

No início da semana, a Arábia Saudita comprometeu-se a cortar a produção em 1 milhão de barris por dia em fevereiro e março.

A juntar a isto, a clareza política nos Estados Unidos, com a chamada "onda azul", veio acalmar os investidores.

08.01.2021

Tecnologia alimenta "rally" na Europa. Clareza nos EUA dá força às bolsas

As principais praças europeias seguem pela terceira sessão consecutiva em alta, encaminhando-se para o maior ganho semanal desde novembro do ano passado, com o impulso da clareza política nos Estados Unidos.

Apesar do caos gerado pela invasão ao Capitólio norte-americano, o Congresso certificou o resultado das eleições, confirmando que o presidente eleito Joe Biden teve 306 votos de colégios eleitorais contra 232 de Donald Trump. Agora, Biden tomará posse a 20 de janeiro.

O foco está na maioria obtida pelos democratas no Congresso, na Câmara dos Representantes e na Presidência.

"Esta 'onda azul' e a política orçamental mais expansiva que provavelmente trará, tem sido o catalisador para uma forte venda de títulos, um movimento acentuado pela subida do dólar e mais uma desculpa - como se fosse necessária - para os investidores continuarem a comprar ações", pode ler-se na nota matinal da Caxton.

O Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da Europa - ganha 0,75% para os 411,68 pontos.

Todos os setores seguem em alta, especialmente o de tecnologia que ganha cerca de 3%. Durante a madrugada, o índice principal da Coreia do Sul disparou 4% à boleia da boa prestação da Samsung.


08.01.2021

Futuros da Europa sobem, após sessão asiática em alta, com investidores de olho nos estímulos

Os futuros das ações europeias e norte-americanas estão a negociar novamente em alta, depois de uma sessão positiva no continente asiático com as gigantes tecnológicas a recuperarem fôlego, ao mesmo tempo que o foco continua nos estímulos orçamentais nos Estados Unidos.

Por esta altura, os futuros do Euro Stoxx 50 sobem cerca de 0,7% enquanto que os futuros do norte-americano S&P 500 avançam 0,5%, apontando para um início de sessão positivo em ambas as geografias.

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática foi igualmente positiva com o Japão (+1,6%), Hong Kong (+1,2%) e a Coreia do Sul (+4%) a registarem ganhos robustos.

Depois de os ânimos serenarem no Capitólio dos Estados Unidos, os investidores continuam a olhar para a conquista da maioria democrata no Senado do país, que irá simplificar o caminho para o presidente eleito Joe Biden tomar medidas que promovam uma recuperação económica mais rápida.

Uma das promessas já feitas é que a proposta de entregar um cheque de 2.000 dólares a cada norte-americano, como parte do programa de estímulos orçamentais, não irá passar. A proposta original apontava para a entrega de um cheque de 600 dólares, mas foi alterada por Donald Trump.

Ver comentários
Saber mais Europa EUA Wall Street bolsas mercados juros dívida petróleo vacina Moderna euro dólar libra PSI-20 Stoxx 600
Outras Notícias