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Europa em máximos de quase um ano com confirmação de Biden. Petróleo e dólar sobem

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 07 de Janeiro de 2021 às 17:23
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07.01.2021

Apetite pelo risco agrava juros na Europa

A dívida soberana dos países do euro revelou esta quinta-feira menos atratividade aos olhos dos investidores, que estão voltados para os ativos de maior risco, como as ações, devido à expectativa de novos estímulos nos EUA. Ainda assim, também houve procura por valores considerados mais seguros, mas a preferência foi para o dólar e não para a dívida.

 

Assim, as obrigações seguiram quase generalizadamente em queda na sessão de hoje e, consequentemente, os juros estiveram em alta.

 

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos fecharam a recuar 1,7 pontos base para -0,003%, e em Itália, na mesma maturidade, desceram 0,8 pontos base para 0,556%.

 

As "yields" das Bunds alemãs a 10 anos, referência para a Europa, seguiram a mesma tendência, a cederem 3 pontos base base para -0,528%.

 

Em contrapartida, no Reino Unido os juros das Gilts avançaram 4,1 pontos base para 0,282%. A procura pela dívida britânica foi menor num dia em que a bolsa de Londres valorizou, diminundo a procura no país por ativos-refúgio.

07.01.2021

Europa em máximos de quase um ano com expectativa de estímulos nos EUA após certificação de Biden

As bolsas europeias encerraram em alta, animadas sobretudo pelos setores cíclicos, com os investidores na expectativa de novos estímulos à economia nos EUA após o Congresso ter certificado formalmente Joe Biden como o próximo presidente norte-americano.

 

O Stoxx 600 encerrou a somar 0,51%, para 408,49 pontos, o seu valor de fecho mais alto desde 24 de fevereiro do ano passado.

 

Os setores cíclicos tiveram o melhor desempenho, liderados pelos títulos mineiros (+2,8%), com os investidores a apostarem que os estímulos económicos irão fomentar uma maior procura por metais e matérias-primas.

 

Em destaque, pela positiva, estiveram também os setores da construção (+2,3%) e energia (+1,9%).

 

Os títulos cíclicos, como os financeiros, industriais e da energia, são sempre beneficiados com a expectativa de retoma económica.

 

Pela negativa, destaque para o setor das viagens e lazer (-1,2%), penalizado pela Trainline (plataforma independente de emissão de passagens ferroviárias e rodoviárias no Reino Unido que hoje lançou uma emissão de dívida para obter liquidez adicional devido ao grande corte nas viagens por força dos ‘lockdowns’) e pela Ryanair – que anunciou uma redução no número de voos no Reino Unido e Irlanda devido às novas restrições à circulação decorrentes do aumento dos casos de covid-19.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax somou 0,6%, o francês CAC-40 valorizou 0,7%, o italiano FTSEMIB avançou 0,1%, o britânico FTSE 100 subiu 0,2% e o espanhol IBEX 35 pulou 0,4%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,3%.

07.01.2021

Procura por valores-refúgio anima dólar. Euro pressionado por tomada de mais-valias

A nota verde segue a ganhar terreno, a recuperar de mínimos de 2018, seguindo a negociar no valor mais alto da última semana.

 

A animar o dólar está o facto de os investidores estarem a preferir valores considerados mais seguros depois da violência de ontem no Capitólio dos EUA.

 

O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana face a um cabaz de pares, sobe 0,6% para 89.886 pontos.

 

Uma das divisas que está a ceder face à divisa norte-americana é o euro, que segue a perder 0,4706% para 1,2267 dólares.

 

A moeda única europeia está também a ser penalizada pela tomada de mais-valias por parte dos investidores, que estão a aproveitar os seus recentes ganhos.

07.01.2021

Firmeza do dólar e subida dos juros pressionam ouro

A valorização do dólar e a subida dos juros da dívida nos EUA estão a penalizar o metal amarelo em Londres. Mas a perspetiva de mais estímulos numa Administração Biden está a conter as quedas do ouro no LME e a ajudar a mantê-lo à tona em Nova Iorque.

 

O ouro a pronto (spot) cede 0,25% para 1.913,99 dólares por onça no mercado londrino de metais (LME).

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro avançam 0,53%, para 1.917 dólares por onça.

 

A valorização do dólar continua a pressionar o metal precioso, uma vez que é denominado na moeda norte-americana e fica menos atrativo como investimento alternativo para quem negoceia com outras moedas.

 

A pesar no ouro em Londres está também a "yield" da dívida norte-americana a 10 anos, que se mantém acima de 1% (patamar que ontem atingiu pela primeira vez desde março do ano passado), aumentando o custo de oportunidade de deter ouro sem remuneração de juros.

 

No entanto, a "onda azul" nos EUA, depois de os democratas recuperarem o controlo do Senado, deverá viabilizar mais estímulos orçamentais no país, o que contribuirá para pressões inflacionistas – devendo estimular a procura por ouro, considerado um valor-refúgio e uma boa cobertura contra a inflação.

07.01.2021

Petróleo prossegue subida com ajuda de cortes de Riad

As cotações do "ouro negro" seguem a negociar em alta nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro avança 0,69% para 50,98 dólares por barril.

 

Já o contrato de fevereiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, valoriza 0,63% para 54,64 dólares.

 

Além da forte queda dos stocks norte-americanos de crude na semana passada – diminuíram em 8,01 milhões de barris, para 485,5 milhões, naquela que foi a maior descida desde agosto –, também o facto de a Arábia Saudita ir cortar a sua produção em mais um milhão de barris por dia (a complementar a redução que já tem definida no âmbito do acordo da OPEP+) tem estado a animar o mercado do "ouro negro".

07.01.2021

Bolsas dos EUA prolongam otimismo da sessão europeia

Os principais índices norte-americanos abriram em alta esta quinta-feira, 7 de janeiro, depois de o Congresso ter confirmado Joe Biden como presidente dos Estados Unidos e de o presidente cessante, Donald Trump, ter prometido uma "transição ordeira" do poder.

 

O índice industrial Dow Jones avança 0,46% para 30.975,83 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq sobe 1,07% para 12.881,28 pontos. Já o S&P500 valoriza 0,77% para 3.777,14 pontos.

 

Os investidores estão assim animados com as perspetivas de estabilidade no Congresso dos Estados Unidos e de mais estímulos à economia, agora que o Partido Democrata deverá enfrentar menos obstáculos para aprovar as suas políticas.

 

Este desempenho segue-se aos violentos protestos de ontem protagonizados pelos apoiantes de Donald Trump no Capitólio, em Washington, que resultaram em pelo menos 4 mortes e mais de uma dezena de feridos e que obrigaram à suspensão dos trabalhos.

 

Depois da interrupção, os trabalhos foram retomados e o Congresso confirmou os resultados eleitorais na manhã desta quinta-feira (hora de Lisboa).Minutos depois, através de um comunicado, Trump reagiu prometendo uma "transição ordeira" do poder.

 

"Embora discorde totalmente do resultado das eleições, e os factos dão-me razão, haverá uma transição ordeira a 20 de janeiro", garantiu Trump num comunicado publicado no Twitter pelo seu assessor Dan Scavino.

07.01.2021

Juros da periferia sobem com investidores a arriscar em ações

Os juros da dívida dos países da Zona Euro assumem posturas díspares na sessão desta quinta-feira, com a periferia a registar uma subida das taxas de referência, enquanto que a Alemanha vê a sua "yield" cair ligeiramente.

Em Itália, os juros da dívida a dez anos sobem 1,4 pontos base para os 0,577%, enquanto que a taxa da Alemanha com a mesma maturidade perde 0,2 pontos base para os -0,527%.

Na Península Ibéria, Portugal e Espanha estão em sintonia: os juros de ambos os países sobem 0,7 pontos base para os 0,020% e 0,050%, respetivamente.

07.01.2021

Europa volta a renovar máximos de fevereiro com "onda azul" a impulsionar

As principais praças europeias voltaram a abrir a sessão desta quinta-feira em alta, com os investidores otimistas com a conquista da maioria democrata no Senado. 

O Stoxx 600 - índice de referência para o continente - avança 0,60% para os 408,81, tendo registado três ganhos nas últimas quatro sessões, o que lhe permite negociar em máximos desde fevereiro do ano passado, altura de antecede o impacto da pandemia nos mercados.

Os investidores olham com entusiasmo para a maioria democrata no Senado, depois de os democratas Jon Ossoff e Raphael Warnock garantirem dois lugares, após vitória na Geórgia.

Assim, esta "onda azul" com o controlo do Senado e também da Câmara dos Representantes, facilita a agenda legislativa do presidente eleito Joe Biden.

Entre os tópicos desta agenda estará a aprovação dos novos estímulos para a economia do país, que estão encalhados em negociações desde abril do ano passado.

07.01.2021

Dólar recupera após queda para mínimos de quase três anos face ao euro

O dólar está a ganhar terreno face ao euro e face à libra na sessão, depois de ontem ter caído para mínimos de quase três anos, após a conquista da maioria democrata no Senado norte-americano, uma vez que pode implicar mais estímulos à economia local. 

Por esta altura, o euro está a cair 0,27% para os 1,2294 dólares e a libra esterlina perde 0,26% para os 1,3573 dólares.

07.01.2021

PSI-20 avança pelo quarto dia à boleia máximos históricos do grupo EDP

O índice PSI-20 abriu a sessão desta quinta-feira a valorizar 0,86% para os 5.212,57 pontos, alargando o ciclo de ganhos pelo quarto dia consecutivo, numa altura em que os investidores aprovam a conquista da maioria democrata no Senado dos Estados Unidos.

O destaque vai novamente para as duas cotadas do grupo EDP, que voltam a renovar máximos históricos.

A casa-mãe avança 0,9% para os 5,50 euros por ação, enquanto que a EDP Renováveis ganha 1,46% para os 24,4 euros por ação. A EDP Renováveis tem-se destacado na bolsa nacional, tendo mesmo sido a estrela de 2020 com uma valorização de 117%. 

Também o Banco Comercial Português (BCP) avança 1,75% para os 14,52 cêntimos por ação, o que representa um máximo desde março do ano passado.

Já a Galp cai 0,13% para os 9,238 euros por ação, apesar de os preços do petróleo estarem a valorizar pela terceira sessão consecutiva. 

07.01.2021

Ouro corrige em alta ligeira após queda de ontem

O ouro está a valorizar 0,14% para os 1.921,38 dólares por onça, com os investidores na expectativa após a conquista de maioria no Senado por parte dos democratas, que abre a porta a uma aprovação dos estímulos, o que poderá levar os investidores à caça de ativos mais arriscados, que não o ouro.

Embora a prestação do ouro neste início de ano novo tenha sofrido um revés, ainda pode ter margem para subir em 2021, já que o caminho para a recuperação após a pandemia permanece incerto e os investidores avaliam o aumento das expectativas de inflação.



07.01.2021

Petróleo avança pelo terceiro dia com cortes na Arábia Saudita

Os preços do petróleo estão a valorizar pela terceira sessão consecutiva, impulsionados pela diminuição de inventário da matéria-prima nos Estados Unidos e pelos cortes de produção anunciados pela Arábia Saudita, que vai ainda aumentar os preços para os clientes na Ásia e América do Norte.

O Brent - que serve de referência para Portugal - avança 0,90% para os 54,79 dólares por barril, enquanto que o WTI (West Texas Intermediate) ganha 1,09% para os 51,18 dólares por barril. Nas últimas duas sessões, o barril valorizou cerca de 6%.

O "stock" de petróleo nos armazéns norte-americanos caiu três vezes mais do que seria esperado, apesar dos inventários de gasolina terem aumentado, de acordo com os dados da EIA (Energy Information
Administration).

A Arábia Saudita anunciou que irá cortar a produção em 1 milhão de barris por dia em fevereiro e março, o que contribuiu para a subida do barril de petróleo acima dos 50 dólares pela primeira vez desde fevereiro. 

07.01.2021

Futuros da Europa e dos EUA em alta com otimismo sobre novos estímulos

Os futuros das ações europeias e norte-americanas seguem a negociar em alta, apontando para uma abertura de sessão positiva, com os investidores animados com o controlo do Senado dos EUA por parte dos democratas, após a eleição de Jon Ossoff e Raphael Warnock na Geórgia.

Por esta altura, os futuros do Stoxx 50 - índice que agrupa as 50 maiores cotadas da Europa - avançam 0,3%, enquanto que os futuros do norte-americano S&P 500 ganham 0,6%.

A hipótese de Joe Biden, o presidente eleito, ter o caminho aberto para anunciar novos estímulos para a economia está a animar os mercados, que ignoram a invasão do Capitólio, no final do dia de ontem (hora de Lisboa), por parte dos manifestantes pró-Donald Trump.

Na sessão asiática, o sentimento foi igualmente positivo com o Japão (+1,7%), a Coreia do SUl (+2,1%) e a China (+0,2%) a subirem.

O mesmo não aconteceu em Hong Kong (-0,5%), onde a Alibaba e a Tencent recuaram com a hipótese de a administração Trump banir os investimentos norte-americanos em ambas as empresas. Também os planos da bolsa de Nova Iorque de expulsar três empresas chinesas de telecomunicações afetou a negociação em Hong Kong. 

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