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Ao minuto09.06.2021

Petróleo em máximos e bolsas europeias com dia morno. Juros da dívida aliviam

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Há um conjunto de razões que estão a levar várias matérias-primas a valoriza    ções. O petróleo é um exemplo.
Jason Lee/Reuters
Negócios 09 de Junho de 2021 às 17:29
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09.06.2021

Setores da saúde e viagens lideram em dia morno na Europa

As ações europeias avançaram ligeiramente esta quarta-feira, aproximando-se de um novo máximo histórico. Ainda assim, foi um dia morno nas praças europeias, com os investidores de olhos postos na reunião do Banco Central Europeu (BCE) e nos dados sobre a inflação nos EUA desta quinta-feira. Será a partir das declarações do BCE e do indicador sobre os preços nos Estados Unidos que os investidores poderão ter algumas pistas sobre a recuperação económica.

O Stoxx 600, o índice de referência na Europa, avançou 0,1%, marcando a quarta sessão de ganhos. O setor da saúde liderou os ganhos, ao avançar 1,9%, o valor mais elevado desde fevereiro de 2020. Também o setor do turismo e lazer avançou nesta sessão, com ganhos de 0,9%. Já o setor da tecnologia avançou 0,5%.

As empresas ligadas ao setor do minério lideraram as perdas, ao tombar 1,8%, seguidas pelo setor da banca, que caiu 1%, e pela indústria automóvel e seguradoras, ambas com quedas de 1%.

Nos principais índices da Europa, o inglês FTSE 100 caiu 0,2%, o alemão DAX tombou 0,4%, o CAC 40 perdeu 0,2% e o italiano FTSEMIB também depreciou 0,3%. A espanhol IBEX 35 fechou inalterado e o holandês AEX valorizou 0,5%.

09.06.2021

Ouro à espera de resultados sobre a inflação

O preço do ouro permanecia inalterado durante a tarde à espera dos dados da inflação americana que devem ser divulgados na quinta-feira.

O metal precioso cotava assim nos 1.892,89 dólares por onça.

Com o interiorizar da posição da Fed de que a inflação registada em abril foi causada por motivos passageiros, os investidores não estão a querer vender o metal precioso. Uma inflação abaixo do esperado deverá ser revelada após a reunião de quinta-feira, ilustrando um abrandamento da recuperação económica.

Os investidores contam com este cenário que poderá alavancar o preço do metal precioso.

09.06.2021

Euro ganha terreno

O euro estava esta tarde a ganhar terreno face ao dólar à boleia de quebras nos juros da dívida pública.

O euro avançava 0,14% cotando nos 1,2190 dólares.

Segundo a Bloomberg, as declarações do comissário europeu para a Economia Digital e Sociedade, assim como as quedas registadas esta tarde nas taxas de juro fizeram aumentar a procura pela moeda única europeia.

Durante a manhã o par manteve-se praticamente inalterado mas, mais tarde, o euro chegou a valorizar 0,3% face ao dólar.

09.06.2021

Inflação transitória faz aliviar os juros

Os juros da dívida soberana têm aliviado durante a tarde um máximo de -4,5 pontos base, no caso da Itália, à boleia das certezas da Reserva Federal americana face à inflação.

Assim, a yield alemã aliviava 2,9 pontos base para os -0,255%, e 4,5 p.b. na Itália, para os 0,818%.

Já em Portugal, a variação registada de -3,7 p.b. manteve a tendência europeia, para os 0,389%, enquanto Espanha viu os juros cair 4,1 p.b. para os 0,388%.

O comportamento das yields reflete a aceitação dos investidores face aos pareceres da Fed sobre a mais recente inflação que, defende, é causada por fatores passageiros, o que esfria a confiança numa recuperação económica impulsionada pela subida dos preços.

Larry Milstein, diretor sénior de negociação de dívida internacional na R.W. Pressprich & Co. acrescenta que "ainda não vimos melhorar os dados do emprego tanto quanto esperávamos. Isso está a apoiar o mercado da dívida".

09.06.2021

Brent em máximos de dois anos e WTI de quase três com sinais de consumo robusto

O "ouro negro" segue em alta, animado pela retoma da procura pela matéria-prima.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho segue a somar 0,57% para 70,45 dólares por barril, em máximos de outubro de 2018.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,72% para 72,74 dólares, níveis de maio de 2019.

 

Os sinais de uma forte procura nas economias do ocidente estão a dar fôlego aos preços, numa altura em que a perspetiva de um regresso de mais crude iraniano aos mercados foi atenuada depois de o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, ter dito que as sanções contra o Irão não deverão ser levantadas.

 

A contribuir para sustentar as cotações está também o facto de os stocks norte-americanos de crude terem diminuído em 5,24 milhões de barris na semana passada.

09.06.2021

Queda dos juros da dívida dá novos ganhos a Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram em alta, animadas pela queda dos juros da dívida soberana para mínimos de um mês.

 

O Dow Jones segue a somar 0,08%, para se fixar nos 34.626 pontos. O seu máximo histórico foi atingido a 10 de maio, quando tocou nos 35.091,56 pontos.

 

Já o Standard & Poor’s 500 avança 0,20%, para 4.235,66 pontos. A 7 de maio, recorde-se, fixou um recorde nos 4.238,04 pontos, pelo que está muito perto desse patamar.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,45% para se fixar nos 13.986,90 pontos.

 

A queda dos juros da dívida, embora pressione de uma forma geral os títulos da banca, beneficia a maioria das ações.

 

E hoje a aposta nas obrigações mantém-se, fazendo descer os juros da dívida soberana dos EUA, numa altura em que os investidores continuam a avaliar o impacto que a inflação persistente poderá ter na política monetária – nomeadamente na eventual decisão da Fed de subir os juros diretores mais cedo do que se espera.

 

As yields das obrigações do Tesouro a 10 anos caíram para menos de 1,5%, o nível mais baixo desde 7 de maio, seguindo a ceder 4,4 pontos base para 1,484%.

 

O foco dos investidores estará agora nos dados do índice de preços no consumidor que serão divulgados amanhã – e que poderão dar mais pistas sobre as medidas que a Reserva Federal poderá tomar, incluindo um possível adiamento da retirada gradual dos estímulos [tapering] à economia.

 

Os economistas inquiritos pela Refinitiv estimam que os preços no consumidor tenham subido para 4,7% nos 12 meses terminados em maio – a confirmar-se, será o maior aumento desde o verão de 2008. Não contabilizando os voláteis preços da energia e dos alimentos, as projeções apontam para 3,4%. Já só relativamente ao mês de maio, preveem que os preços tenham aumentado 0,4%.

 

A Fed, recorde-se, reúne-se na próxima semana, nos dias 15 e 16 de junho.

09.06.2021

Europa coloca recordes em pausa, à espera de mais dados

Com os investidores à espera de indicadores económicos e de algumas pistas saídas da reunião sobre política monetária do Banco Central Europeu, as principais praças da Europa colocaram os recordes em pausa na sessão desta quarta-feira. 

O Stoxx600, o índice de referência para a Europa, está a depreciar ligeiramente (0,4%), num dia em que as maiores quedas estão a ser registadas pelas cotadas ligadas aos setores da mineração e seguros. Já o setor do turismo e lazer está a liderar os ganhos, após as notícias de que os EUA vão aliviar as restrições às viagens para países como França ou Alemanha. 

"Os mercados devem estar calmos hoje enquanto se espera pelos dados de amanhã dos EUA e pela reunião do BCE, que é expectável que envie uma mensagem que reassegure os mercados de que a inflação é temporária e de que os estímulos vão continuar", indicou Jaime Espejo, da Imantia Capital à Bloomberg. 

Na sessão desta quarta-feira, o espanhol IBEX35 está a avançar 0,13%, o alemão DAX ganha 0,6% e o francês CAC40 valoriza 0,2%. Já o inglês FTSE 100 cai 0,40%. O PSI-20 também está no vermelho, ao depreciar 0,05%.

09.06.2021

Ouro cede ligeiramente à espera de dados da inflação

Com os investidores de olhos postos nos eventos desta quinta-feira - a reunião do BCE sobre política monetária e ainda os dados sobre a inflação nos EUA - o ouro está a ceder ligeiramente. 

Nesta altura, o metal precioso cai 0,29% para os 1.892,80 dólares por onça. O preço do ouro está a afastar-se dos valores da última semana, quando a onça ultrapassou os 1.916 dólares, batendo um máximo intradiário de 8 de janeiro. 

Os investidores aguardam pelos eventos desta quinta-feira para obter algumas pistas sobre um cenário de possível recuperação económica. No caso da inflação nos EUA, este será um dos principais indicadores para a Reserva Federal dos EUA, que tem uma reunião marcada para 15 e 16 de junho. "O índice de preços no consumidor dos EUA será um grande foco para os investidores do ouro esta semana", sublinhou John Feeney, responsável pelo desenvolvimento de negócio da Guardian Gold Australia, em declarações à Bloomberg.

09.06.2021

Juros descem na Europa

Os juros da dívida soberana portuguesa estão em queda, no dia em que o IGCP vai avançar com um duplo leilão de dívida, a seis e a dez anos, através do qual pretende encaixar entre 750 e 1.000 milhões de euros.

Na última emissão, realizada a 12 de maio, Portugal colocou dívida a 10 e a 14 anos, sendo que no prazo de referência a 10 anos arrecadou 551 milhões de euros com uma "yield" de 0,505%, pagando assim um prémio superior ao que havia sido pago na emissão comparável feita a 10 de março, quando a "yield" se fixou em 0,237%.

Nesta altura, os juros a dez anos estão a recuar 2,5 pontos base para 0,401%. A tendência de alívio estende-se à generalidade dos países do euro, com a yield de Espanha a dez anos a deslizar 2,6 pontos base para 0,403%, e a da Alemanha a descer 1,5 pontos para -0,241%.

09.06.2021

Dólar inalterado à espera da inflação

O índice que mede o desempenho do dólar face às principais congéneres mundiais está inalterado esta quarta-feira, antes da divulgação dos dados da inflação nos Estados Unidos, agendada para amanhã.

Isto numa altura em que o crescimento acelerado dos preços tem levado o mercado a considerar uma diminuição antecipada dos estímulos à economia por parte da Reserva Federal dos Estados Unidos, que irá anunciar as suas decisões sobre política monetária no final deste mês.

O euro, por seu lado, sobe 0,08% para 1,2184 dólares.

09.06.2021

Petróleo sobe após dados das reservas

O petróleo segue em alta nos mercados internacionais, impulsionado pelos sinais de recuperação da procura, depois de ter sido revelado pelo Instituto do Petróleo Americano que as reservas de crude dos Estados Unidos terão diminuído em 2,11 milhões de barris na semana passada.

Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) sobe 0,37% para 70,31 dólares, enquanto em Londres o Brent avança 0,35% para 72,47 dólares.

A subida da matéria-prima tem sido sustentada pela melhoria das perspetivas para o consumo e aos sinais de recuperação na China, Europa e Estados Unidos.

09.06.2021

Futuros em alta ligeira apontam para arranque morno na Europa

Os futuros das ações da Europa e Estados Unidos estão pouco alterados esta quarta-feira, apontando para um arranque de sessão pouco definido no Velho Continente. Isto numa altura em que os investidores continuam centrados nos dados da inflação nos Estados Unidos, que vão ser conhecidos na quinta-feira, e que deverão influenciar as perspetivas para a evolução da política monetária da Reserva Federal e o timing do início da retirada dos estímulos à economia.

Na China, os preços no produtor atingiram em maio a subida mais alta desde 2008, enquanto os preços no consumidor cresceram menos do que o estimado.

Na sessão asiática, o chinês Shanghai Composite subiu 0,2%, o japonês Topix desceu 0,2%, o sul-coreano Kospi recuou 0,7% e o Hang Seng de Hong Kong deslizou 0,2%.

Os futuros do Euro Stoxx 50 sobem ligeiros 0,1% enquanto os do S&P500 estão inalterados.

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