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Ao minuto18.05.2021

Europa termina dia em leve alta, com recuperação do setor do turismo. Wall Street atento à covid na Ásia

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

O início do ano está a ser marcado por         um crescimento das ordens sobre ações e títulos de dívida.
Lucas Jackson/Reuters
Negócios 18 de Maio de 2021 às 17:40
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18.05.2021

Europa em leve alta com investidores de olho na recuperação, mas inflação pesa

As ações europeias terminaram a sessão desta terça-feira em alta, com os investidores de olhos postos na recuperação económica.

O Stoxx 600 ganha 0,2%, tendo chegado a subir 0,8% durante a sessão. 

O setor do turismo, que inclui hóteis e agências de viagem, liderou os ganhos na Europa (+1,6%), depois da grande queda sentida na sessão anterior.

Em altas estiveram também o setor do imobiliário, com um ganho de 1,3%, e o do retalho, com uma subida de 0,9%. 

O setor das telecomunicações perdeu 1,2%, depois da Vodafone e da Iliad terem apresentado resultados. 

18.05.2021

Petróleo inverte depois de máximos de dois meses

O "ouro negro" segue a ceder algum terreno, depois de já ter estado hoje a negociar acima dos 70 dólares em Londres.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em junho recua 0,47% para 65,96 dólares por barril.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, cede 0,14% para 69,36 dólares.

 

O Brent chegou a transacionar durante a manhã na casa dos 70 dólares, pela primeira vez desde março, animado pelas expectativas de retoma da procura na sequência da reabertura das economias europeias e norte-americana.

 

"O cenário dominante voltou à ‘normalidade’ dos últimos meses, que se caracteriza por uma abordagem de risco para os mercados. A isto junta-se o enfraquecimento do dólar, criando o cenário perfeito para uma maior recuperação do petróleo, impulsionado pelos números positivos dos stocks dos EUA", sublinhou Carlo Alberto de Casa, analista chefe da ActivTrades, na sua análise diária divulgada esta manhã.

 

No entanto, as cotações acabaram por inverter ligeiramente, com os receios em torno dos casos de covid na Ásia, com destaque para a Índia (terceiro maior importador mundial), a pesarem.

 

Além disso, a Agência Internacional da Energia (AIE) advertiu hoje que os investidores não devem financiar novos projetos de petróleo, gás e carvão se quiserem que o mundo atinja as zero emissões líquidas de dióxido de carbono em meados do século.

 

Este alerta da AIE no sentido de se desinvestir nos combustíveis fósseis desanimou os intervenientes do setor.

18.05.2021

Ouro em queda ligeira, prata com subida ténue

Os metais precisos transacionam hoje sem tendência definida, estando o ouro a ceder ligeiros 0,03% para 1.866,13 dólares por onça (primeira descida em quatro dias já depois de hoje ter negociado em máximos de 29 de janeiro), enquanto a prata avança ténues 0,06% para 28,1888 dólares.

O otimismo crescente dos investidores quanto a uma recuperação mais rápida e robusta da economia global leva a uma redução da procura por ativos considerados de refúgio, o que ajuda a explicar esta quebra ligeira do metal precioso dourado.

18.05.2021

Juros aliviam nas economias periféricas do euro

Os juros das dívidas públicas aliviam hoje na generalidade dos países do espaço da moeda única, em particular para as economias periférica do bloco.

A "yield" associada à dívida portuguesa com prazo a 10 anos cai 1,5 pontos base para 0,598%, movimento acompanhado pelas taxas de juro correspondentes aos títulos espanhóis e italianos que, na mesma maturidade, seguem a recuar respetivamente 1,1 e 0,9 pontos base para 0,600% e para 1,095%. No caso da "yield" transalpina, esta trata-se da primeira descida em seis sessões.

Em sentido oposto está a negociar a "yield" referente às obrigações soberanas da Alemanha que no prazo a 10 anos sobe 0,5 pontos base para -0,112%, o segundo agravamento consecutivo.

18.05.2021

Euro avança para máximo de quase três meses com TC alemão a ajudar

A moeda única europeia aprecia 0,44% para 1,2206 dólares na quarta valorização consecutiva, o que coloca o euro a negociar em máximos de 25 de fevereiro contra o dólar. Por seu turno, o dólar deprecia pela terceira sessão consecutiva, estando a transacionar em mínimos de 25 de fevereiro face a um cabaz composto por 10 moedas de economias desenvolvidas e emergentes.

Esta subida do euro acontece já depois de esta manhã o Tribunal Constitucional da Alemanha ter rejeitado uma queixa que defendia que o Banco Central Europeu, com a adoção de um amplo programa de compra de ativos, estava a extravasar as competências previstas nos tratados.

Esta decisão ajudou a acalmar os mercados quanto à capacidade de atuação do BCE, designadamente conferindo segurança ao programa de compra de ativos posteriormente decidido de modo a conter os efeitos recessivos da crise da covid-19.

18.05.2021

Bolsas dos EUA divididas entre ganhos e perdas

Os principais índices dos Estados Unidos abriram sem rumo defindo, com sentimento dos investidores a oscilar entre o otimismo em torno da reabertura da economia e os receios relacionados com o aumento do número de casos de covid-19 em várias partes da Ásia.

O índice industrial Dow Jones desce 0,11% para 34.303,24 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq valoriza 0,18% para 13.403,10 pontos. Já o S&P500 recua 0,05% para 4.161,91 pontos.  

Em destaque na sessão estão os títulos da Walmart, que sobe 4,05% depois de ter melhorado as estimativas para o conjunto do ano.

Já a Tesla desce 0,31% para 575,04 dólares, influenciada por uma série de notícias negativas, incluindo de uma colisão de um veículo em piloto automático contra um carro da polícia em Washington.

A subida da inflação – e as consequências ao nível da política monetária - continua a preocupar os investidores, pelo que as minutas da última reunião da Fed, que serão divulgadas esta semana, vão centrar as atenções.

Na segunda-feira, porém, o vice-presidente da Fed, Richard Clarida, afirmou que os dados sobre a criação de emprego nos EUA, em abril – mais fracos do que o esperado – mostram que a economia ainda não atingiu as metas que permitam uma redução do programa de compra de ativos.


18.05.2021

Bolsas sobem com otimismo em torno da recuperação económica

As bolsas europeias estão a negociar em alta esta terça-feira, 18 de abril, animadas pelo maior otimismo dos investidores em relação à recuperação da economia global, numa altura em que grande parte das economias da região está a aliviar gradualmente as medidas de restrição impostas para travar a pandemia, e em que os programas de vacinação estão a ganhar ritmo.

O índice de referência para a região, o Stoxx600, sobe 0,48% para 444,43 pontos, impulsionado principalmente pelas cotadas do setor dos media, tecnologia e viagens.

Por cá, o PSI-20 valoriza 0,89% para 5.287,14 pontos, com o BCP a liderar os ganhos. O banco comandado por Miguel Maya sobe 4,37% para 16,72 cêntimos, depois de ter revelado ontem que os seus lucros cresceram mais de 60% no primeiro trimestre para 57,8 milhões de euros.

18.05.2021

Juros em alta na Europa

Os juros da dívida soberana portuguesa estão a subir em todas as maturidades esta terça-feira, acompanhando a tendência de agravamento ligeiro que se estende à generalidade dos países do euro.

Por cá, a yield associada às obrigações a dez anos avança 1,3 pontos para 0,626%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, a subida é de 1,7 pontos para 0,628%.

Na Alemanha, a referência para a região, os juros a dez anos sobem 1 ponto base para -0,107%.

18.05.2021

Ouro em máximos de mais de três meses

Apesar da maior confiança na recuperação da economia global e na manutenção dos estímulos por parte dos governos e bancos centrais, o aumento de casos de covid-19, sobretudo na Ásia, continua a preocupar os investidores.

Nesse sentido, o ouro – como ativo de refúgio – continua entre as apostas dos investidores, estando a valorizar esta terça-feira pela quarta sessão consecutiva para o nível mais alto em mais de três meses.

Nesta altura, o ganho é de 0,18% para 1.870,22 dólares.

18.05.2021

Dólar cai pela terceira sessão

O índice que mede o desempenho do dólar face às principais congéneres mundiais está a cair pela terceira sessão consecutiva, para negociar próximo do valor mais baixo em quatro meses.

Isto numa altura em que o mercado está mais confiante de que a Fed não irá reduzir tão cedo o seu programa de compra de ativos e, por isso, mais voltado para os ativos de maior risco, como as ações.

Esta expectativa foi reforçada pelo vice-presidente da Reserva Federal, Richard Clarida, que disse durante um webinar que os dados sobre a criação de emprego nos Estados Unidos, em abril – mais fracos do que o esperado - mostram que "não fizemos progressos substanciais" nas metas do banco central para o emprego e inflação estabelecidas como limites para começar a reduzir as compras mensais de obrigações do banco central.

18.05.2021

Petróleo sobe 1% com recuperação da procura

O petróleo está a subir cerca de 1% nos mercados internacionais, animado pelos sinais de recuperação da procura, apesar do recente aumento do número de casos de covid-19 em algumas partes da Ásia, com destaque para a Índia.

O Brent, transacionado em Londres, avança 1,11% para 70,23 dólares, tendo superado a marca dos 70 dólares pela primeira vez desde meados de março. Já o WTI, negociado em Nova Iorque, valoriza 1,09% para 66,99 dólares.

O petróleo juntou-se a outras commodities no rally deste ano, com a procura a recuperar dos níveis mais baixos da pandemia. Mais recentemente, esse movimento foi liderado pelos EUA, onde até a indústria da aviação está a dar sinais de recuperação.

18.05.2021

Futuros da Europa e EUA em alta

Os futuros dos Estados Unidos e Europa estão em alta, apontando para um arranque de sessão positivo no velho continente, com os investidores focados na reabertura gradual das economias em todo o mundo, apesar do aumento de casos de covid-19 em algumas partes da Ásia.

Os futuros do Euro Stoxx 50 sobem 0,7%, enquanto os do S&P500 avançam 0,3%.

Na sessão asiática, a tendência também foi de ganhos, com o japonês Topix a subir 1,5%, o sul-coreano Kospi a valorizar 1,2%, o Hang Seng de Hong Kong a avançar 1,2% e o chinês Shanghai Composite Index pouco alterado.

O aumento da inflação continua, porém, no centro das preocupações, e os investidores vão estar muito atentos esta semana às atas da última reunião da Fed, para procurarem pistas sobre o timing da redução da compra de ativos, e mais conclusões sobre as pressões inflacionistas.

O vice-presidente da Reserva Federal, Richard Clarida, disse durante um webinar que os dados sobre a criação de emprego nos Estados Unidos, em abril – mais fracos do que o esperado - mostram que "não fizemos progressos substanciais" nas metas do banco central para o emprego e inflação estabelecidas como limites para começar a reduzir as compras mensais de obrigações do banco central.

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