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Ao minuto10.08.2020

Banca dá ganhos às bolsas europeias e Trump coloca Wall Street a caminho de máximo histórico

O índice que reúne as 500 maiores empresas norte-americanas sobe pela sétima sessão consecutiva, valorizando 0,32% para 3.362,05 pontos. O S&P500 está assim a menos de 1% de superar o máximo histórico fixado a 19 de fevereiro deste ano, nos 3.393,52 pontos.

O Dow Jones teve uma valorização de mais de 11% na terça-feira.
Lucas Jackson/Reuters
Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 10 de Agosto de 2020 às 17:00
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10.08.2020

Euro perde fôlego para o dólar e libra ganha terreno

O euro recuou face ao dólar na sessão europeia, com uma queda de 0,26% para os 1,1756 dólares, enquanto que a libra conseguiu valorizar para perto de máximos desde março deste ano. 

A moeda britânica subiu 0,21% para os 1,3079 dólares.

"O mercado está contra o dólar, e a puxar pelo euro, mas em termos de libra esterlina, o mercado não tem uma visão forte", disse Athanasios Vamvakidis, analista de câmbio Bank of America Merrill Lynch, à Reuters.

10.08.2020

Banca dá ganhos às bolsas europeias

A maioria das bolsas europeias fechou em alta nesta primeira sessão da semana, com os investidores animados pelas medidas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para minimizar os efeitos da pandemia na economia norte-americana.

No sábado, o líder da Casa Branca assinou quatro ordens executivas para manter alguns apoios, incluindo os relativos às prestações de desemprego, o diferimento temporário do imposto cobrado aos empregadores, proteção contra despejos e alívio na dívida dos estudantes.

As iniciativas animaram o mercado, numa altura em que permanece o impasse entre democratas e republicanos em torno do pacote de estímulos à economia norte-americana.

Com o setor da banca em destaque, com uma subida de 2%, o índice de referência para a Europa, o Stoxx600, somou 0,3% para 364,65 pontos.

Com uma forte preponderância do setor financeiro, o espanhol IBEX encabeçou os ganhos, com uma valorização de 1,49%.

Já nos Estados Unidos, depois de uma abertura em alta, os principais índices já passaram para terreno negativo, à exceção do Dow Jones, que ganha cerca de 1%. O S&P500, que chegou a estar a menos de 1% de superar os máximos históricos fixados antes da pandemia, desliza agora 0,06%.

10.08.2020

Juros da Zona Euro caem com tensões comerciais a ajudar

A procura pelo mercado de dívida da Zona Euro aumentou a meio da manhã desta segunda-feira, altura em que a China respondeu aos Estados Unidos com sanções contra onze oficiais norte-americanos, entre os quais a chefe do executivo de Hong Kong, Carrie Lim.

Os juros da Alemanha - a referência para o bloco - caíram 1,7 pontos base para os -0,530%, enquanto que os juros de Itália perderam 0,8 pontos base para os 0,918%, juntando-se assim ao sentimento de quedas da região.

Na Península Ibérica, os juros de Portugal perderam 2,3% e os de Espanha recuaram 2,2 pontos base para os 0,265% e os 0,250%, respetivamente.

10.08.2020

Aumento da procura e estímulos dos EUA impulsionam petróleo

Os preços do petróleo terminaram a sessão europeia de hoje com ganhos, animados com a possibilidade de um acordo no Congresso dos Estados Unidos para um novo pacote de estímulos e com a recuperação da procura por petróleo no continente asiático. 

Assim, o Brent valorizou 1,53% para os 45,08 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) avançou 2,06% para os 42,07 dólares por barril. 

A saudita Saudi Aramco disse que a procura pela matéria-prima estava a regressar aos níveis pré-pandemia no continente asiático, principalmente na China, um dos maiores mercados do mundo. 

Para além deste sinal otimista, um entendimento entre Democratas e Republicanos no Congresso dos Estados Unidos pode estar por dias, depois de o presidente do país, Donald Trump, ter-se chegado à frente com novos apoios para acelerar o acordo entre as duas partes.

10.08.2020

Cobre brilha com maior subida em 12 semanas

As matérias-primas são dos ativos mais sensíveis quando se fala de estímulos nos mercados e o cobre é habitualmente a "commodity" que mais beneficia.

A matéria-prima está hoje a ganhar 2,8% para 2,87 dólares por libra-peso, o que segundo a Bloomberg representa a valorização mais acentuada das últimas 12 semanas. Esta valorização do cobre acontece numa sessão em que os mercados estão a beneficiar com as várias medidas de estímulo aprovadas por Donald Trump no fim de semana.

O cobre é considerado um barómetro da evolução da economia mundial, pela forte procura de que é alvo por parte de inúmeros setores – do metalúrgico ao da construção, passando pelos transportes e transmissão de energia – quando a atividade económica vai de vento em popa. Do mesmo modo, em épocas de contração, é dos primeiros metais industriais a dar essa indicação. Devido ao seu uso generalizado na indústria, está estreitamente ligado aos acontecimentos macroeconómicos, chegando a ser chamado de "Dr. Cobre", já que muitos consideram que este metal tem um doutoramento em Economia.

10.08.2020

Fé nos estímulos de Trump coloca Wall Street a caminho de máximo histórico

As ações norte-americanas reforçaram os ganhos de abertura, colocando o S&P500 a poucas dezenas de pontos (menos de 1%) de superar os máximos históricos fixados antes da pandemia.

O índice que reúne as 500 maiores empresas norte-americanas sobe pela sétima sessão consecutiva, valorizando 0,32% para 3.362,05 pontos. O S&P500 está assim a menos de 1% de superar o máximo histórico fixado a 19 de fevereiro deste ano, nos 3.393,52 pontos.

Segunda a Bloomberg, o S&P500 Total Return Index, índice que inclui o reinvestimento dos dividendos, já atingiu hoje um máximo histórico, superando o pico de fevereiro.  

As cotadas ligadas ao setor industrial, energia e comunicações são as que mais impulsionam os índices norte-americanos. A liderar o sentimento positivo nos mercados continua a estar as medidas de estímulo económico anunciadas por Donald Trump este fim de semana, que ofuscam os desentendimentos entre democratas e republicanos para aprovarem um plano global para recuperar a economia norte-americana da pandemia.  

As tecnológicas, que são as grandes vencedoras do ano em Wall Street, estão hoje a destoar do restantes setores, levando o Nasdaq a cair 1,24% para 10.874,02 pontos. O Dow Jones ganha 0,66% para 27.615,54 pontos.

Quebrar a barreira psicológica do anterior máximo histórico "vai depender da capacidade do mercado absorver notícias negativas na frente das negociações comerciais entre os EUA e a China e as manobras políticas em Washington sobre os estímulos".

10.08.2020

Wall Street sorri perante apoios anunciados por Trump

Os três maiores índices dos Estados Unidos abriram a sessão desta segunda-feira em alta, animados com os apoios anunciados por Donald Trump, para pressionar Democratas e Republicanos a selarem um entendimento para os novos estímulos a serem lançados sobre a economia.

Por esta altura, o Down Jones ganha 0,53% para os 27.579,02 pontos, enquanto que o S&P 500 avança 0,24% para os 3.359,34 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite avança 0,14% para pos 11.026,67 pontos, perto de máximos históricos.

O índice S&P 500 está apenas perto de tocar nos máximos históricos atingidos me fevereiro deste ano, antes de a pandemia se ter feito sentir nas bolsas em todo o mundo. 

O que vai dando força a esta abertura em Wall Street são as decisões do líder da Casa Branca, Donald Trump, que avançou com várias medidas para contornar o impasse que persiste entre democratas e republicanos sobre o pacote de estímulos que está a ser negociado no Congresso. Entre elas, estão os 300 dólares por semana em subsídios adicionais para os desempregados e mais 100 dólares em subsídios semanais.

Contudo, a relação entre a China e os Estados Unidos voltou a viver um novo capítulo nas sanções. Depois de na sexta-feira, Washington ter avançado com sanções sobre onze oficiais da China, incluindo a chefe do governo de Hong Kong, Carrie Lam, agora foi a vez de Pequim retaliar. A China hoje anunciou também sanções contra onze oficias norte-americanos, onde se encontram os senadores Marco Rubio e Ted Cruz e o presidente da organização Freedom House, Michael Abramowitz. 

A propagação do coronavírus continua a prender as atenções dos investidores, numa altura em que o número de infetados ultrapassou os cinco milhões. 

Ainda assim, o otimismo em torno de uma temporada de resultados melhor do que o previsto e a esperança por mais estímulos à economia do país levaram a uma valorização de quase 2,5% do S&P, na semana passada, enquanto que o Nasdaq renovava máximos históricos. 




10.08.2020

Juros a 30 anos caem abaixo de 1% pela primeira vez desde março

A taxa de juros a 30 anos da dívida portuguesa caiu abaixo do patamar de 1% nesta segunda-feira, algo que já não acontecia desde o início de março deste ano, antes de a pandemia afetar os mercados de dívida. 

Por esta altura, os juros com esta maturidade perdem 1,8 pontos base para os 0,992%.

10.08.2020

Juros da Zona Euro em queda, com exceção para Itália

Os juros de dívida dos países da Zona Euro seguem a negociar em queda, depois de uma abertura a subir. A nova investida da China contra vários oficiais dos Estados Unidos fizeram regressar os investidores a ativos considerados mais seguros, como ´s o caso do mercado de dívida. 

A única exceção para esta queda geral é  taxa de referência de Itália, que se manteve a subir 0,4 pontos base para os 0,930%. 

Os juros da Alemanha caem 0,7 pontos base para os -0,519%, enquanto que na Península Ibéria os juros de Portugal e Espanha caem ambos 0,9 pontos base para os 0,279% e 0,263%, respetivamente. 

10.08.2020

Europa sobe, mas resposta da China trava maiores ganhos

As principais praças europeias abriram a semana a valorizar, mas foram perdendo gás depois de a China ter dito que iria avançar com novas sanções sobre onze oficiais dos Estados Unidos, em resposta às medidas impostas pela administração de Donald Trump, na passada sexta-feira. 

Entre os sancionados estão os senadores Marco Rubio e Ted Cruz e o presidente da organização Freedom House, Michael Abramowitz. Na sexta-feira, a Casa Branca tinha imposto sanções sobre onze oficiais da China e a aliados em Hong Kong, numa lista onde se incluía Carrie Lam, a chefe do executivo de Hong Kong. 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx 600, vai ganhando 0,07% para os 363,80 pontos, com os índices do continente a oscilarem entre uma queda de 2% em Atenas e um ganho de 1,3% em Madrid. O setor da tecnologia é o que lidera as quedas, por esta altura, contrastando com o setor da energia, que valoriza após a Saudi Aramco ter dito que a procura vai continuar a aumentar.

Ainda assim, o que vai dando força às bolsas do "velho continente" são as decisões de Trump, que avançou com várias medidas para contornar o impasse que persiste entre democratas e republicanos sobre o pacote de estímulos que está a ser negociado no Congresso.

Entre elas, estão os 300 dólares por semana em subsídios adicionais para os desempregados e mais 100 dólares em subsídios semanais.




10.08.2020

Dólar ganha força com tensão entre EUA e China

O dólar ganha terreno às principais divisas mundiais, com os investidores a apostarem na moeda norte-americana numa altura de crescente tensão entre os Estados Unidos e a China, com novas sanções entre as duas maiores economias do mundo.

Os últimos desenvolvimentos dão um sinal negativo sobre a importante reunião entre responsáveis dos dois países. No próximo dia 15 de agosto, Washington e Pequim manterão conversações ao mais alto nível para avaliarem o cumprimento, pela China, da "fase 1" do acordo comercial assinado a 15 de janeiro pelas duas maiores economias do mundo.

O índice do dólar avança 0,1% e o euro desvaloriza 0,13% para 1,1772 dólares.

 

10.08.2020

Ouro alivia de recorde com segunda queda consecutiva

O metal precioso está a ser penalizado pela alta do dólar, recuando pela segunda sessão consecutiva, apesar de se manter acima dos 2.000 dólares. Depois de ter atingido máximos históricos na semana passada, o ouro está a recuar 0,21% para 2.031,26 dólares a onça no mercado à vista em Londres. Antes o metal precioso tinha registado uma série de cinco sessões sempre a ganhar terreno, com os investidores a olharem para o ouro como destino preferido dos seus investimentos em tempos de elevada incerteza devido à pandemia.

10.08.2020

Petróleo sobe mais de 1% com otimismo da Aramco

As cotações do petróleo sobem mais de 1% em Londres e Nova Iorque, suportadas pelas perspetivas de mais estímulos à economia norte-americana e pelas indicações positivas que foram deixadas este fim de semana pela Saudi Aramco.

A petrolífera saudita apresentou os resultados do segundo trimestre e deu a indicação que a procura de petróleo deverá continuar a recuperar. "Ventos contrários fortes com a redução da procura e baixos preços do petróleo refletiram-se nos resultados do segundo trimestre", declarou Amin Nasser, CEO da Aramco, que registou no segundo trimestre deste ano uma quebra nos lucros de 73% para 24,6 mil milhões de riais (5,5 mil milhões de euros e 6,6 mil milhões de dólares).

O responsável salienta que, no entanto, "já estamos a sentir uma pequena recuperação no mercado de energia à medida que os países tomam medidas de aligeirar as restrições e lançam planos de relançamento económico".

O WTI soma 1,6% para 41,88 dólares e o Brent, que serve de referência às importações portuguesas, avança 1,17% para 44,92 dólares.

O foco dos mercados de petróleo nesta semana estará nas negociações comerciais EUA-China a 15 de agosto, sendo que as importações de energia da China devem ser discutidas.

10.08.2020

PSI-20 sobe 0,75% com Galp e BCP a impulsionar

Poucos minutos depois da abertura o PSI-20 ganhava 0,75% para 4.399,93 pontos, com 13 cotadas em alta, duas em queda e três sem variação. O índice português liderava os ganhos entre os principais índices europeus, numa altura em que o Stoxx600 soma 0,23% para 364,38 pontos.

As bolsas europeias arrancaram a semana com tendência positiva, com os investidores agradados com a decisão do presidente dos Estados Unidos avançar com várias medidas para contornar o impasse que persiste entre democratas e republicanos sobre o pacote de estímulos que está a ser negociado no Congresso.

Donald Trump ordenou o governo federal no sábado a avançar com 300 dólares por semana em subsídios adicionais para os desempregados e apelou aos estados para financiarem mais 100 dólares em subsídios semanais. A medida foi uma das quatro ordens que o presidente assinou para prolongar os auxílios em vigor devido à pandemia.

O índice português está a ser impulsionado sobretudo pela Galp Energia, Navigator e BCP. O banco soma 2,17% para 10,35 cêntimos e a empresa de pasta e papel avança 1,55% para 2,222 euros. A petrolífera valoriza 1,75% para 9,312 euros numa sessão em que o petróleo marca ganhos em torno de 1%.

Os CTT marcam a maior subida do PSI-20, com um ganho de 4,55% para 2,64 euros, mantendo a tendência de subida de sexta-feira, quando recuperou das perdas sofridas na véspera em reação aos prejuízos de 2 milhões de euros registados no semestre.

A EDP conclui com sucesso o aumento de capital de 1,02 mil milhões de euros, tendo todas as ações sido subscritas pelos acionistas numa operação que segundo o CEO da cotada contou com a participação de mais de 100 mil portugueses. As ações seguem a subir 0,32% para 4,392 euros.

10.08.2020

Apoios de Trump suportam subida das bolsas

Donald Trump diz que o seu adversário, Joe Biden, “é incapaz de alinhar duas frases seguidas”.

As ações europeias devem arrancar a semana com o pé direito, com os investidores agradados com a decisão do presidente dos Estados Unidos avançar com várias medidas para contornar o impasse que persiste entre democratas e republicanos sobre o pacote de estímulos que está a ser negociado no Congresso.

 

Donald Trump ordenou o governo federal no sábado a avançar com 300 dólares por semana em subsídios adicionais para os desempregados e apelou aos estados para financiarem mais 100 dólares em subsídios semanais. A medida foi uma das quatro ordens que o presidente assinou para prolongar os auxílios em vigor devido à pandemia.

 

Os investidores vão esta a semana estar atentos às conversações entre os Estados Unidos e China sobre o acordo comercial entre as duas maiores economias do mundo.

 

Os futuros sobre o EuroStoxx50 avançam 0,9%, os futuros sobre o norte-americano S&P500 sobem 0,3% e a sessão asiática foi marcada por ganhos nas principais praças, com a bolsa australiana a destacar-se com uma valorização de quase 2%.

 

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