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Europa renova novamente máximos históricos com otimismo na recuperação a imperar

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

EPA
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 08 de Abril de 2021 às 17:11
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08.04.2021

Europa renova máximos históricos com otimismo na recuperação a imperar

O índice de referência para a Europa subiu para máximos históricos novamente, desta vez impulsionado pela divulgação das minutas da reuniões de política moentária da Reserva Federal dos Estados Unidos e do Banco Central Europeu.

Ambos os bancos centrais reforçaram a mensagem de que os apoios à economia são para manter, e de que o "rally" nas "yields" do Tesouro, no caso dos Estados Unidos, e das "yields" da dívida dos países na Zona Euro, no caso do BCE, é reflexo da força da economia, ao invés de ser interpretado como um alarme no que toca a inflação.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as maiores cotadas da Europa - subiu 0,6% para novos máximos históricos, acumulando um ganho de quase 10% até ao momento, neste ano.


As minutas da última reunião de 10 e 11 de março mostram que os membros do Conselho do BCE consideram que é ainda "permaturo" estar a apertar as condições de financiamento na Zona Euro, apesar de admitirem que a região se encontra uns passos atrás dos Estados Unidos, no que toca às condições e à recuperação económica. 

A maioria das praças europeias espelha ainda o entusiasmo que existe em torno da recuperação económica a nível global, dias depois de o Fundo Monetário Internacional (FMI) ter revisto em alta as suas projeções para todo o mundo.

08.04.2021

Queda do dólar impulsiona ouro

O metal precioso negoceia em alta tirando partido da debilidade do dólar, que torna o investimento na matéria-prima mais apelativo. Recuperando das quedas das últimas sessões, o ouro soma 0,99% para 1.754,96 dólares a onça no mercado à vista em Londres.

 
A subida do ouro surge depois de ontem a Reserva Federal ter sinalizado que não está a planear um agravamento da política monetária num futuro próximo e o Departamento do Trabalho dos EUA ter hoje anunciado que os novos pedidos de subsídio de desemprego subiram inesperadamente pela segunda semana.

08.04.2021

Dados do emprego nos EUA penalizam petróleo

O petróleo está a desvalorizar esta quinta-feira, penalizado pelos dados económicos divulgados nos Estados Unidos, que apontam para um enfraquecimento do mercado de trabalho na maior economia do mundo.

 

O Brent em Londres desce 0,82% para 62,64 dólares e o WTI em Nova Iorque recua 1,15% para 59,08 dólares.

 

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos revelou que os pedidos de subsídio de desemprego dos EUA subiram para 744.000 na semana passada, contrariando a recente tendência de queda e outros sinais de melhoria do mercado de trabalho.

 

Os dados divulgados esta manhã ficaram acima do esperado, "sinalizando que a recuperação da economia norte-americana não será tão acelerada como se antecipava", diz Michael Lynch, presidente do Strategic Energy & Economic Research, citando também o número elevado de casos no Brasil e na Índia para justificar a maior cautela dos investidores".

 

08.04.2021

Juros das dívidas aliviam na Zona Euro

Os juros associados às dívidas públicas dos países do bloco do euro estão em queda no mercado secundário de dívida, o que acontece numa fase em que são revistas em alta as projeções para a evolução das economias europeia e global.

A taxa de juro referente às obrigações de dívida soberana de Portugal com prazo a 10 anos cede 0,1 pontos base para 0,230%, descida acompanhada pelas "yields" correspondentes aos títulos de dívida a 10 anos da Espanha e da Itália, que recuam respetivamente 0,8 e 2,6 para 0,331% e para 0,665%.

Também a taxa de juro relativa à dívida alemã com a mesma maturidade alivia 1,2 pontos base para -0,338%, o que coloca a "yield" germânica em mínimos de 29 de março.

As "yields" a 10 anos de Portugal, Espanha e Alemanha recuam pela segunda sessão consecutiva.

08.04.2021

Euro sobe e dólar recua para mínimo de 23 de março

A moeda única europeia transaciona em alta nos mercados cambiais face ao dólar, estando a apreciar 0,30% para 1,1904 dólares.

Por seu turno, o dólar negoceia em queda, tendo hoje recuado para o valor mais baixo desde 23 de março no índice da Bloomberg que mede o comportamento da divisa norte-americana face a um cabaz composto por 10 moedas de economias desenvolvidas e emergentes.

Os investidores aguardam o discurso que será feito esta tarde por Jerome Powell, líder da Reserva Federal dos Estados Unidos, para recolherem pistas sobre o futuro próximo da política monetária na maior economia mundial, porém as últimas atas do banco central americano mostrarem haver unanimidade entre os governadores da Fed quanto à manutenção dos juros diretores próximos de zero, isto apesar da revisão em alta das estimativas para o crescimento económico e o mercado laboral.

08.04.2021

Wall Street acumula máximos históricos à boleia da Fed

As bolsas norte-americanas abriram em alta, renovando os máximos históricos que fixou nas últimas sessões, com os investidores agradados com a mensagem de otimismo deixada pela Reserva Federal (Fed).  

 

O S&P500 soma 0,26% para 4.090,63 pontos, fixando assim um novo recorde. As tecnológicas estão a liderar os ganhos em Wall Street, conduzindo o Nasdaq Composite a uma valorização de 0,91% para 13.812,9 pontos. O Dow Jones segue o caminho inverso e perde 0,17% para 33.383,8 pontos.

 

No fecho da sessão de quarta-feira os índices saltaram para máximos históricos depois de terem sido divulgadas as atas da última reunião da Fed, que mostram que a instituição liderada por Jerome Powell vai manter a política acomodatícia e com as taxas de juro em mínimos históricos até haver sinais claros de recuperação da economia e não apenas previsões positivas.

 

Esta mensagem também contagiou os mercados europeus, com o Stoxx600 a atingir novos máximos históricos esta manhã.

 

A Fed também desvalorizou o risco de pressões inflacionistas, considerando que a alta dos juros das obrigações reflete antes as perspetivas mais positivas para a economia.

 

Contudo, hoje foi divulgado um dado que contraria de alguma forma este optimista, mostrando que a recuperação da maior economia do mundo ainda é feita aos solavancos, pelo menos no mercado de trabalho. Os novos pedidos de subsídio de desemprego aumentaram de forma inesperada pela segunda semana consecutiva, com um agravamento de 16 mil para 744 mil (acima dos 680 mil estimados pelos economistas).

08.04.2021

Europa renova máximos de sempre

As principais bolsas europeias seguem alinhadas no verde e o índice de referência europeu bate recordes. As mais recentes pistas deixadas pela Reserva Federal norte-americana deixam os investidores confiantes no futuro da economia.

O índice Stoxx600, que agrega as 600 maiores cotadas da Europa, avança 0,44% para os 436,22 pontos e já chegou a valorizar 0,54%, uma subida que lhe permitiu chegar a um máximo de sempre. Todos os setores contemplados no índice se posicionam hoje no verde, com as matérias-primas a destacarem-se pela positiva.

As praças espanholas, portuguesa, alemã, holandesa e italiana seguem mais modestas no verde, com ganhos até aos 0,3%. Paris e Londres vão "mais longe", até ao 0,5%.

A maioria das praças europeias mostra-se otimista depois de terem sido reveladas as minutas da última reunião da Fed. Nestes documentos fica reforçada a mensagem já veiculada pelo banco central, de que os apoios à economia são para manter, e de que o rally nas yields do Tesouro é reflexo da força da economia, ao invés de ser interpretado como um alarme no que toca a inflação.

08.04.2021

Juros dividem-se mas mostram estabilidade

Os juros da dívida portuguesa a dez anos estão a aliviar 0,4 pontos base para os 0,230%, recuando desta forma pela segunda sessão consecutiva. Na Alemanha, a referência europeia, a tendência é a inversa, com a remuneração das bunds a agravar 0,2 pontos base para os -0,323 pontos base.

Nos Estados Unidos, cujo mercado de obrigações tem tomado os holofotes, as yields do Tesouro voltam a cair – 1,2 pontos base ara os 1,663% - depois de na sessão anterior terem espreitado o verde. Neste sentido, a remuneração destas obrigações soberanas parece estar a estabilizar, acalmando o alarme levantado entre os investidores de que poderiam estar a indicar um aumento na inflação, e assim afugentar os estímulos económicos.

08.04.2021

Fed amiga da economia mas não do dólar

A Reserva Federal norte-americana, ao dar um reforço à ideia de que se mantém firme a segurar a economia através da divulgação das minutas da última reunião, está a deixar o dólar, como ativo refúgio, enfraquecer. 

O Bloomberg Dollar Spot Index, que indica a pujança do dólar face a um cabaz das principais moedas, volta a mostrar uma quebra, depois de ter visto ontem o verde pela primeira vez em cinco sessões. A moeda única europeia mostra-se, contudo, contida, ao descer uns muito ligeiros 0,01% para os 1,1867 dólares, num desempenho semelhante ao da sessão anterior.

08.04.2021

Ouro empoleira-se no dólar e nos juros

O ouro está a valorizar 0,39% para os 1.744,51 dólares por onça, confirmando o "sobe-e-desce" que se tem verificado nesta matéria-prima desde o início da semana. Com s subidas de hoje, já tocou níveis de 25 de março.

O ouro voltou à ribalta depois de o rival dólar, com quem compete" como ativo refúgio, ter voltado a cair. Outro ativo tipicamente seguro, as obrigações dos Estados Unidos, viram os juros a cair sucessivamente nos últimos dias, o que também dá força ao metal amarelo.

08.04.2021

Pandemia enfraquece petróleo

O petróleo está em queda, numa altura em que a pandemia está a agravar em regiões chave para o consumo de petróleo, como é o caso da Índia ou da província mais populosa do Canadá, que já declarou estado de emergência. Isto, depois de a Organização de Países Exportadores de Petróleo ter concordado alargar a oferta nos próximos meses, abandonando o regime de cortes na produção que vigorou no último ano de pandemia.

A Índia, que é o terceiro maior imporador de petróleo no mundo, reportou um novo recorde de casos diários, que suplantaram os 126.000, enquanto alguns estados enfrentam falta de vacinas.

O barril de Brent, referência na Europa, desce 0,89% para os 62,61 dólares, invertendo os ganhos das últimas duas sessões. Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate cai 0,89% para os 59,24 dólares.

 

08.04.2021

Ásia divide-se e EUA e Europa ganham com Fed a dar sustento

As ações asiáticas dividiram-se, e os futuros da Europa e dos Estados Unidos apontam para subidas, depois do S&P500 ter tocado novos recordes apoiado por novas provas do suporte da Fed à economia.

O australiano S&P/ASX 200 subiu 0,9%, ao lado dos 0,8% do Hang Seng de Hong Kong. O Compósito de Xangai também valorizou, 0,3%. Já na Coreia, o Kospi fraquejou em 0,1%. No Japão, as ações caíram 0,9%, numa altura em que se teme que o país vá aplicar maiores restrições para parar a subida nas infeções.

O europeu Euro Stoxx 50 sobe 0,3% e o norte-americano S&P 500 soma 0,4%, nas contas dos respetivos futuros.

Os membros da Fed revelaram-se unidos na necessidade de ver um maior progresso na recuperação económica antes de recuar no programa de recompra atual, de acordo com as minutas da reunião de março que foram divulgadas esta quarta-feira. Neste encontro, os responsáveis de política monetária minimizaram os riscos de inflação, atribuindo a subida das taxas de juro do Tesouro a perspetivas de crescimento mais fortes.

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