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Ao minuto13.07.2020

Covid-19 anima ouro e quebra petróleo. Juros agravam-se e euro sobe à boleia das bolsas

Acompanhe aqui a evolução dos mercados ao longo do dia.

As bolsas registaram uma recuperação acentuada em abril. O índice PSI-20 subiu mais de 5%, o melhor mês em mais de um ano.
Justin Lane/EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 13 de Julho de 2020 às 21:32
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13.07.2020

Bolsas dos EUA caem com perspetiva de queda dos lucros das cotadas

As bolsas do outro lado do Atlântico estavam a negociar em alta a menos de uma hora do fecho da sessão, com o S&P500 a chegar a regressar a um saldo positivo no cômputo de 2020, mas acabaram por inverter. Só o Dow conseguiu manter-se à tona, com uma subida marginal.

 

O Dow Jones foi assim a exceção às quedas na sessão desta segunda-feira em Wall Street e encerrou a somar 0,04% para 26.085,80 pontos.

 

Já o Standard & Poor’s 500 recuou 0,94% para 3.155,23 pontos.

 

A pandemia de covid-19 levou o S&P 500 a mergulhar 34% face aos máximos históricos atingidos a 19 de fevereiro, com o nível mais baixo a ser fixado no dia 23 de março.

 

Desde então, o índice disparou 44%, ficando a 8 de junho positivo no ano pela primeira vez desde fevereiro. Entretanto, voltou a ter saldo negativo no ano, e hoje brilhou ao regressar ao verde no acumulado de 2020. Mas foi sol de pouca dura. Depois de estar a ganhar 1,5%, acabou por inverter para as quedas, pelo que no cômputo do ano voltou a ficar no vermelho.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite – que hoje chegou a marcar um novo máximo histórico, nos 10.824,79 pontos – acabou por inverter para terreno negativo e fechou a sessão a ceder 2,13% para 10.390,84 pontos.

 

A pressionar o Nasdaq estiveram cotadas como a Alphabet e Microsoft, que ofuscaram os ganhos da Apple e da Tesla.

13.07.2020

Stoxx600 sobe e corta para 11% perdas em 2020

As principais bolsas europeias fecharam a sessão desta segunda-feira, 13 de julho, em terreno positivo, sendo que o principal índice bolsista da Grécia protagonizou a exceção ao recuar perto de 0,5%.

Já o índice de referência europeu Stoxx600 ganhou 1% para 370,50 pontos, na segunda sessão consecutiva em alta, o que lhe permitiu reduzir para 10,90% as perdas acumuladas ao longo de 2020.

Já o PSI-20 fechou uma sessão em que alternou entre subidas e descidas ligeiras, com uma valorização de 0,18% para 4.472,83 pontos, apoiado em especial no BCP (+3,14% para 10,84 cêntimos por ação).

Com a generalidade dos setores do velho continente no verde, as subidas das matérias-primas e dos setores químico e tecnológico foram as que mais impulsionaram o otimismo na Europa.

A perspetiva otimista dos investidores quanto à apresentação de resultados positivos por parte de algumas das principais cotadas mundiais apoiou os ganhos bolsistas hoje registados, sendo que Wall Street avançou mesmo para máximos de cinco semanas.

Os investidores querem perceber se o otimismo decorrente das medidas de estímulo económico decididas por governos nacionais e bancos centrais poderão ter agora a companhia de resultados financeiros robustos, o que seria um sinal importante para a retoma económica.

13.07.2020

Petróleo cede com aumento de infeções por covid-19

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em agosto recua 0,10% para 40,51 dólares por barril.

 

Já o contrato de setembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, desvaloriza 0,14% para 43,18 dólares.

 

A pressionar as cotações da matéria-prima está o aumento recorde diário dos casos de coronavírus a nível mundial, com grandes escaladas nas infeções nos Estados Unidos.

 

Os investidores aguardam agora pela reunião do Comité Ministerial Conjunto de Acompanhamento (JMMC, na sigla em inglês) do acordo de redução da produção petrolífera dos países da OPEP e não-OPEP, que decorre amanhã e quarta-feira, de onde sairá uma recomendação para o nível de cortes a partir de agosto.

 

O JMMC, apoiado pelo Comité Técnico Conjunto (JTC), foi criado para monitorizar o cumprimento dos cortes voluntários de produção feitos pelos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e outras nações não pertencentes ao cartel, como a Rússia.

 

Os operadores estimam que desta reeunião saia a recomendação de uma diminuição do volume de retirada da oferta, tal como tinha sido já delineado em junho.

 

Desde 1 de maio que está em vigor uma retirada de 9,7 milhões de barris por dia do mercado por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e aliados (o chamado grupo OPEP+), acordo esse que vigora ainda, nessa dimensão, durante este mês – estando previsto que o corte seja depois mais leve.

 

O mercado está à espera que a OPEP+ aligeire os cortes de produção para 7,7 milhões de barris por dia.

13.07.2020

Juros agravam pela quarta sessão

Os juros da dívida portuguesa estão a agravar-se pela quarta sessão consecutiva. Esta segunda-feira avançam 3,3 pontos base para os 0,447%, e já regressaram a níveis de 2 de julho.

A remuneração exigida pelos investidores é, desta forma, de novo superior àquela que pedem pela dívida espanhola com a mesma maturidade – uma tendência que se verifica há três sessões. Em território vizinho, os juros sobem 3,3 pontos base para os 0,443%.

Na referência europeia, a Alemanha, os juros avançam 5,6 pontos base para os -0,413%, colocando o prémio da dívida portuguesa face à alemã nos 86 pontos base.

13.07.2020

Euro capitaliza ganhos de Wall Street e valoriza

A moeda única europeia seguia a ganhar terreno perante as principais divisas internacionais no arranque da semana.

Os ganhos robustos de Wall Street reduzem a atratividade da moeda norte-americana como valor refúgio, beneficiando a moeda europeia. O euro avança 0,57% face à nota verde, cotando nos 1,1364 dólares.

A moeda única europeia também valoriza perante a divisa britânica, com uma subida de 0,56%, para as 0,9004 libras esterlinas, e frente à moeda japonesa, cotando nos 121,8800 ienes, um ganho de 0,84%.

13.07.2020

Ouro avança e supera os 1.800 dólares

O ouro segue em alta na sessão inaugural da semana e volta a cotar acima da fasquia dos 1.800 dólares, em máximos de nove anos.

O metal precioso avança 0,57% para os 1.808,47 dólares por onça depois de ter tocado os 1.813,59 dólares durante o dia.

O aumento dos casos de covid-19 reforça o estatuto de ativo de refúgio do metal amarelo.

Mas as "estrelas" do dia são os restantes metais: a prata avança 2,71%, para os 19,57 dólares por onça, enquanto a platina ganha 2,44%, cotando nos 847,76 dólares, e o cobre sobe 2,28%, até aos 296,35 dólares, máximo de dois anos.

13.07.2020

Wall Street sobe com Pepsi a abrir temporada de resultados em alta

Os três maiores índices dos Estados Unidos abriram a sessão de hoje em alta, no dia em que a Pepsi deu o pontapé de saída na época de resultados empresariais, excedendo as estimativas iniciais do mercado.

Por esta altura, o Dow Jones ganha 0,87% para os 26.302,21 pontos e o S&P 500 avança 0,78% para os 3.211,24 pontos. O Nasdaq Composite valoriza 1,24% para os 10.748,56 pontos.

A Pepsi ganha 2,1% no início desta sessão, beneficiando do confinamento decretado pelos governos em todo o mundo, que fez aumentar a procura pelo refrigerante, mas principalmente por snacks como o Fritos ou Cheetos. 

Ainda no campo empresarial, a Analog sobe cerca de 1% depois de ter feito uma oferta para comprar a rival Maxim Integrated Products por 20,91 mil milhões de dólares. Já as ações da Maxim disparam 15%. 

Apesar desta entrada inicial otimista na época de resultados, os dados da Refinitiv e divulgados pela Reuters, mostram que no segundo trimestre poderá registar-se a maior queda trimestral desde a crise financeira de 2008. O grande foco desta semana vai para a divulgação dos números do setor da banca. 

A travar maiores ganhos estão os números sobre a propagação da covid-19, que não pára de aumentar nos Estados Unidos. No fim de semana, o estado da Florida divulgou o número diário mais alto em termos de novos casos de covid-19, com cerca de 15.300 infetados registados. Na Carolina do Sul e no Texas os valores estão também a preocupar os investidores. 

13.07.2020

Lisboa dá a volta com BCP a ofuscar queda da EDP

A bolsa nacional começou o dia a contrariar a tendência das restantes praças europeias, com uma queda precipitada pela má atuação do grupo EDP e da Jerónimo Martins. 

Contudo, o cenário foi-se alterando ao longo da manhã e agora a bolsa nacional avança 0,28% para os 4.477,24 pontos. Ainda assim com uma prestação abaixo das congéneres europeias que avançam em torno de 1%.

Entre as cotadas, a EDP cai 1,92% para os 4,449 euros por ação e a EDP renováveis anulou as perdas e segue agora a negociar nos 13,74 euros. A RTP avançou no domingo que a EDP será constituída arguida no processo das rendas excessivas, o mesmo que já levou à suspensão do CEO António Mexia e de Manso Neto, da EDP Renováveis.

A retalhista Jerónimo Martins cai 0,94% para os 15,29 euros por ação, no 
dia em que está a descontar o dividendo de 20,7 cêntimos que vai pagar esta semana aos acionistas.

Por outro lado, o BCP consegue valorizar 2,57% para os 10,75 cêntimos por ação e a galp ganha 0,72% para os 10,54 euros por ação. 

13.07.2020

Ouro volta a aproximar-se de máximos acima dos 1.800 dólares

O preço do ouro voltou a colocar-se perto de máximos de 2011 ao valorizar para acima do patamar dos 1.800 dólares por onça, num dia em que reage à nova subida recorde de casos no estado da Flórida, Estados Unidos. 

O metal precioso avança 0,35% para os 1.804,94 dólares por onça, depois de no domingo a Florida ter registado 15.300 casos de covid-19, o que representa um máximo histórico diário. 

Tendo em conta a imprevisibilidade da evolução da doença e do impacto que possa vir a ter nas bolsas, os investidores salvaguardam-se no ouro, um ativo de refúgio, considerado mais seguro que os restantes. 

13.07.2020

Juros da Zona Euro sobem. "Spread" entre Portugal e Espanha alarga

Os juros da Zona Euro assumem uma tendência semelhante nesta primeira sessão da semana, com os juros da Alemanha - que servem de referência para o bloco - a coordenarem a batuta europeia com uma subida de 1,2 pontos base para os -0,461%. 

Em Itália verifica-se um ganho de 2,1 pontos base para os 1,243% e na Grécia o mesmo: os juros helénicos avançam 0,9 pontos base para os 1,201%, ainda abaixo dos congéneres transalpinos. 

Na Península Ibérica, os juros de Portugal e Espanha têm estado numa corrida com constantes ultrapassagens na escala de risco. Agora, os juros de Espanha sobem 1,8 pontos base para os 0,425% e os de Portugal avançam 2,1 pontos base para 0,431%.

13.07.2020

Euro ganha força ao dólar, mas libra recua

A moeda única da União Europeia continua a sua senda positiva face ao rival dólar dos Estados Unidos, país onde o número de casos de covid-19 continua a bater recordes diários em algumas regiões. 

Por esta altura o euro aprecia 0,11% para os 1,1312 dólares. Já a libra esterlina recua 0,04% para os 1,2618 dólares. 

A moeda britânica tem sido impactada pelas difíceis negociações entre o Reino Unido e a União Europeia, no caso do Brexit. O período de transição termina no final do ano e existe a expectativa de que ele finde sem que ambas as partes tenham ultimado os pormenores em curso. 

13.07.2020

Petróleo cai com expectativa que OPEP reduza cortes de produção

Os preços do petróleo começaram a sessão desta segunda-feira em queda, antes da reunião de dois dias da OPEP+ (Organização de Países Exportadores de Petróleo e os aliados, liderados pela Rússia), que pode anunciar reduções dos cortes de produção.

O Brent, que serve de referência para Portugal, cai 1,04% para os 42,79 dólares por barril, enquanto que o norte-americano crude desvaloriza 1,11% para os 40,10 dólares por barril. 

O cartel petrolífero que reúne os maiores produtores do mundo estará reunido na quarta-feira, com as expectativas de que irá começar a aligeirar os cortes de produção históricos que se viu obrigado a efetuar devido ao impacto que a pandemia estava a ter na procura pela matéria-prima. 

A maior produtora de petróleo na Rússia anunciou que se estava a preparar para voltar a aumentar a produção no próximo mês, de acordo com a Bloomberg, o que pressiona ainda mais os preços.   

Contudo, estas medidas de reduzir os cortes de produção surgem numa altura em que a perspetiva sobre a procura de petróleo continua bastante indefinida.  

13.07.2020

EDP arguida e Jerónimo Martins em ex-dividendo pressionam PSI-20

O PSI-20 abriu a descer 0,08% para 4.461,28 pontos, com 12 cotadas em alta, cinco em queda e uma sem variação.

Apesar da maioria das cotadas transacionar em terreno positivo, o índice português está a contrariar a tendência de alta da Europa uma vez que dois pesos pesados do PSI-20 estão em queda.  

A Jerónimo Martins desce 1,39% para 15,22 euros no dia em que está a descontar o dividendo de 20,7 cêntimos que vai pagar esta semana aos acionistas. Já a EDP recua 2,38% para 4,429 euros e a EDP Renováveis desvaloriza 3,2% para 13,30 euros.

Segundo avançou a RTP, no domingo, a EDP será constituída arguida no processo das rendas excessivas, o mesmo que já levou à suspensão do CEO António Mexia e de Manso Neto, da EDP Renováveis.

A contrariar a pressão negativa da EDP e da JM, as ações do BCP e da Galp Energia estão a subir. O banco liderado por Miguel Maya soma 1,9% para 10,71 cêntimos e a Galp Energia avança 0,96% para 10,565 euros.

13.07.2020

Europa otimista antes de resultados empresariais

As principais praças na Europa abriram a sessão de hoje em alta, numa semana em que Wall Street dá o pontapé de saída na temporada de resultados empresariais relativos ao segundo trimestre. 

Por esta altura, o Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da Europa - avança 0,76% para os 396,62 pontos, com os índices do "velho continente" a oscilarem entre uma queda de 0,35% em Lisboa e um ganho de 1,20% em Frankfurt. 

Entre os setores destacam-se os do turismo e dos bancos, que lideram os ganhos, com os investidores a aguardarem pelos resultados divulgados esta semana por alguns dos maiores bancos nos Estados Unidos, que serão bons indicadores para o real impacto que a pandemia está a ser nas contas das empresas cotadas em bolsa. 

Amanhã será também divulgado indicadores relativos à balança comercial chinesa em junho, que se espera que mostre uma redução relativamente so período homólogo. Ainda assim, as bolsas chinesas continuam em força e alargaram o seu ciclo de ganhos, durante a madrugada em Lisboa.    

 

13.07.2020

Ásia volta aos ganhos e anima Europa e EUA antes de resultados empresariais

A negociação no continente asiático em geral, e na China em particular, voltou a sorrir para as bolsas locais, depois de uma pausa na sexta-feira, que interrompeu um "rally" do índice chinês CSI 300, que agrupa as maiores cotadas de Shenzhen e de Xangai.

Numa altura em que uma nova temporada de resultados está prestes a começar, os futuros do Stoxx 50 - que reúne as 50 maiores cotadas da Europa - e do norte-americano S&P 500 sobem 1,3% e 0,5%, respetivamente.

Na Ásia, o índice de referência no Japão subiu 2,3%, em Hong Kong registou-se um ganho de 1,2% e na Coreia do Sul de 1,7%. Na China, o índice de Xangai subiu 1.8%. 

Os investidores esperam que os números divulgados pelas empresas possam revelar mais pormenores sobre o real impacto da pandemia nas suas operações.

Por esta altura, as ações a nível global estão já a encaminhar-se para perto de máximos de fevereiro, mesmo que o número de novos casos com covid-19 não pare de aumentar nos Estados Unidos e noutras regiões do globo, que estão a atrasar a sua retoma económica.

No domingo, o estado da Florida divulgou o número diário mais alto em termos de novos casos de covid-19, com cerca de 15.300 infetados registados. Na Carolina do Sul e no Texas os valores estão também a preocupar os investidores. 

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