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Ao minuto10.07.2020

Juros de Portugal sobem em dia de ganhos nas bolsas

Acompanhe aqui o dia nos mercados, minuto a minuto.

Reuters
David Santiago dsantiago@negocios.pt 10 de Julho de 2020 às 17:36
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10.07.2020

Juros de Portugal sobem e contrariam Alemanha em mínimos

Os juros da Zona Euro terminaram o dia com uma tendência díspar. Os juros da Alemanha - que serve de referência para o bloco - perderam 0,8 pontos base para os -0,473%, o que representa um mínimo de seis semanas e meia.

Já a taxa dos países do sul da Europa subiram. Em Portugal, os juros a dez anos subiram 0,4 pontos base para os 0,410% e os de Itália terminaram o dia a negociar de forma estável nos 1,222%. 

A subida recorde do número de casos com covid-19 em todo o mundo e nos Estados Unidos em particular, levaram os investidores a procurarem ativos considerados mais seguros, como a dívida alemã. 

Já os juros da Grécia dispararam 10,9 pontos base para os 1,192%, numa altura em que o número de casos no país também disparou, devido ao fluxo turístico. Para lá desse fator, a onda de violência no país, com várias pessoas a manifestarem-se contra a aprovação de uma lei no parlamento helénico sobre os protestos de rua.

Semana de quedas para os juros da região 
Os juros no "velho continente" assumiram uma tendência de queda no decorrer da semana, com exceção para a Grécia, que com a subida robusta da última sessão da semana, acumulou um ganho de 4,8 pontos base. 

Na Alemanha verificou-se uma queda de 3,5 pontos base e em Itália de 2,8 pontos base. Na Península Ibérica, Portugal obteve uma redução de 1,1 pontos base, enquanto que a Espanha conseguiu perder 3,2 pontos base nos juros com maturidade de uma década. 

10.07.2020

Europa avança pelo segundo dia consecutivo

As principais praças europeias voltaram a terminar o dia de hoje a negociar em alta, com os resultados empresariais a dar força. 

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região - fechou a subir 0,88% para os 366,83 pontos, com o setor tecnológico, da banca e automóvel a liderarem os ganhos setoriais. 

Apesar de terem começado o dia a negociar em queda, as bolsas europeias conseguiram inverter a tendência a maio do dia.

As ações do setor da tecnologia deram o impulso necessário para que o Stoxx600 terminasse "no verde", após a fabricante de chips da Apple, a TSMC, ter apresentado receitas acima das expectativas para o trimestre que termina em junho. 

Assim, os resultados empresariais ofuscaram os receios dos investidores sobre a propagação do coronavírus, um dia depois de o número de casos em todo o mundo ter registado um máximo histórico acima dos 230 mil casos num só dia. 

Semana sobe empresas do Reino Unido a liderar
O índice de referência para a Europa terminou a semana com um ganho de 0,38%, com três empresas do Reino Unido a liderarem os ganhos empresariais. São elas a construtora Persimmon PLC (+16,64%), a GVC Holding (11,12%) e a Barratt Developments (10,87%), da área do imobiliário. 

Na ponta oposta é também uma cotada britânica que surge entre os piores desempenhos. A empresa de software Micro Focus perdeu 27,36%. A completar o top 3 das maiores quedas estão duas suíças: a Idorsia (-15,58%) e a Clariant (-11,48%). 

10.07.2020

Petróleo recupera o fôlego "por um triz"

O petróleo inverteu a trajetória negativa que seguia esta manhã, animado por um dólar mais fraco e pelos resultados positivos das empresas em contexto de pandemia, que dão boas indicações acerca da recuperação económica.

O barril de Brent, que é negociado em Londres e serve de referência no mercado europeu, sobe 1,11% para os 42,82 dólares por barril. O balanço da semana é, para já, muito ligeiramente positivo – de 0,02% - depois de na semana passada a matéria-prima ter mostrado ganhos de mais de 4%.

O rally do petróleo, que se seguiu ao alívio das medidas de confinamento, está a entrar numa fase mais estabilizada ao ter em conta a aceleração no número de infeções, que exacerba os riscos económicos. "A América ainda está numa situação de pandemia e isto são más notícias para as perspetivas de procura do petróleo", alerta um analista da PVM Oil Associates.

10.07.2020

Ouro soma pela quinta semana

O ouro segue com uma subida ligeira, de 0,07% para os 1.804,89 dólares por onça, na semana em que ultrapassou a fasquia dos 1.800 dólares e atingiu máximos de nove anos.

No acumulado da semana os ganhos são mais fortes, de mais de 1,5%, fechando assim o quinto ciclo semanal consecutivo no verde.

A sustentar as cotações do ouro têm estado as crescentes preocupações em torno da evolução da pandemia de covid-19. Com o número de novos casos e de mortes a bater recordes nos Estados Unidos, e a dar mesmo azo a novos confinamentos noutros territórios como a Austrália e Hong Kong, os investidores temem um novo tombo na economia mundial e têm-se refugiado neste ativo.

10.07.2020

Wall Street recua após número diário recorde de casos de covid-19

Os três maiores índices de Wall Street abriram esta última sessão da semana a negociar em queda, um dia depois dos Estados unidos terem registado mais de 61 mil casos com covid-19, um máximo diário desde que a pandemia começou. 

Por esta altura, o Dow Jones cai 0,10% para os 25.681,19 pontos e o S&P 500 perde 0,11% para os 3.148,10 pontos. O Nasdaq Composite, que ontem tocou em máximos históricos durante a sessão e foi o único que fechou com ganhos, segue hoje a desvalorizar 0,41% para os 10.503,42 pontos. 

O número crescente de novas pessoas infetadas com o coronavírus tem batido sucessivos recordes em algumas regiões do país e ontem voltou a fazê-lo nos estados do Texas, Florida e California. 

Cerca de 41 em 50 estados nos Estados Unidos reportaram um aumento de casos de covid-19 nas últimas duas semanas, o que forçou os norte-americanos a tomar nova precauções, com alguns estados a atrasar os planos de reabertura das economias. 

Ainda assim, e a travar maiores quedas, estão as boas notícias vindas do campo farmacêutico, depois da Gilead Sciences ter anunciado que o seu medicamento Remdesivir corta o risco de mortalidade da covid-19 em 62%. 

Mas com esta subida de infeções nas Américas, com o Brasil a gerar especial procupação, e com o medo de uma segunda vaga na Ásia, o medo imperou junto de quem investe. Até ao momento, os estímulos orçamentais e monetários têm sido suficientes para impulsionar os mercados de ações, mas poderá ser necessário mais, como referiu o presidente da Reserva Federal de Dallas, Robert Kaplan, à Fox Business. 

10.07.2020

Europa "brinda" às melhorias na economia subindo ao verde

As principais praças europeias começaram esta sexta-feira em terreno negative mas já inverteram a tendência, seguindo agora, maioritariamente, no verde.

O agregador das 600 maiores cotadas europeias, o SToxx600, subiu 0,32% para os 364,80 pontos. Em seu redor, Madrid, Londres, Frankfurt, Paris, Amesterdão e Lisboa posicionam-se em terreno positivo, embora com ganhos inferiores a 0,5%.

As ações do setor da tecnologia estão a ajudar o Stoxx600, depois de o fabricante de chips da Apple, TSMC, ter apresentado receitas acima das expetativas para o trimestre que termina em junho. Paralelamente, a Carlsberg subiu depois de ter anunciado que a quebra de vendas de cerveja na Europa ocidental já moderou.

Os resultados das empresas ofuscam, desta forma, as preocupações com a pandemia, num dia em que o vírus dita um número de mortes recorde em três estados norte-americanos. 

10.07.2020

Ouro afasta-se mais de recorde com reforço do dólar

O metal precioso dourado está a desvalorizar 0,19% para 1.800,9 dólares por onça, sendo que esta manhã transacionou mesmo abaixo dos 1.800 dólares. Trata-se do segundo dia em que o ouro perde valor, o que afasta o metal ainda mais do recorde de nove anos alcançado na quarta-feira.

Ainda assim, esta queda mantém o ouro com saldo semanal positivo e a caminho da quinta semana consecutiva a valorizar.

O recrudescimento de novos casos positivos de covid-19 agrava a preocupação quanto ao impacto do novo coronavírus para a economia mundial e adensa as dúvidas quanto à capacidade de recuperação desta.

Por outro lado, o dólar valoriza pelo segundo dia, beneficiando da procura de ativos considerados mais seguros por parte dos investidores. É habitual que quando o dólar valoriza o ouro transacione em sentido contrário.

10.07.2020

Juros da dívida em queda

Com as ações em queda, as obrigações soberanas europeias voltam a servir de porto de abrigo para os investidores, que continuam a apostar sobretudo nas bunds à procura de segurança. A taxa dos títulos alemães a 10 anos cede 1,3 pontos base para -0,478%. A "yield" das obrigações portuguesas cede 0,2 pontos base para 0,409% e a taxa dos títulos espanhóis com a mesma maturidade recua 0,1% para 0,4%.

Mais de metade dos economistas inquiridos pela Bloomberg acredita que o Banco Central Europeu vai expandir novamente o respetivo programa de compra de ativos que detém atualmente um valor de 1,35 mil milhões de euros e que se destina a conter os efeitos da pandemia. A maior parte desses economistas antecipa um reforço na ordem dos 500 mil milhões de euros. 

10.07.2020

Petróleo alarga perdas na semana

Os sinais de crescimento da pandemia da covid-19 em várias regiões, sobretudo na América, estão penalizar o apetite dos investidores pelo petróleo, já que o mercado continua com uma oferta bem superior à procura.

O WTI em Nova Iorque desce 1,59% para 38,99 dólares e acumula uma queda de cerca de 5% na semana. O Brent desvaloriza 1,3% para 41,80 dólares.

O crescimento da pandemia faz aumentar os receios de que a procura de petróleo continue fraca numa altura em que os stocks da matéria-prima nos Estados Unidos estão perto de máximos históricos e os petroleiros continuam repletos de matéria-prima por escoar.

10.07.2020

Euro recua pelo segundo dia

A moeda única europeia está a depreciar 0,10% para 1,1274 dólares, o segundo dia seguido de perdas face à divisa norte-americana.

O euro transaciona assim nos mercados cambiais na cotação mais baixa contra o dólar desde 6 de julho, sendo que a moeda norte-americana ganha terreno pelo segundo dia consecutivo face a um cabaz composto pelas principais divisas internacionais.

A preocupação dos investidores quanto à evolução da pandemia reflete-se no reforço do apetite por ativos considerados mais seguros, o que beneficia o dólar enquanto divisa de reserva internacional.

10.07.2020

Propagação da covid-19 na Ásia e recorde de óbitos nos EUA derrubam bolsas

As principais bolsas europeias começaram a negociação desta sexta-feira, 10 de julho, a registar perdas em torno de meio por cento, com o Stoxx600 a recuar 0,34% para 362,39 pontos, a quarta queda consecutiva que coloca o índice de referência europeu na cotação mais baixa desde 1 de julho.

Os setores europeus do petróleo e automóvel são os que mais penalizam, enquanto a subida do setor imobiliário e a pequena valorização da tecnologia são as únicas valorizações registadas.

O índice lisboeta PSI-20 segue o sentimento predominante na Europa com uma desvalorização de 0,37% para 4.413,75 pontos, em especial pressionado pelas quedas superiores a 1% da EDP, EDP Renováveis e Galp Energia.

As bolsas desvalorizam perante o aumento do pessimismo dos mercados quanto à evolução da pandemia.

É que na China foi registado um novo aumento expressivo de novos casos de covid-19 e em Hong Kong e no Japão registaram-se ainda picos recorde de novas infeções. Por outro lado, em quatro dos maiores estados norte-americanos – Florida, Califórnia, Texas e Arizona – foram atingidos novos valores recorde de óbitos causados pelo novo coronavírus.

Estes dados além de reforçarem o receio quanto a uma eventual segunda vaga, ameaçam tornar mais difícil, e tardio, o relançamento económico.

10.07.2020

Futuros do Stoxx 50 e do S&P 500 no vermelho com aumento de casos da China

É pessimista o sentimento predominante no arranque da última sessão bolsista desta semana. Um pessimismo que se traduz nas perdas registadas na negociação dos futuros dos índices Stoxx 50 (-0,3%) e S&P 500 (-0,7%).

No continente asiático, as bolsas terminaram a semana em queda, com o japonês Topix a perder 0,7%, a praça Hang Seng de Hong Kong a recuar 2,2%% e o índice compósito de Shanghai a resvalar 1,4%.

A contabilização de um novo aumento de novos casos de covid-19 na China é o fator que mais está a pesar nesta sexta-feira, 10 de julho, com os investidores a mostrarem apreensão quanto ao impacto relacionado com a evolução futura da pandemia e o respetivo impacto da capacidade de recuperação da economia global.

Também a condicionar a negociação nos mercados internacionais está o recorde de óbitos por infeção pelo novo coronavírus registado nos estados norte-americanos da Florida e da Califórnia, o que parece confirmar os receios de que a pandemia não está ainda sob controlo das autoridades dos Estados Unidos. 

A apreensão observada nos mercados contribui assim para a valorização do dólar nos mercados cambiais, com a divisa norte-americana a ver reforçado o valor enquanto ativo de refúgio.

09.07.2020

Impostos de Trump abalam Dow e S&P 500 mas Nasdaq marca novos recordes

As bolsas norte-americanas encerraram em terreno misto, com a decisão do Supremo Tribunal dos EUA de permitir que o Ministério Público aceda às declarações de impostos de Trump a abalarem o Dow e o S%P 500. Já o Nasdaq ficou indiferente a esta decisão e fixou novos máximos históricos.

 

O Dow Jones fechou a ceder 1,39% para 25.706,09 pontos e o Standard & Poor’s 500 recuou 0,56% para 3.152,05 pontos.

 

Em contrapartida, o tecnológico Nasdaq Composite terminou com um ganho de 0,53% para se fixar nos 10.547,75 pontos, um recorde de fecho – tendo durante a sessão estabelecido um novo máximo histórico, nos 10.578,10 pontos.

 

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu hoje que um procurador do ministério público de Nova Iorque poderá consultar os registos de impostos do presidente norte-americano.

 

Apesar de, pelo menos por agora, se manter vedado o acesso ao Congresso, esta decisão acabou por constituir um golpe para a Administração Trump, o que abalou o Dow Jones e o S&P 500.

 

O mesmo não aconteceu com o Nasdaq, que continuou a ser sustentado por tecnológicas de peso, como a Alphabet, Apple e Microsoft.

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