Mercados num minuto "Bear market" do Dow Jones durou apenas 11 dias. Já está a caminho da melhor semana dos últimos 82 anos

Ao Minuto "Bear market" do Dow Jones durou apenas 11 dias. Já está a caminho da melhor semana dos últimos 82 anos

Acompanhe aqui o dia nos mercados, ao minuto.
"Bear market" do Dow Jones durou apenas 11 dias. Já está a caminho da melhor semana dos últimos 82 anos

26 de março de 2020 às 20:33
Billions, trillions e etc. Sistemas europeu e americano

A designação (mas não o valor) de bilião varia entre os EUA e a maioria do mundo. Apenas o Brasil e mais alguns países traduzem billion por biliões (no caso do Brasil, escrevem bilhões). Em Portugal escrevemos mil milhões – basta comparar o número de zeros para se ver que corresponde.

Quando nos EUA dizem trillion, segue-se a mesma lógica (o número de zeros) e traduzimos como bilião.

Um exemplo muito simples: os americanos/ingleses dizem que o mundo tem 7.6 billion people. O mundo não tem 7,6 biliões de pessoas, mas sim 7,6 mil milhões. Por cá, a designação é diferente, mas os zeros correspondem.

As diferenças entre os sistemas europeu e americano ajudam à confusão. Mas vejamos:

1.000 é mil em português e mil (thousand) para os americanos. Igual

1.000.000 um milhão para nós e milhão (million) para os americanos. Igual

1.000.000.000 (aqui começa a confusão) mil milhões para nós e bilião (billion) para os americanos. Portanto não devemos dizer bilião.

1.000.000.000.000 biliões para nós e trilião (trillion) para os americanos. 

1.000.000.000.000.000 mil biliões para nós e quadrilião (quadrillion) para os americanos

26 de março de 2020 às 20:13
Dow Jones a caminho de melhor semana desde 1938 com “bear market” mais curto de sempre

Os principais índices norte-americanos mantiveram esta quinta-feira o movimento de subida, animados pela aprovação do pacote orçamental de dois biliões de dólares, que teve mais força no sentimento dos investidores do que o enorme aumento dos pedidos de subsídio de desemprego.

O Dow Jones encerrou a escalar 6,38% para 22.552,17 pontos e está a caminho da melhor semana em 82 anos.

Entre o fecho de segunda-feira e hoje, o Dow disparou mais de 20%.

Ainda há duas semanas, a 11 de março, tinha entrado em "bear market" (a cair 20% face aos últimos máximos – que também foram históricos e que foram marcados a 12 de fevereiro), o que significa que este foi o mais curto mercado urso de sempre (apenas 11 dias), sublinha a CNN.

Na terça-feira, recorde-se, o Dow escalou 11,37% naquele que foi o maior ganho diário dos últimos 77 anos.

Também o Standard & Poor’s 500 fechou em forte alta, a subir 6,24% para 2.630,07 pontos, o nível mais alto das últimas duas semanas. Contudo, desde o fecho de segunda-feira "ainda só" valorizou 15%, pelo que se mantém em território dos ursos.

26 de março de 2020 às 17:39
Europa valoriza pela terceira sessão consecutiva

Os principais mercados europeus terminaram mais um dia a valorizar, com o Stoxx 600, índice que reúne as 600 maiores cotadas da Europa, a valorizar 2,55% para o 321,38 pontos, ampliando o ciclo de ganhos para três sessões seguidas. 

A dar força aos índices europeus continuam os esforços que têm sido feitos pelos principais governos e bancos centrais de todo o mundo. Entre eles está a Fed, com o seu presidente, Jerome Powell, a afirmar que o banco central não iria ficar sem munições para conter o impacto que o coronavírus estava a ter na economia, depois de a instituição norte-americana ter avançado com um programa de compra de dívida ilimitada.

O Banco Central Europeu (BCE) segui-lhe os passos e Christine Lagarde anunciou ter deixado de aplicar o limite auto-imposto à compra de dívida pública dos países que integram a Zona Euro, elevando assim o nível de resposta à crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Significa isto que agora, o banco pode exceder os 33% auto-impostos na compra de uma determinada série de emissão de dívida de cada país. 

Apesar dos ganhos nas últimas três sessões, o Stoxx 600 continua 28% abaixo do pico máximo atingido em fevereiro, com uma recessão a parecer iminente em toda a região, e também nos maiores países do mundo fora da área do euro. 

Entre os índices europeus, destaca-se a praça de Atenas que liderou os ganhos ao valorizar 4,18%. É também nesse patamar que os principais índices de Wall Street vão negociando, por esta altura. 

26 de março de 2020 às 17:31
Euro faz "quatro em linha"

A moeda única europeia reúne quatro sessões consecutivas de ganhos contra o dólar. Esta quinta-feira, a subida é de 1,30% para os 1,1023 dólares, aproximando-se de níveis de há quase duas semanas, o dia 16 de março.

O dólar recuou a um mínimo de uma semana contra um cabaz de moedas de referência depois de, nesta quinta-feira, terem sido revelados os números do desemprego nos Estados Unidos, relativos à ´semana passada. Como consequência do isolamento social e encerramento de atividades de negócio a que o surto de coronavírus obrigou, os pedidos de subsídio de desemprego dispararam para um nível histórico, cinco vezes acima do último máximo, superando os 3 milhões.

26 de março de 2020 às 17:20
Ouro de novo "de pé"

Após um curto deslize na última sessão, que levou o ouro ao vermelho, esta quinta-feira o metal amarelo está de novo forte no verde. Soma 1,26% para os 1.637,33 dólares por onça, recolocando-se em níveis de há duas semanas.

O metal amarelo recupera o brilho numa altura em que os investidores estão apostar nos contratos cujo prazo expira em junho, quando se espera que seja mais fácil a entrega física desta matéria-prima, que era até agora transportado por aeronaves comerciais até mercados como Londres e Nova Iorque.

26 de março de 2020 às 17:09
Juros periféricos afundam com bazuca BCE

Os juros periféricos da Zona Euro conheceram novas quedas robustas, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter deixado de aplicar o limite auto-imposto à compra de dívida pública dos países que integram a Zona Euro, elevando assim o nível de resposta à crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

Esta decisão vai complementar o novo programa de compra de ativos num valor de até 750 mil milhões de euros, anunciado pelo banco central na semana passada, o chamado Pandemic Emergency Purchase Programme (PEPP), que serve apenas para financiar despesas dos países da moeda única relativos à pandemia. Este PEPP corre em paralelo ao programa de compra de ativos em vigor ("Quantitative Easing").

Depois da publicação desta decisão, os juros de toda a região caíram em massa. Por esta altura, os juros com maturidade a dez anos de Itália estão a cair 33,4 pontos base para os 1,201%, enquanto os de Portugal perdem 34,7 pontos base para os 0,696%. Os de Espanha encolhem 20,5 pontos base para os 0,557%. 

As quedas são também visíveis nas maiores economias como França ou Alemanha, mas menos robustos, com os juros da dívida germânica a escorregarem 9,7 pontos base para os -0,366%.  

26 de março de 2020 às 17:05
Petróleo volta a tropeçar e desce mais de 4% nos EUA

Depois de três dias consecutivos de ganhos, o petróleo deu um novo trambolhão, pressionado pela epidemia de coronavírus, que se impõe como obstáculo ao crescimento da economia mundial e, consequentemente, um obstáculo à procura pelo "ouro negro".

O barril de Brent, referência para a Europa e de negociação em Londres, desce 1,68% para os 26,93 dólares, uma quebra menos acentuada que a do barril de referência em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI), que recua 4,33% para os 23,43 dólares.

"Com isolamentos em vigor em vários países, as expetativas para a contração da procura em mais de 10 milhões de barris por dia estão a crescer. Esta perda na procura vai aumentar a abundância de oferta", comenta um analista do Australia and New Zealand Banking Group, em declarações à CNBC.

26 de março de 2020 às 13:50
Estímulos puxam por Wall Street apesar de desemprego a disparar

A bolsa de Nova Iorque abriu em alta, com os investidores animados com o programa de estímulos à economia de 2 biliões de dólares. As bolsas afastam assim o pessimismo que poderia inundá-las face à divulgação dos números dos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos, que dispararam na semana passada para níveis nunca antes vistos.  

O generalista S&P500 avança 2,47% para os 2.536,83 pontos, o tecnológico Nasdaq sobe 2,07% para os 7.537,39 pontos, o industrial Dow Jones valoriza 2,16% para os 21.657,80 pontos.

Já na última sessão, os principais índices norte-americanos fecharam em alta, exceto o Nasdaq, animados pela expetativa da aprovação do pacote orçamental de dois biliões de dólares. Ainda assim, no acumulado de março, o S&P500 perde cerca de 15%, colocando-o a caminho do seu pior mês desde outubro de 2008, em plena crise financeira.

Contudo, nem tudo são boas notícias. O número de novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA ascendeu a 3,28 milhões na semana terminada a 21 de março. Este é um recorde histórico e que é cinco vezes superior ao anterior máximo, registado em 1982, revelam os dados divulgados esta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho norte-americano.

26 de março de 2020 às 09:58
Ouro e prata em queda

O metal precioso está a desvalorizar pela segunda sessão consecutiva, depois de uma série de três dias em alta, numa altura em que os investidores estão a privilegiar a aposta em ativos como as obrigações alemãs. Isto depois de o BCE ter anunciado que vai deixar cair os limites à compra de obrigações dos países do euro, uma medida que está a beneficiar fortemente a dívida dos países da moeda única.

O ouro desliza 0,47% para 1.609,41 dólares por onça, depois de já ter desvalorizado 0,94% na sessão de ontem.

Já a prata, que subiu quase 1,5% na quarta-feira, está a descer 0,81% para 14,3594 dólares.

26 de março de 2020 às 09:39
Euro sobe pela quarta sessão consecutiva

O anúncio do BCE de que vai eliminar os limites à compra de obrigações soberanas dos países da Zona Euro está a beneficiar a moeda única europeia, que valoriza pela quarta sessão consecutiva.

Nesta altura, o euro soma 0,51% para 1,0938 dólares, depois de ter tocado, na segunda-feira, no valor mais baixo desde abril de 2017.

Inversamente, o índice que mede o desempenho do dólar face às principais congéneres mundiais está a cair 0,66% na quarta sessão consecutivas de descidas, apesar do acordo histórico alcançado no país para avançar com um pacote de estímulos à economia de cerca de 2 biliões de dólares.

O programa teve luz verde do Senado durante esta madrugada, em Lisboa, e deverá ser promulgado pelo presidente Donald Trump até ao final da semana.

26 de março de 2020 às 09:30
Juros afundam com bazuca do BCE

As obrigações soberanas dos países do euro seguem em forte alta e, consequentemente, os juros em queda, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter anunciado que vai deixar cair os limites ao seu programa de compra de obrigações dos Estados, para aliviar as yields e amparar a economia. Significa isto que a autoridade monetária vai poder comprar toda a dívida emitida por um país, não estando limitada a cerca de um terço do valor da dívida total.

Em Portugal, os juros das obrigações a dez anos estão a afundar 11,6 pontos base para 0,926%, enquanto na Alemanha, referência para a região, a descida é de 4,5 pontos base para -0,313%.

Em Espanha, a yield associada à dívida a dez anos cai 9,8 pontos base para 0,765% e em Itália desliza 9 pontos base para 1,444%.

26 de março de 2020 às 09:18
Forte quebra da procura pressiona petróleo. Goldman alerta para "choque sem precedentes"

À semelhança das ações, o petróleo também voltou hoje para terreno negativo, após três sessões consecutivas de ganhos.

A matéria-prima está a ser penalizada pelos crescentes sinais de quebra na procura, devido ao impacto da pandemia do coronavírus em todo o mundo, que está a forçar a quase paralisação de muita da atividade económica.

Em Londres, o Brent desliza 1,57% para26,95 dólares, enquanto em Nova Iorque o West Texas Intermediate (WTI) cai 1,84% para 24 dólares.

Com o número de casos de infetados em todo o mundo a aproximar-se de meio milhão, e a Índia a impor o maior bloqueio até ao momento, o Goldman Sachs avisa que a procura por petróleo vai diminuir em quase 19 milhões de barris por dia no próximo mês. O colapso levará a um "choque sem precedentes" no sistema de refinação global, alertam os analistas.

26 de março de 2020 às 09:03
Europa volta ao vermelho após dois dias de recuperação

As bolsas europeias estão a negociar em queda esta quinta-feira, 26 de março, depois de duas sessões de forte recuperação, com os investidores focados no aumento de número de casos de infetados e vítimas mortais do novo coronavírus – só nos Estados Unidos, já são mais de mil mortos - e pela incerteza em torno da evolução desta pandemia.

Regressa, assim, o pessimismo ao mercado, apesar do histórico acordo, nos Estados Unidos, para avançar com um gigantesco programa de estímulos à economia, de 2 biliões de dólares, que deverá ser promulgado pelo presidente Donald Trump até ao final da semana.

Nesta altura, o índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desliza 1,90% para 307,42 pontos, penalizado sobretudo pelas cotadas do setor da energia e da mineração, que estão a ser arrastadas pela forte descida dos preços do petróleo.

Frankfurt, Paris e Madrid registam perdas superiores a 2%, enquanto em Lisboa o PSI-20 já segue ligeiramente acima da linha de água, com uma valorização de 0,02% para 3.956,58 pontos.

A permitir esta subida está sobretudo o BCP, que soma 0,83% para 10,99 cêntimos, e a Galp Energia, que ganha 1,21% para 9,738 euros.

26 de março de 2020 às 08:51
BPI: Descida da volatilidade pode favorecer recuperação das bolsas

O CaixaBank BPI, no Diário de Bolsa de hoje, analisa o atual momento das bolsas, sinalizando que a volatilidade permanece alta mas está a descer, o que pode favorecer a recuperação das bolsas. Em baixo está o comentário de hoje dos analistas do banco.

"Na pré-abertura, os índices europeus ensaiavam em baixa. Ontem, tínhamos realçado os sinais positivos da sessão de 3ª feira, acrescentando que uma nova sessão positiva durante o dia de ontem poderia interromper o momentum negativo das últimas semanas. Em condições normais, poderíamos arriscar que o fecho positivo de ontem criaria condições bastante favoráveis para a ocorrência de uma recuperação. 

No entanto, a unicidade da atual conjuntura, leva-nos a uma postura mais prudente, adiantando que as probabilidades de uma recuperação são agora razoáveis. Se tal movimento ascendente se materializar, é importante sublinhar que deverá ser volátil e gradual, sendo suscetível de ser interrompido por sessões negativas. Porventura, as sessões com perdas de 7% ou 8% serão mais raras, mas poderão ocorrer desvalorizações diárias na ordem dos 3% ou 4%. 

Ontem, descrevemos como poderia ser a dinâmica de uma eventual recuperação. À descrição de ontem acrescentamos hoje outros fatores que poderão favorecer esse cenário. Com a aproximação do final do trimestre, diversos investidores terão que reorganizar os seus portfolios. Entre esses investidores figuram os gestores de fundos que fazem uma alocação quer a ações quer a obrigações. Por definição, a percentagem alocada a ações e a obrigações é fixa (sendo 60% a obrigações e 40% a ações a combinação mais usual), obrigando assim os gestores a reorganizarem, periodicamente, as suas carteiras de forma a respeitarem essas percentagens. No último mês assistiu-se a uma forte valorização das obrigações que coincidiu com uma histórica queda das ações. Em resultado deste movimento, a percentagem que este tipo de fundos tem de exposição ao mercado obrigacionista é muito maior do que o previsto. Simultaneamente, a percentagem alocada a ações é muito menor do que o pré-definido. 

Assim sendo, estes fundos terão que comprar ações e vender obrigações para reporem a alocação original aos mercados acionista e obrigacionista. Um outro padrão que poderá favorecer, numa ótica de curto prazo, os mercados bolsistas é o facto de a volatilidade ter vindo a descer desde o dia 16 de março mesmo com os índices acionistas a atingirem após essa data novos mínimos. Este ponto é relevante pois muitos investidores utilizam a volatilidade como uma referência de risco. 

Assim sendo, a diminuição da volatilidade (que ainda permanece em níveis muito superiores à norma) pode induzir muitos investidores a aumentarem a sua exposição ao mercado acionista. Alguns destes investidores são os parity funds, cuja alocação de ativos é feita automaticamente e depende quase exclusivamente da volatilidade."

26 de março de 2020 às 08:20
PSI-20 cai após duas sessões de ganhos

Depois de duas sessões de fortes ganhos, a bolsa nacional voltou para terreno negativo esta quinta-feira, 26 de março, acompanhando a tendência de quebras da generalidade das praças europeias. O PSI-20 desliza 0,77% para 3.924,97 pontos, com 12 cotadas em queda, quatro em alta e duas inalteradas.

Apesar de os Estados Unidos terem aprovado um gigantesco plano de ajuda à economia, de cerca de 2 biliões de dólares, os investidores parecem estar focados no aumento global de número de infetados e mortes devido ao novo coronavírus e na incerteza em relação à evolução da pandemia.

Por cá, as cotadas do grupo EDP são das que mais penalizam o índice nacional, com a EDP Renováveis a deslizar 4% para 9,36 euros e a casa-mãe a cair 1,16% para 3,568 euros.

26 de março de 2020 às 07:39
Futuros da Europa e Estados Unidos em queda com aumento dos casos de covid-19

Os futuros das ações europeias e norte-americanas estão em queda, apontando para um novo dia de perdas nos mercados acionistas globais, depois de, na Ásia, se ter assistido a quebras generalizadas na sessão desta quinta-feira.

Os investidores parecem estar a passar ao lado dos enormes programas de estímulos anunciados pelas autoridades de todo o mundo para se focarem no forte impacto humano do curto do novo coronavírus – nos Estados Unidos, o número de mortes já supera o milhar.

Os principais mercados japoneses registaram quedas em torno de 2%, devido ao aumento dos esforços para conter a movimentação da população. Na Austrália, pelo contrário, subiram, contrariando a tendência.

"Os investidores precisam de permanecer vigilantes em relação à forma como a taxa de crescimento de novos casos se desenvolve e como os governos respondem daqui para frente", disse à Bloomberg Oliver Blackbourn, da Janus Henderson Investors. "O pacote de estímulos [dos EUA] deve ajudar a atenuar os receios".

Depois de um impasse de última hora, o Senado aprovou durante esta madrugada, em Lisboa, um pacote de estímulos à economia de 2 biliões de dólares, que poderá ajudar a recuperar o ânimo do mercado.

O número de infetados pelo novo coronavírus, a nível global, já supera os 451 mil, e há mais de 20 mil mortos.




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