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Ao minuto07.07.2020

Covid-19 e ETF catapultam ouro para máximos de oito anos. Bolsas caem

Acompanhe aqui a evolução dos mercados ao longo do dia.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 07 de Julho de 2020 às 21:40
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07.07.2020

Covid-19 abala Wall Street e retira Nasdaq de recordes

As bolsas norte-americanas encerraram em baixa, com o forte ressurgimento do coronavírus a pesar no sentimento dos investidores.

 

O Dow Jones encerrou a ceder 1,78% para 26.287,03 pontos e o Standard & Poor’s 500 perdeu 1,59% para 3.179,72 pontos.

 

O S&P 500 pôs assim fim ao seu mais longo ciclo de ganhos deste ano.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite fechou a desvalorizar 2,21% para se fixar nos 10.433,65 pontos.

 

O Nasdaq ainda chegou a negociar em terreno positivo, marcando um novo máximo histórico, nos 10.518,98 pontos, mas acabou por sucumbir ao pessimismo dominante nos mercados. A travar maiores perdas do índice estiveram os bons desempenhos da Apple e da Microsoft.

 

 

07.07.2020

Bolsas europeias caem de máximo de um mês

No dia em que a Comissão Europeia se mostrou ainda mais pessimista quanto à dimensão da quebra económica causada pela crise pandémica, e em que surgiram dados económicos na Alemanha aquém das expectativas, as principais bolsas do velho continente não escaparam à onda negativa.

O índice de referência europeu Stoxx600 recuou do máximo de um mês ontem atingido para fechar a sessão desta terça-feira, 7 de julho, com uma desvalorização de 0,61% para 368,96 pontos. Com todos os setores europeus no vermelho, as quedas do imobiliário, banca e telecomunicações foram as que mais pressionaram o Stoxx600.

As más notícias na Alemanha provocaram uma queda de quase 1% ao índice germânico DAX, enquanto a bolsa grega liderou as perdas com uma descida próxima de 2%. Já o lisboeta PSI-20 protagonizou a principal exceção com uma subida de 1,02% para 4.452,22 pontos, animado sobretudo pela Ibersol (+25%) e pelas recuperações da EDP e da EDP Renováveis, ambas com valorizações superiores a 4%.

Esta manhã, a Comissão Europeia atualizou as suas previsões em baixa, projetando agora uma quebra de 8,7% do conjunto das economias da Zona Euro em 2020.

Foi também reportado que as encomendas ao setor industrial da Alemanha, a maior economia europeia, ficaram aquém das estimativas feitas pelos analistas para o mês de maio, o que indicia que a retoma poderá ser mais lenta do que inicialmente previsto.

07.07.2020

Euro enfraquece com cautela dos investidores

A moeda única europeia está a cair 0,10% para os 1,1298 dólares, contrariando a tendência positiva que viveu nas últimas duas sessões.

O dólar segue a ganhar com os investidores a mostrarem-se cautelosos e a aproveitarem o estatuto de ativo refúgio da moeda norte-americana, depois de noticiado que o Banco do Japão poderá recuar quanto a novos estímulos, ao mesmo tempo que o banco central da Austrália não fez alterações às suas políticas.

Por outro lado, na Europa o cenário económico foi pintado de um vermelho mais carregado depois de a Comissão Europeia ter revisto em baixa as próprias previsões económicas.

07.07.2020

Covid-19 e ETF catapultam ouro para máximos de oito anos

O metal amarelo mantém a tendência de subida, numa altura em que é mais procurado como valor-refúgio devido aos receios de uma segunda vaga de infecções por covid-19 a nível mundial.

 

O ouro a pronto (spot) segue a somar 0,64% para 1.795 dólares por onça em Londres, máximos de oito anos, ao passo que o contrato de futuros (de agosto) negociado no mercado nova-iorquino (Comex) avança 0,78% para 1.807,40 dólares.

 

Em junho, os Exchange-Traded Funds (ETF) de ouro aumentaram em 104 toneladas o metal acumulado, já que os investidores têm receio de uma deterioração económica devido à covid-19 e apressam-se a comprar ouro.

 

Os ETF são produtos negociados em bolsa, cujo principal objectivo é replicar o desempenho de um determinado índice, commodity ou cabaz de ativos.

 

São negociados no mercado tal como uma acção. O objectivo é que o retorno do produto seja o mais próximo possível do mercado que o ETF pretende seguir.

 

Segundo dados revelados hoje pelo Conselho Mundial do Ouro, os ETF – que armazenam ouro para os investidores – acrescentaram 734 toneladas na primeira metade de 2020, mais do que em qualquer ano completo.

 

Estas compras ajudaram a impulsionar os preços do ouro, que sobem cerca de 17% este ano.

07.07.2020

Juros caem há uma mão cheia de sessões

Os juros da dívida a dez anos de Portugal recuaram 0,8 pontos base para os 0,402%. Esta foi a quinta sessão consecutiva de alívio para os juros nacionais, que desceram desta forma a um mínimo de dia 12 de março de 2020, antes de declarado o estado de emergência devido à covid-19 no país.

Em Espanha a tendência é a inversa e os investidores estão a exigir uma remuneração superior em comparação com a de Portugal. No mercado de dívida de ‘nuestros hermanos’ os juros agravam uns ligeiros 0,1 pontos base para os 0,422%.

Já na referência europeia, a Alemanha, as bunds estão também a agravar, em 0,4 pontos base para os -0,430%.

A lançar preocupações acerca da capacidade de remuneração das economias do euro está a revisão em baixa das respetivas projeções feita pela Comissão Europeia.

07.07.2020

Petróleo ganha força com cumprimento de corte da produção angolana

As cotações da matéria-prima estavam a em baixa, pressionadas pelos receios de que o aumento de novos casos de coronavírus penalizem a procura de combustível, mas inverteram para terreno positivo muito à conta do compromisso de Angola de cumprir os cortes de produção.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em agosto soma 0,44% para 40,81 dólares por barril.

 

Já o contrato de setembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, valoriza 0,60% para 43,36 dólares.

 

Desde 1 de maio que está em vigor uma retirada de 9,7 milhões de barris por dia do mercado por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e aliados (o chamado grupo OPEP+), acordo esse que vigora ainda, nessa dimensão, durante este mês – estando previsto que o corte seja depois mais leve.

 

Hoje, Angola, que era um dos "prevaricadores", pois estava a produzir acima da quota que lhe foi destinada, concordou em cumprir na íntegra o corte definido, o que está a animar o mercado.

 

Ainda assim, os receios em torno do forte aumento de novos casos de infeção por covid-19, especialmente nos Estados Unidos, continuam a pesar no sentimento dos investidores, uma vez que a procura por combustível, que estava a começar a retomar, poderá voltar a diminuir.

 

Nos primeiros cinco dias de julho, 16 estados norte-americanos reportaram aumentos recorde nos novos casos de infecção – com a covid-19 a ter já atingido perto de três milhões de norte-americanos e a ter provocado a morte de mais de 130.000, segundo os dados da Reuters.

 

Tudo isto intensifica os receios de que uma segunda vaga da pandemia venha estagnar o processo de reabertura da economia global. A proibição de viajar dentro do país, nalguns estados mais afetados, contribuiu para deteriorar o sentimento dos investidores.

 

E não é só nos EUA que volta a haver restrições. Em Melbourne, na Austrália, foram reimpostas medidas de "lockdown" durante mais seis semanas, confinando os seus perto de cinco milhões de residentes – que só podem fazer deslocações essenciais.

07.07.2020

Wall Street interrompe maior ciclo de ganhos do ano. Nasdaq recua de máximos

Os principais índices dos Estados Unidos voltaram a negociar em queda na sessão desta terça-feira, colocando um ponto final no ciclo de cinco sessões consecutivas a valorizar que levou o Nasdaq a renovar máximos históricos. Até ao momento, este ano, nunca o S&P 500 tinha registado tantas sessões ocnsecutivas em alta.  

Por esta altura, o Dow Jones cai 0,74% para os 26.092,16 pontos e S&P 500 recua 0,61% para os 3.165,07 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite cai 0,08% para os 10.425,17 pontos, descansando dos máximos históricos de renovados ontem. 

Os investidores optam por recuar dos ativos de maior risco, numa altura em que os novos casos de covid-19 nos Estados Unidos não dão tréguas e obrigam à suspensão da retoma económica em alguns estados. 

A maior economia do mundo teve 16 estados a relatar aumentos recordes de casos de covid-19 nos primeiros cinco dias de julho, segundo a Reuters. A Florida, principalmente na zona de Miami, está a voltar a impor alguns limites na retoma económica para lidar com o crescimento dos casos. A Califórnia e o Texas, dois dos estados americanos mais populosos e economicamente cruciais, também estão a relatar elevadas taxas de novos casos. 

Entre as cotadas, a 
Occidental Petroleum Corp e a Concho Resources perder cerca de 2%, com receios de a atual situação epidemiológica trave a procura pela matéria-prima.  

Também com nota negativa estão as empresas do setor do turismo e transporte aéreo, com a United Airlines Holdings e a American Airlines Group a caírem em torno dos 2,5%. 

Em contraciclo está a Novavax, que dispara 33,8%, numa altura em que a Casa Branca está a ponderar avançar com um apoio de 1,6 mil milhões de dólares para cobrir os custos dos testes, fabrico e comercialização de uma potencial vacina contra a covid-19.

07.07.2020

Juros da Zona Euro em queda com investidores a fugir ao risco

Os juros da Zona Euro assumem uma postura de queda, com todos os países em uníssono neste campo, num dia em que os investidores procuram ativos considerados mais seguros para fugir ao risco incorporado nas ações. 

A Alemanha, que serve de referência para o bloco, vê a sua taxa de referência cair 1,7 pontos base para os -0,453%, enquanto que Itália regista uma queda de 1 ponto base para os 1,227%. 

Na Península Ibérica, Portugal sofre uma queda de 1,7% para os 0,387% e Espanha uma redução de 1,3 pontos base para os 0,464%. 

Os juros a dez anos da Grécia continuam a ser menos arriscados do que os de Itália e caem hoje 0,1 pontos base para os 1,133%. 

07.07.2020

Euro e libra recuam frente ao dólar

Depois de os ganhos registados nas últimas duas sessões, as duas moedas da Europa voltaram a perder fôlego face ao rival norte-americano. 

Por esta altura, o euro desvaloriza 0,24% para os 1,1281 dólares, enquanto que a libra recua 0,19% para os 1,2468 dólares. 

Para os analistas do BI, "a volatilidade do mercado cambial irá continuar muito baixa nas circunstâncias atuais" e dizem que ainda é cedo para perceber o caminho que o mercado irá tomar após a covid-19. 

07.07.2020

Petróleo em queda com receios de que covid-19 volte a impactar procura

Os preços do petróleo caem na manhã desta terça-feira, com os investidores a olharem para o crescente número de casos de covid-19 nos Estados Unidos e a recearem uma nova queda na procura.

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, desvaloriza 1,09% para os 42,63 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) cai 1,21% para os 40,14 dólares. 

Com 16 estados dos Estados Unidos a relatar aumentos recordes nos novos casos de covid-19 nos primeiros cinco dias de julho, segundo a Reuters, existe o receio de que as medidas para limitar uma nova propagação travem novamente a procura por petróleo no país.

A Florida está a voltar a impor alguns limites na retoma económica para lidar com o crescimento dos casos. A Califórnia e o Texas, dois dos estados americanos mais populosos e economicamente cruciais, também estão a relatar elevadas taxas de novos casos. 

07.07.2020

Europa recua com banca e setor automóvel a pressionar

As principais praças europeias abriram a segunda sessão desta semana em queda, corrigindo dos fortes ganhos de ontem, numa altura em que os investidores se afastam dos ativos de maior risco, dada a situação epidemiológica atual em todo o mundo. 

O Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da Europa - perde 0,72% para os 368,53 pontos, com o setor da banca e o setor automóvel a liderarem as quedas ao perder mais de 1%. Os índices europeus oscilam agora entre uma queda de 0,3% em Lisboa e uma desvalorização de 1,09% em Paris.

A pressionar o sentimento das bolsas no "velho continente" está também um indicador económico divulgado hoje pela Alemanha sobre a indústria. A produção industrial germânica cresceu menos do que o esperado em maio deste ano, sublinhando os atuais desafios que a maior economia europeia enfrenta, à medida em que regressa ao desconfinamento. 

A contrariar a tendência europeia esteve a negociação na China, com a bolsa de Xangai a valorizar pela sexta sessão consecutiva, depois de ontem ter atingido a maior subida diária em cerca de um ano. Desde o início do mês, a praça chinesa valorizou 13%.

Os casos de covid-19 continuam a escalar em todo o mundo, com os Estados Unidos a serem o principal foco de preocupação. Até ao momento contam-se mais de 11,5 milhões de pessoas infetadas em todo o mundo. 

07.07.2020

China continua a acumular ganhos. Futuros na Europa tímidos

As bolsas chinesas continuam a sua boa prestação, com o índice de Xangai a alargar o ciclo de ganhos pela sexta sessão consecutiva, apesar da queda registada no resto do continente asiático. Desde o início deste mês, o Xangai Composite valorizou 13%. 

Contudo, esta não está a ser a tendência registada na negociação dos futuros da Europa e dos Estados Unidos, que vão perdendo de forma ligeira, apontando para um início de sessão em baixa no ocidente. 

No continente asiático, os índices de Japão (-0,7%), Hong Kong (-0,1%) contrariaram também o sentimento vivido nas bolsas chinesas.

Os investidores começaram a semana animados com a boa prestação da China e com esperanças numa recuperação económica mais célere do que o previsto inicialmente, tendo em conta os indicadores económicos positivos.

Mas o crescente número de novos casos de covid-19 nos Estados Unidos moderam este entusiasmo. Por esta altura contam-se mais de 11,5 milhões de pessoas infetadas com o coronavírus. 

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