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Ao minuto13.01.2021

Estímulos e vacinas impulsionam Europa e juros de Portugal descem em dia de emissão histórica

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 13 de Janeiro de 2021 às 17:01
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13.01.2021

Dólar alarga subida com aumento dos juros da dívida

A nota verde prossegue o movimento de subida, a recuperar dos mínimos de quase três anos atingidos na semana passada.

 

O índice do dólar sobe 0,2% para 90,494 pontos, naquela que é a sua quarta sessão consecutiva de ganhos. Na semana passada, o índice caiu para 89,21 pontos, o nível mais baixo desde março de 2018.

 

Uma das moedas que está a ceder face à divisa norte-americana é o euro, que segue a perder 0,26% para 1,2175 dólares.

 

O dólar está a ganhar maior balanço devido à subida dos juros da dívida dos EUA e à perspetiva de uma aceleração do crescimento no país com os estímulos orçamentais que irão ser aprovados.

 

O presidente eleito Joe Biden, que toma posse a 20 de janeiro, prometeu "biliões" de dólares de ajuda pandémica extraordinária.

 

Por norma, os planos de gastos adicionais levam os investidores a recearem um aumento da inflação e consequente efeito negativo sobre o dólar numa economia débil, mas a moeda tem estado a ser sustentada pela subida dos juros da dívida.

 

As obrigações do Tesouro a 10 anos, que são a maturidade de referência, atingiram máximos de 10 meses esta semana, nos 1,168%, com os investidores a descontarem já um maior gasto federal com a Administração Biden (devido aos novos estímulos).

 

Nos 99 pontos base, o spread entre as "yields" da dívida a 2 e a 10 anos é o mais acentuado desde julho de 2017.

13.01.2021

Juros de Portugal descem em dia de emissão histórica

As taxas de juro das obrigações do Tesouro a 10 anos estão em queda no dia e que Portugal se estreou a emitir com taxas negativas nesta maturidade. A yield dos títulos a 10 anos cede 2,2 pontos base para 0,012%, mantendo-se ainda assim em terreno positivo.

O Tesouro português alcançou uma marca histórica esta quarta-feira, 13 de janeiro, tendo colocado dívida a dez anos com juros negativos pela primeira vez. Naquela que foi a primeira emissão de dívida de 2021, o IGCP colocou 500 milhões de euros em obrigações a dez anos com uma taxa de juro de -0,012%, a mais baixa de sempre e que compara com o juro de 0,329% conseguido na última emissão comparável, em setembro do ano passado.

Na restante dívida europeia a tendência também é de alívio, com a taxa das bunds a 10 anos a recuar 4,5 pontos base para -0,515%. Em Espanha, que também esteve hoje a a emitir dívida, a taxa dos títulos a 10 anos baixa 3,1% para 0,074%.

13.01.2021

Europa mantém ânimo apoiada nas esperanças dos estímulos e vacinas

O dia foi de ânimo nos mercados que rodeiam o Atlântico. A Europa seguiu no mesmo caminho que os Estados Unidos, com os investidores esperançosos quanto aos planos de vacinação e aos estímulos económicos.

"Os investidores continuam a focar-se nas expectativas crescentes de que haja mais despesa orçamental e nas perspetivas económicas promissoras, à medida que a vacinação avança", afirma um dos estrategistas da Informa Financial Intelligence, citado pela Bloomberg.

O Stoxx600 valorizou 0,11% para os 409,07 pontos, continuando a tendência de ganhos que reiniciou ontem, depois de na segunda-feira ter resvalado. A acompanhar o índice europeu estiveram a maioria das principais praças, como é o caso de Madrid, Frankfurt, Paris e Amesterdão. Lisboa e Londres vacilaram.

13.01.2021

Ouro sobe com perspetiva de estímulos nos EUA

O metal amarelo está a negociar em terreno positivo, animado pela expectativa de um vasto pacote de estímulos orçamentais nos Estados Unidos – que pode provocar pressões inflacionistas, o que faz com que aumente a procura por valores-refúgio, como o ouro.

 

O ouro a pronto (spot) soma 0,11% para 1.857,59 dólares por onça no mercado londrino de metais (LME).

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro avançam 0,75% para 1.856,80 dólares por onça.

 

A expectativa de um vasto pacote de estímulos à economia nos EUA tem reforçado a atratividade do ouro enquanto cobertura contra a provável inflação daí decorrente.

 

Apesar de o dólar estar a valorizar – o que torna o ouro, que é denominado na nota verde, menos atrativo como investimento alternativo para quem negoceia com outras moedas –, os investidores estão hoje mais centrados nos estímulos, que se espera que sejam amanhã mais detalhados pelo presidente eleito Joe Biden.

13.01.2021

Receios de menor procura quebram petróleo

Os preços do petróleo seguem em baixa, com os receios em torno da procura a ofuscarem a queda dos stocks nos EUA.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro cede 0,08% para 53,17 dólares por barril.

 

Já o contrato de março do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,46% para 56,32 dólares.

 

O crescente número de casos de covid-19 a nível mundial está hoje a ser o fator mais preponderante na evolução dos preços, dados os receios de que o consumo global de combustíveis esteja ameaçado.

 

Esta preocupação está a ofuscar os bons dados provenientes dos Estados Unidos, onde as reservas de crude diminuíram em 3,25 milhões de barris por dia na semana passada, para 482,2 milhões.

 

Os analistas inquiridos pela Reuters apontavam para uma queda de 2,3 milhões de barris dos inventários.

13.01.2021

Wall Street na linha de água com situação política na calha

Os principais índices de Wall Street estão hoje a negociar sem tendência definida, perto da linha de água, com os investidores a afastarem-se do risco, depois dos máximos recordes atingidos no início desta semana.

Por esta altura, o Dow Jones ganha 0,1% para os 31.091,74 pontos, enquanto que o S&P 500 avança 0,01% para os 3.802,91 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite sobe 0,02% para os 13.070,20 pontos.

As expectativas de um robusto pacote de ajuda orçamental sob a nova administração de Joe Biden e as esperanças de uma recuperação nos ganhos empresariais afastam os receios com os sinais de que a recuperação do mercado de trabalho estagnou.

Os investidores estão focados na situação política nos Estados Unidos. O vice-presidente Mike Pence rejeitou a possibilidade de invocar a 25ª emenda da Constituição norte-americana para destituir Donald Trump, devido à invasão do Capitólio por apoiantes do ainda líder dos Estados Unidos.

E assim sendo, a Câmara dos Representantes vai mesmo avançar nesta quarta-feira com a tentativa de "impeachment" de Trump.

O novo Senado, liderado por democratas, voltará à carga para os estímulos orçamentais assim que os democratas assumirem a liderança, garantiu o líder democrata do Senado dos EUA, Chuck Schumer.

13.01.2021

Juros de Portugal aproximam-se de 0% em dia de leilão

Os juros de Portugal estão a cair 2 pontos base para os 0,014%, num dia em que o país vai ao mercado para se financiar. 

O IGCP marcou para esta quarta-feira a primeira emissão de obrigações do Tesouro (OT) de 2021. O instituto que gere a dívida do Estado português agendou para 13 de janeiro um duplo leilão de títulos de longo prazo, emitindo OT com maturidade em 18 de outubro de 2030 (10 anos) e 12 de outubro de 2035 (15 anos).

O objetivo passa por encaixar entre 1.000 e 1.250 milhões de euros. Esta será a primeira emissão desde que em outubro o IGCP colocou dívida a oito anos, tendo pela primeira vez conseguido financiar-se nesta maturidade com taxas negativas.

No resto da Europa, os juros da Alemanha (-2,9 pontos base) e de Itália (-0,5 pontos base) seguem também em queda.

13.01.2021

Ouro continua em alta depois de Fed sinalizar que vai continuar a comprar

O preço do ouro continua a subir para perto dos 1.900 dólares por onça, depois de representantes da Fed terem dito que o banco central iria continuar a comprar ativos de forma massiça, como parte dos seus programas de compra. 

Assim, o metal precioso está hoje a valorizar 0,11% para os 1.847,74 dólares por onça.

13.01.2021

Euro perde força em 4 das últimas 5 sessões contra o dólar

O euro continua a perder terreno para o dólar dos Estados Unidos, com a moeda norte-americana a corrigir de um ano em que perdeu muita força, à boleia agora da estabilização política no país, com Joe Biden a começar a sua presidência a 20 de janeiro. 

A moeda única da União Europeia perde 0,16% para os 1,2186 dólares, enquanto que a libra ganha 0,10% para os 1,3679 dólares.

13.01.2021

Europa em leve alta com Telefonica e Carrefour a brilharem

Os principais índices europeus abriram a sessão desta quarta-feira em leve alta, com os investidores de olhos na temporada de resultados nos Estados Unidos e na possível destituição do presidente cessante Donald Trump.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 60 maiores cotadas da Europa - avança 0,08% para os 409,00 pontos, com o setor das empresas de telecomunicação a valorizar 0,7%.

Isto graças à subida de cerca de 10% da espanhola Telefonica, depois de ter vendido, através da sua subsidiária Telxius Telecom, as suas torres na Europa e América Latina por 7,7 mil milhões de euros à American Tower.

Outro dos destaques do dia vai para a Carrefour (+9%), depois de a canadiana Couche-Tard ter dito que estava a explorar um acordo com a retalhista francesa. 

Os investidores começam a preparar-se para a temporada de resultados que irá começar no final desta semana, com o setor da banca norte-americana a dar o pontapé de saída na apresentação dos números referentes ao quarto trimestre do ano passado.

No campo político, o vice-presidente Mike Pence rejeitou a possibilidade de invocar a 25ª emenda da Constituição norte-americana para destituir Donald Trump, devido à invasão do Capitólio por apoiantes do ainda líder dos Estados Unidos.

E assim sendo, a Câmara dos Representantes vai mesmo avançar nesta quarta-feira com a tentativa de "impeachment" de Trump.

13.01.2021

Petróleo dos EUA prepara-se para a melhor série de ganhos em dois anos

A BP, a Galp Energia e a Repsol têm investido na energia solar para diversificar o seu portfólio e diminuir  o peso do petróleo.

Os preços do petróleo estão a caminho da maior sequência de valorizações dos últimos dois anos, apoiada por uma queda no número de "stocks" de petróleo nos Estados Unidos, assim como pelo corte de produção anunciado pela Arábia Saudita no início deste ano.

O norte-americano WTI (Wets Texas Intermediate) está a valorizar pelo sétimo dia consecutivo, naquele que é o maior ciclo de subidas desde fevereiro de 2019. Por esta altura valorizar 1,05% para os 53,77 dólares por barril.

O mesmo não acontece com o Brent, que serve de referência para Portugal, que sofreu uma queda ligeira no início desta semana. Hoje, o barril deste ativo valoriza 1,17% para os 57,24 dólares. 

O Instituto Americano de Petróleo reportou uma queda de inventários para os 5,82 milhões de barris na semana passada, o que representa a quinta descida semanal seguida.

13.01.2021

Futuros da Europa em leve queda com investidores à procura de rumo

Os futuros das ações europeias estão a negociar em leve queda na pré-abertura da sessão desta quarta-feira, com o foco dos investidores a centrar-se nos Estados Unidos, uma vez que existe a hipótese de destituição do presidente cessante Donald Trump.

Para além deste motivo, os investidores começam a preparar-se para a temporada de resultados que irá começar no final desta semana, com o setor da banca norte-americana a dar o pontapé de saída na apresentação dos números referentes ao quarto trimestre do ano passado.

No campo político, o vice-presidente Mike Pence rejeitou a possibilidade de invocar a 25ª emenda da Constituição norte-americana para destituir Donald Trump, devido à invasão do Capitólio por apoiantes do ainda líder dos Estados Unidos.

E assim sendo, a Câmara dos Representantes vai mesmo avançar nesta quarta-feira com a tentativa de "impeachment" de Trump.

O lançamento de vacinas e a perspetiva de mais apoio orçamental nos Estados Unidos têm movido os mercados para máximos históricos, uma vez que aumentaram as expectativas de uma recuperação económica.

Mas nos últimos dias o sentimento tem pausado, graças às preocupações de um possível excesso especulativo nos mercados de ações.

Por esta altura, os futuros do Euro Stoxx 50 caem 0,08%, enquanto que os futuros do norte-americano S&P 500 sobem 0,1%. 

A sessão asiática foi igualmente mista, com ganhos ligeiros no Japão e na Coreia do Sul e perdas na China e em Hong Kong.

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