Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto16.11.2020

Nova vacina leva Europa para máximos de fevereiro e anima petróleo

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 16 de Novembro de 2020 às 17:30
  • Assine já 1€/1 mês
  • 4
  • ...
16.11.2020

Moderna leva bolsas europeias a máximos de fevereiro

Os índices europeus voltaram a valorizar, na sessão desta segunda-feira, com o Stoxx 600 - que reúne as 600 maiores cotadas da região - a somar 1,2% para máximos de fevereiro deste ano, à boleia do otimismo em torno de uma nova vacina anti-coronavírus.

Os setores que mais têm perdido com a pandemia foram os que mais subiram nesta sessão. Caso disso é o setor da energia, que ganhou 4,1% à boleia das petrolíferas que olham para a vacina como uma solução para evitar mais disrupção na procura por petróleo.

Além das energéticas, também o setor da banca (+3,3%) conseguiu hoje valorizar 3,3%. Além das boas notícias sobre a vacina da norte-americana Moderna, também o disparo do espanhol BBVA deu força.

O banco espanhol vendeu a sua unidade nos Estados Unidos por 11,6 mil milhões de euros, num dia em que foram confirmados os rumores de uma fusão com o banco Sabadell.

Hoje, a farmacêutica Moderna anunciou que a sua vacina anti-coronavírus tem uma taxa de sucesso de 94,5% na prevenção da doença.

16.11.2020

Juros caem na Zona Euro para valores mais baixos numa semana

Os juros das dívidas públicas das economias que integram o espaço do euro recuaram esta segunda-feira, sendo que no caso dos periféricos da moeda única negociaram em mínimos de 9 de novembro.

A "yield" associada às obrigações soberanas de Portugal com maturidade a 10 anos recuou 1,2 pontos base para 0,070%, a quinta descida consecutiva. Também os juros referentes aos títulos da Espanha e da Itália com prazo a 10 anos recuaram, respetivamente, 1,3 e 1,4 pontos base para 0,094% e 0,649%.

As dívidas das três economias periféricas da Zona Euro transacionaram em mínimos de 9 de novembro no mercado secundário.

Apesar do otimismo em relação ao desenvolvimento da vacina da Moderna contra a covid-19, que eleva as apostas quanto à capacidade de recuperação da economia global em 2021, os intervenientes de mercado continuam a investir nas obrigações, o que faz descer os juros.

Em sentido oposto, a "yield" associada às obrigações alemãs (bunds) a 10 anos subiu uns ténues 0,2 pontos base para -0,549%, uma subida que interrompeu uma série de três sessões consecutivas de alívios.

16.11.2020

Ouro cede… mas pouco

O metal amarelo segue a ceder ligeiramente, com a notícia de uma nova vacina promissora contra a covid-19 a reavivar o interesse dos investidores pelos ativos de risco, como as ações.

 

O ouro a pronto (spot) cede 0,10% para 1.886,81 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro deslizam 0,05% para 1.884,70 dólares por onça.

 

O ouro está assim a travar as perdas, depois de já ter estado a cair mais de 1% – quando foi anunciado que a vacina experimentar da Moderna contra o coronavírus revelou uma eficácia de 94,5%.

 

Entretanto, numa altura em que os investidores estão a pesar os receios no imediato, decorrentes do aumento de casos de coronavírus em todo o mundo, e em que se sabe que qualquer nova vacina demorará a ser distribuída, o metal amarelo recuperou algum fôlego. 

Apesar de os intervenientes de mercado estarem de novo com mais apetite pelos ativos de risco, como é o caso das ações, continuam também a apostar nos chamados valores-refúgio (caso do ouro, das obrigações soberanas e de moedas como dólar, iene e franco suíço).

 

"A vacina é uma excelente notícia, mas o problema é que vai demorar um bocado a distribuí-la, mesmo nos países desenvolvidos", comentou à Reuters o principal estratega de commodities da TD Securities, Bart Melek.

16.11.2020

Euro avança para máximo de uma semana

Apesar de registar apenas uma subida ligeira de 0,06% para 1,1841 dólares, o euro valoriza pelo terceiro dia seguido para negociar em máximos de 9 de novembro contra o dólar.

Em sentido inverso, o dólar transaciona em queda pela terceira sessão consecutiva para negociar na cotação mais baixa em precisamente uma semana face a um cabaz composto pelas principais moedas mundiais.

As notícias desta segunda-feira acerca da fiabilidade testada de cerca de 95% da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Moderna contribuíram decisivamente para alimentar o otimismo dos investidores na primeira sessão desta semana, assim como para aumentar a expectativa de que será possível reagir efetivamente à crise pandémica no próximo ano.

Como tal, os investidores reduzem o apetite por ativos considerados de refúgio tal como é exemplo o dólar, razão pela qual apostam noutros ativos como é o caso do euro.

16.11.2020

Petróleo dispara com notícias sobre nova vacina

As cotações do "ouro negro" seguem em forte alta, animadas pelas notícias de uma nova vacina contra a covid-19.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro soma 3,46% para 41,52 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 3,58% para 44,31 dólares.

 

Depois de na semana passada a Pfizer avançar com notícias promissoras sobre a vacina contra o coronavírus que está a desenvolver em parceria com a BioNTech e que tem uma eficácia superior a 90%, hoje foi a vez de a Moderna divulgar que a sua vacina experimental se revelou 94,5% eficaz no combate à covid-19.

 

A expectativa de uma vacina contra o coronavírus tem animado a matéria-prima, já que poderá ditar uma reabertura total das economias.

16.11.2020

Wall Street animada com resultados positivos da Moderna. Dow Jones bate à porta dos 30.000 pontos

Os três maiores índices de Wall Street abriram a sessão desta segunda-feira em alta, à boleia das notícias positivas do lado sanitário, com a farmacêutica Moderna a anunciar uma taxa de 94,5% de sucesso na prevenção do coronavírus.

Por esta altura, o S&P 500 ganha 0,59% para os 3.607,05 pontos, enquanto que o Dow Jones avança 1,15% para os 29.819,97 pontos.

Já o tecnológico Nasdaq Composite parece menos entusiasmado com um ganho de 0,07% para os 11.838,88 pontos.

A Moderna anunciou que a vacina que está a desenvolver para combater o coronavírus mostrou uma taxa de sucesso de 94,5% na prevenção das infeções, de acordo com os dados preliminares da terceira e última fase de testagem a que a vacina está sujeita. 

No prazo de oito dias, este é o segundo resultado positivo anunciado por uma farmacêutica sobre a sua vacina anti-coronavírus.

Na passada segunda-feira, também a norte-americana Pfizer e a germânica BioNTech anunciaram que a sua vacina 
tinha uma taxa de prevenção de 90%.

16.11.2020

Bolsas disparam com dose de otimismo devido a eficácia da vacina da Moderna

A intensidade é bem menos elevada, mas esta segunda-feira parece uma repetição do que aconteceu no mesmo dia da semana passada. A 9 de novembro as bolsas entraram em euforia depois da Pfizer ter anunciado que a sua vacina tinha demonstrado uma eficácia de 90%.

 

Este segunda-feira a Moderna revelou que os testes clínicos da sua vacina mostram uma eficácia ainda maior (94,5%), o que acentuou de forma considerável a tendência positiva que já se registava nas bolsas. O Stoxx600, índice que agrega as maiores cotadas europeias, deu um salto para uma valorização de 1,52% e a generalidade dos índices europeus marca subidas acima de 1%.

 

A abertura das bolsas norte-americanas também vai ser no verde, já que os futuros do S&P500 registam um avanço de 1,5%. As ações da Moderna são das que mais sobem, com os títulos da farmacêutica norte-americana a dispararem 12% na pré-abertura.

 

Nas praças europeias são os setores da Banca (+4,45%), Viagens (+3,11%) e Oil & Gas (+2,85%) que mais sobem, à semelhança do que aconteceu na passada segunda-feira. Estes setores foram dos mais castigados com os efeitos da pandemia, pelo que são também os que mais têm a ganhar com a introdução no mercado de uma vacina com elevada eficácia.

 

Na praça portuguesa a tendência é a mesma, com as ações do BCP (+6,02% para 10,57 cêntimos) e da Galp Energia (+4,39% para 9,03%) e levarem o PSI-20 para um ganho de 1,53%. Na semana passada o BCP subiu mais de 30% (melhor semana de sempre) e a petrolífera disparou mais de 20%.

 

O anúncio da Pfizer gerou uma série de movimentos noutros ativos, com o petróleo a reforçar os ganhos (Brent sobe 3,53%), o ouro a perder força (recua 1,3% para 1.865.3 dólares no mercado à vista) e os juros das obrigações a subirem (yield das bunds a 10 anos avança 2,8 pontos base para -0,523%).

 

16.11.2020

Juros aliviam pela quinta sessão

Os juros da dívida portuguesa a dez anos contam a quinta sessão consecutiva de alívio. Desta vez, a quebra é de 1,6 pontos base para os 0,068%, aproximando-se do mínimo histórico atingido no início de novembro.

Na Alemanha, o sentido da dívida também tem sido descendente – uma tendência que se mantém há quatro sessões. Os juros das bunds caem hoje 1,5 pontos base para os -0,564%.

As obrigações estão a beneficiar do clima de otimismo quanto à recuperação das economias, depois de a China ter revelado dados da produção e do consumo acima do esperado e depois de os Estados Unidos terem afastado – pelo menos para já – um cenário de confinamento a nível nacional.

16.11.2020

Euro leva a melhor ao dólar pela terceira sessão

A moeda única europeia está a subir 0,26% para os 1,1865 dólares, valorizando pela terceira sessão consecutiva. O dólar está a perder contra divisas que são considerados ativos de maior risco que a nota verde, seguindo na sombra do maior acordo de comércio livre do mundo, firmado por 15 países incluindo a China, Japão e Coreia do Sul. Além disto, dados económicos mostraram uma subida acima do esperado na produção industrial chinesa e no consumo, diminuindo o apetite por refúgios como o dólar.  

16.11.2020

Europa em alta contagiada por bons sinais da economia asiática e dos EUA

O índice que agrega as 600 maiores cotadas a Europa, o Stoxx600, sobe 0,56% para os 387,33 pontos, nesta que é a quinta sessão de subida em seis, e na qual este índice se aproxima dos máximos de início de março que atingiu na semana passada. Assiste-se a ganhos da mesma ordem em Frankfurt, Londres e Amesterdão, enquanto Paris e Lisboa se destacam na direção do 1% e Madrid se distancia, com ganhos de cerca de 1,7%.

As ações europeias seguiram as asiáticas e os futuros norte-americanos, com vários argumentos a espicaçarem o otimismo. Os investidores celebram o acordo feito na região da Ásia-Pacífico para o livre comércio na região, que será o maior que existe no mundo. Ainda do oriente, mais precisamente da China, chegam boas-novas quanto à economia, com dados do consumo e da produção a superarem as expectativas. Do outro lado do Pacífico, os Estados Unidos alimentam esperanças de que não se proceda a um confinamento a nível nacional – pelo menos, esta foi a intenção demonstrada pelos conselheiros do presidente-eleito.

Mais ao nível do Velho Continente, a Vodafone está a destacar-se em bolsa depois de ter batido as estimativas dos analistas e ter apresentado perspetivas de melhoria para as vendas. A empresa de telecomunicações avança 2,71% para os 122,76 pences britânicos, mas já chegou a disparar mais de 4,5%.

16.11.2020

Ouro no limbo entre casos covid e otimismo

O ouro está a descer uns ligeiros 0,01% para os 1.889,04 dólares por onça. O metal amarelo posiciona-se na "corda bamba" num dia em que o aumento de casos de covid-19 continua a apelar à cautela dos investidores, mas também há motivos de otimismo.

O verde inunda os índices bolsistas depois de ter sido firmado o maior acordo de comércio livre do mundo na Ásia, ao mesmo tempo que nos Estados Unidos os conselheiros da nova administração afastam a hipótese de um confinamento generalizado ao país.

16.11.2020

Petróleo sobe mais de 1% com OPEP a considerar prolongar cortes

O barril de Brent, referência na Europa e negociado em Londres, sobe 1,24% para os 43,31 dólares, ao mesmo tempo que o nova-iorquino West Texas Intermediate soma 1,57% para os 40,76 dólares.

Estes movimentos acontecem numa altura em que o previsível aumento da produção de petróleo, que estava marcado para janeiro, está a ser reavaliado pelo cartel dos grandes exportadores. O adiamento deste aumento pode ser de três a seis meses, afirmam fontes próximas das negociações, que preferem não ser identificadas. Vai haver uma reunião na terça-feira para que depois, ao longo das duas semanas seguintes, possa ser tomada uma decisão.  

A necessidade de revisão está a ser dada pelo contínuo aumento de casos de coronavírus em todo o mundo, o que tem ditado quedas abruptas em atividades consumidoras de petróleo como as viagens de avião e de automóvel.

16.11.2020

Bolsas animam com acordo comercial asiático e confinamento nos EUA mais longe

As bolsas, da Ásia aos Estados Unidos, renovam o otimismo e encaminham-se para novos recordes, depois de na Ásia ter sido assinado o maior acordo de comércio livre que existe e de, nos Estados Unidos, se terem dado sinais de que não deverá proceder-se a um confinamento ao nível do país.

O maior acordo de comércio livre do mundo foi assinado na região da Ásia-Pacífico este domingo, incluindo cerca de um terço da população mundial e do produto interno bruto do globo. Nos Estados Unidos, os conselheiros do presidente-eleito, Joe Biden, afirmaram que se opõem a um confinamento ao nível da nação, o que também dá força aos mercados, com melhores perspetivas económicas.

Neste contexto, o MSCI Asia Pacific escalou 1,4%, acompanhado pelo japonês Topix (1,7%), pelo sul-coreano Kospi (2%). O Hang Seng, de Hong Kong, e o Compósito de Xangai também ganharam, mas mais modestamente: 0,6% e 0,9%, respetivamente. Os futuros do S&P500 somam 1%, tal como o europeu Stoxx 50.

"Vemos um conjunto de notícias positivas no futuro", aponta o responsável de investimentos na Sage Capital, em Sydney, em declarações à Bloomberg. "O mercado a olhar para eventuais reaberturas (das economias)", "ações cíclicas  com um melhor desempenho" são alguns dos fatores que "devem continuar pelo menos durante os próximos três a seis meses, se não mais".

Apesar do sentimento positivo, continua a haver motivos de apreensão. De acordo com uma fonte da administração de Trump, o presidente dos Estados Unidos aplicará todas as medidas possíveis para penalizar a China até sair do poder. Paralelamente, a pandemia continua a escalar em força na Europa e nos Estados Unidos, tendo ultrapassado os 11 milhões de casos.

Ver comentários
Saber mais PSI-20 bolsa mercados Euronext cotadas empresas índice nacional Lisboa Europa Wall Street juros câmbio ouro petróleo
Outras Notícias