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Ao minuto02.11.2020

Europa ganha forças antes de enfrentar eleição dos EUA. Juros de Portugal em mínimos

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 02 de Novembro de 2020 às 17:22
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02.11.2020

Europa ganha forças antes de enfrentar eleição dos EUA

As principais praças da Europa terminaram o dia em alta, com o índice de referência para a região a ganhar 1,6%, o que representa o maior ganho diário desde 28 de setembro.

Assim, o Stoxx 600 pôs fim a um ciclo de cinco dias seguidos a desvalorizar, numa semana que está a ser vista pelos analistas como crucial para os mercados financeiros em todo o mundo, devido às eleições presidenciais norte-americanas, marcadas para dia 3 de novembro.

Entre os setores, destaca-se a energia com um ganho de 3,6%, numa altura em que os preços do petróleo voltaram a ganhar força. A subir estiveram também setores como a banca (+2,9%) e a construção (+2,7%).

Contudo, em queda esteve o setor do turismo (-0,3%), numa altura em que grande parte dos países da Europa voltaram a apertar as medidas de restrição à circulação para conter a propagação do coronavírus. 

Hoje, há a registar um erro técnico que levou a um atraso de cerca de uma hora no índice, mas a negociação de ações e derivados não foi afetada.

02.11.2020

Juros da dívida portuguesa atingem novo mínimo de agosto de 2019

Apesar da recuperação dos mercados acionistas, os investidores continuam a apostar forte nas obrigações soberanas devido à expectativa de reforço das medidas de estímulo por parte dos bancos centrais para apoiar as economias numa altura em que o avanço da pandemia ameaça uma nova contração.

A Reserva Federal tem esta semana a sua reunião de política monetária e na semana passada Christine Lagarde sinalizou que o Banco Central Europeu vai avançar com mais estímulos na reunião de dezembro.  
 

A "yield" das obrigações do Tesouro a 10 anos desce 1 ponto base para 0,089%, atingindo assim um novo mínimo desde agosto do ano passado. Na dívida espanhola com a mesma maturidade a taxa desce 1,2 pontos base para 0,119% e a "yield" das bunds recua 1,1 pontos base para -0,64%.   

02.11.2020

Ouro ganha com incertezas nas presidenciais dos EUA

O metal amarelo tem brilhado mais do que nunca, numa altura em que os inves    tidores procuram um refúgio para os seus ativos, num contexto de maior risco no plano económico e geopolítico.

O metal amarelo segue em alta, a reforçar o seu papel de valor seguro para os investidores, numa altura em que cresce a incerteza em torno do resultado das presidenciais nos EUA.

 

O ouro a pronto (spot) segue a somar 0,80% para 1.892,91 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro avançam 0,45% para 1.885,90 dólares por onça.

 

Apesar de o dólar, moeda na qual é denominado o ouro, estar a valorizar – o que torna menos atrativo o investimento no ouro –, o metal precioso está a fazer jus ao seu estatuto de valor refúgio numa altura em que cresce a incerteza em torno das eleições presidenciais de amanhã nos Estados Unidos.

 

Os analistas receiam que um resultado incerto nas eleições possa ensombrar as perspetivas de um novo pacote de estímulos à economia norte-americana e a sua própria dimensão, que deverá depender de qual o partido que vai ter a maioria no Senado.

02.11.2020

Petróleo recupera com bons dados económicos

As cotações do "ouro negro" seguem a recuperar terreno nos principais mercados internacionais, sustentadas sobretudo por bons indicadores provenientes da Ásia e Europa.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro segue a somar 0,73% para 36,05 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,63% para 38,18 dólares.

 

As cotaçõss travaram o movimento de queda e entraram em terreno positivo depois dos anúncios de que as encomendas à exportação aumentaram no Japão, pela primeira vez em dois anos, e de que a atividade industrial na China subiu em outubro para o nível mais alto em quase uma década.

 

Também os dados da indústria na Europa ajudaram a um maior otimismo. O índice dos gestores de compras (PMI) para a indústria – que mede a evolução deste setor através de inquéritos aos gestores – cresceu mais do que era esperado no mês passado na Zona Euro, dando seguimento à recuperação iniciada em junho. 

 

O petróleo está assim a conseguir recuperar, depois de já ter estado hoje a negociar no vermelho, devido aos receios de que o alargamento das medidas de confinamento decorrentes da covid-19 na Europa enfraqueça a procura por combustível.

 

Muitos países do Velho Continente voltaram a impor "lockdowns" para tentarem conter as taxas de infeção por covid-19, que aceleraram ao longo do último mês.

 

Além disso, mantêm-se os receios de uma potencial turbulência resultante das eleições presidenciais de amanhã nos Estados Unidos – o que continua a pressionar os preços da matéria-prima.

02.11.2020

Wall Street em alta no arranque de semana decisiva

A bolsa nova-iorquina abriu a subir, no primeiro dia de uma semana marcada pelas eleições presidenciais e pela reunião da Reserva Federal.

O generalista S&P500 sobe 1,09% para os 3.305,65 pontos, o industrial Dow Jones avança 1,14% para os 26.803,82 pontos e o tecnológico Nasdaq ganha 0,92% para os 11.011,54 dólares.

Os mercados reagem assim numa altura em que Joe Biden segue à frente de Donald Trump nas sondagens para a presidência. Na frente da pandemia, o vírus continua sem dar tréguas, com os casos a aumentarem um pouco por todo o mundo. Ainda assim, a China dá novos sinais de pujança na economia, ao registar o sexto mês de expansão consecutivo na produção industrial, recuando a máximos de 2011.

No mundo empresarial, a Dunkin Brands Group dispara 6,28% para os 105,98 dólares depois de ter sido divulgado que vai ser adquirida pela Inspire Brands, num acordo de 11,3 mil milhões de dólares. Esta é uma das maiores transações de sempre na indústria da restauração.

02.11.2020

Dados da indústria animam ações europeias

Depois de um arranque de sessão tímido, com as bolsas divididas entre ganhos e perdas, o otimismo generalizou-se entre os principais índices europeus, com os dados do PMI para a indústria a animar os investidores.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, sobe agora 1,30% para 246,81 pontos, depois de ter sido revelado que a indústria da Zona Euro cresceu, em outubro, ao ritmo mais acelerado dos últimos 27 meses, superando as expectativas.

Na Alemanha, a maior economia da região, o volume de novas encomendas atingiu mesmo um nível recorde, antes de o país avançar agora para um novo confinamento parcial.

Também na China, o setor industrial cresceu ao ritmo mais acelerado em quase dez anos.

Estes dados estão a animar os mercados, e a compensar as preocupações relacionadas com as novas medidas de restrição, que penalizaram fortemente o mercado acionista na semana passada.

"A China continua a ser um bastião de calma num mundo incerto, com os seus dados económicos a acalmarem mais uma vez as ansiedades dos investidores naquela que provavelmente será a segunda semana mais ansiosa do ano", escreveu Jeffrey Halley, analista de mercado da Oanda numa nota citada pela Reuters.

 

Na véspera das eleições dos Estados Unidos, um grande fator de incerteza para os mercados, os principais índices europeus seguem todos com subidas de mais de 1% enquanto os futuros das ações dos Estados Unido apontam para um arranque de novembro positivo.

02.11.2020

Europa unânime no agravamento de juros

Os juros da dívida a dez anos de Portugal estão a agravar 2,3 pontos base para os 0,125%, contando a segunda sessão de subida. A vizinha Espanha apresenta uma tendência equivalente, ao somar 2,4 pontos base para os 0,158%. 

Na Alemanha, que serve de referência na Europa, a história não difere: a remuneração exigida pelas bunds com a mesma maturidade avança 1,1 pontos base para os -0,617%.

Estes movimentos acontecem na sombra de uma pandemia cada vez mais alargada, que dita novas restrições e inflige novas feridas nas várias economias. 

02.11.2020

Euro perde pela sexta sessão

A moeda única europeia está a perder pela sexta sessão consecutiva, ao descer 0,18% para os 1,1626 dólares. O euro já chegou mesmo a tocar um mínimo de 25 de setembro, numa altura em que a proliferação da pandemia no Velho Continente tira vitalidade à divisa.

Ainda assim, o Bloomberg Dollar Spot Index está a avançar 0,1%, beneficiando do estatuto de ativo refúgio neste contexto de incerteza.

02.11.2020

Europa divide-se e Stoxx600 não negoceia

As principais praças europeias estão divididas entre o verde e o vermelho, numa semana repleta de incertezas e que será decisiva para os mercados, dada a evolução da pandemia, mas também as eleições nos Estados Unidos e a reunião da Reserva Federal norte-americana.

Madrid, Londres, Lisboa e Atenas posicionam-se em território negativo, deixando os ganhos ligeiros do lado de Frankfurt, Paris e Amesterdão. O índice que reúne as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, mantém-se inalterado nos 342,36 pontos, já que os índices Stoxx não estão a negociar esta manhã devido a um "problema de inserção de dados", comunicou fonte oficial da gestora da bolsa, a Deutsche Boerse. Para já, ainda não é claro quando vai ser encontrada uma solução.

No Velho Continente, mantém-se o medo quanto às medidas restritivas que vão ser impostas para combater a propagação da pandemia de covid-19. Desta forma, emrpesas que podem beneficiar de uma situação de confinamento estão a posicionar-se entre as de maiores ganhos enquanto outras, como as retalhistas, são as que mais perdem.

02.11.2020

Covid e Líbia põem petróleo em mínimo de cinco meses

O ouro negro cai para um mínimo de cinco meses, numa corrente de pessimismo que é traçada, por um lado, pelas restrições de contenção da covid-19, que reduzem a procura da matéria-prima, e, por outro, pelo contínuo aumento da produção na Líbia. Este país do médio oriente está a retomar a atividade no setor petrolífero depois de resolvido o conflito interno que impôs uma guerra e a disrupção da matéria-prima neste território.

O europeu Brent desce 3,58% para os 36,58 dólares, na quarta sessão consecutiva no vermelho, e o norte-americano West Texas Intermediate resvala 4,19% para os 34,29 dólares. Ambos já tocaram em mínimos de 29 de maio, na sequência de quebras de 4,5% e 6%, respetivamente.  

02.11.2020

Ouro relampeja em semana de eleições

O ouro segue a valorizar 0,26% para os 1.883,72 dólares, subindo pela segunda sessão consecutiva. Este metal precioso, que é tomado como ativo refúgio, ganha em semana de eleições presidenciais norte-americanas e de decisões da Fed, dois eventos determinantes no apetite ao risco e no futuro do dólar, um ativo refúgio que tipicamente compete com o ouro.

"A possibilidade de um tumulto pós-eleições e um resultado contestado representa um risco significativo na nossa ótica, um que pode vir a ser consideravelmente positivo para o ouro nos cenários mais extremos", escreve a RBC Capital Markets.

02.11.2020

Bolsas arriscam no verde em semana decisiva para os mercados

As bolsas asiáticas fecharam com nota positiva, sendo que os futuros norte-americanos e europeus seguem a mesma tendência. O sentimento é partilhado à entrada de uma semana marcada pelas eleições nos Estados Unidos e pela reunião da Reserva Federal, eventos que vão ter grande impacto na negociação para o resto do ano.

O Compósito de Xangai fechou em torno da linha de água, mas o japonês Topix, o Hang Seng de Hong Kong e o sul-coreano Kospi concordaram todos em ganhos que rondaram 1,5%. Tanto o S&P500 como o Euro Stoxx 50 avançam agora 0,1%, apesar de na Europa o cenário de proliferação da covid-19 manter a gravidade e os investidores em alerta.

O evento mais aguardado são as eleições desta terça-feira, nos Estados Unidos. O candidato democrata, Joe Biden, enfrenta Donald Trump, o atual presidente, e os resultados da batalha são incertos.

Paralelamente, os casos de coronavírus impõem-se na agenda depois de terem disparado nos Estados Unidos – apesar do abrandamento no fim de semana – e de os países europeus estarem a optar por aplicar restrições ao movimento como forma de conter a pandemia.

"Seja para onde for que se olhe, esta semana vai ser muito importante para os Estados Unidos e os mercados globais", afirmam os analistas do First Abu Dhabi Bank PJSC, em declarações à Bloomberg. "Nós vemos o potencial para um grande aumento na volatilidade em torno destes eventos – e tudo dentro do contexto de uma situação de covid-19 ainda a deteriorar-se nos Estados Unidos, Europa e também noutros locais".

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