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Ao minuto19.11.2020

Bolsas perderam força com aumento de casos covid. Juros de Portugal em mínimos históricos

Acompanhe o dia nos mercados ao minuto.

Reuters
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19.11.2020

Juros de Portugal caem para perto de mínimos históricos

Os juros da dívida soberana de Portugal caíram 1,3 pontos base para os 0,030%, o que representa um mínimo histórico se tivermos em conta os valores de fecho. Ainda assim, a "yield" portuguesa a dez anos chegou a ir aos 0,026% a meio da sessão de ontem.

Esta é a tendência que se vive no resto da Europa, num dia em que os investidores fugiram do risco para se refugiarem no mercado de dívida.

Os juros da Alemanha perderam 1,7 pontos base para os -0,567% e os juros de Itália recuaram 1,3 pontos base para os 0,639%.

19.11.2020

Dólar sobe após cinco dias de quedas

O dólar está a valorizar face às principais congéneres mundiais esta quinta-feira, 19 de novembro, depois de cinco sessões consecutivas de perdas, a beneficiar do movimento de fuga ao risco por parte dos investidores e consequente procura por ativos de refúgio, como é o caso da divisa dos Estados Unidos.

 

Isto numa altura em que o número de novos casos de covid-19 continua a aumentar nos Estados Unidos e na Europa, com as autoridades a alertarem para a necessidade urgente de travar os contágios. No entanto, o reforço das medidas de restrição deverá pôr um travão no progresso da recuperação da economia, como avisou hoje o FMI.

 

O índice que mede a evolução do dólar face às principais congéneres mundiais sobe 0,23% enquanto o euro desce 0,09% para 1,1842 dólares.

19.11.2020

Europa em queda com aumento de casos covid

As ações europeias caíram de quase máximos de nove meses, com o ímpeto dos investidores a ser afetado pelo aumento do número de novos casos de covid-19 em todo o mundo, que fizeram desvanecer o otimismo em torno das vacinas. 

O Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas na Europa - perdeu 0,8% com quase todos os setores em queda. 

A liderar esta tabela esteve o setor das empresas de mineração (-1,9%), bem como das seguradoras (-1,5%) e energia (-1,5%).

A alemã Thyssenkrupp deslizou cerca de 3% depois de ter anunciado que iria cortar 11.000 postos de trabalho na sequência de quebras no negócio de aço.

Já a AstraZeneca registou uma subida depois de divulgar resultados positivos na sua vacina contra a covid-19.


19.11.2020

Petróleo recua com receios em torno da pandemia

As cotações do "ouro negro" regressaram hoje ao vermelho e seguem a ceder terreno nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro recua 0,53% para 41,60 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, perde 0,34% para 44,19 dólares.

 

Os preços estão a ser novamente pressionados pelos receios de que os novos confinamentos decorrentes da segunda vaga da pandemia possam pesar na procura por combustível.

 

As expectativas em torno das vacinas promissoras contra a covid acabam assim por estar a ser ofuscadas pela preocupação relativamente ao panorama da procura.

 

Além disso, "os investidores estão também a encaixar as mais-valias decorrentes do recente rallu antes do feriado do Dia de Ação de Graças" no dia 26 de novembro, comentou à Reuters um analista-chefe da Fujitomi, Kazuhiko Saito.

19.11.2020

Ouro cede com avanços das vacinas

O metal amarelo tem brilhado mais do que nunca, numa altura em que os inves    tidores procuram um refúgio para os seus ativos, num contexto de maior risco no plano económico e geopolítico.

O preço do metal amarelo seguia em queda esta quinta-feira, com os avanços anunciados nos últimos dias sobre vacinas contra a covid-19 a aliviarem as preocupações dos investidores com o aumento de novos contágios.

"A sequência de desenvolvimentos positivos sobre as vacinas está a diminuir a atratividade do ouro como um porto seguro", referiu à CNBC Edward Meir, analista da ED&F Man Capital Markets.

Os contratos a pronto (spot) do ouro cediam 0,69%, para 1.859,23 dólares por onça.

Também em queda estavam as cotações da prata e da platina, com descidas de 1,89% e 0,15%, respetivamente.

19.11.2020

Wall Street cai com novos casos e pedidos de desemprego a aumentarem

Os três maiores índices de Wall Street abriram a sessão desta quinta-feira em queda, com o aumento de casos de covid-19 no país e uma inesperada subida nos pedidos de subsídio de desemprego semanais a alarmar os investidores. 

Por esta altura, o Dow Jones perde 0,64% para os 29.249,87 pontos e o S&P 500 cai 0,54% para os 3.548,47 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite recua 0,13% para os 11.787,40 pontos.

Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego totalizaram 742 mil, na semana terminada a 14 de novembro, que compara com os 711 mil pedidos na semana anterior, segundo o Departamento do Trabalho.

O número foi superior ao esperado pelos mercados, que apontavam para pouco mais de 700 mil pedidos.

Esta é a terceira semana consecutiva em que o índice S&P 500 perde força, recuando ainda mais do seu máximo atingido na segunda-feira, depois do otimismo em torno de uma vacina contra o coronavírus.





19.11.2020

Juros voltam aos alívios

Os juros da dívida a dez anos de Portugal aliviaram 0,8 pontos base para os 0,039%, contando a sétima sessão em oito de recuos na remuneração.

O reavivar dos receios quanto ao impacto económico das restrições impostas pela situação de pandemia está a beneficiar as obrigações, já que são vistas como um ativo de menor risco.

Na Alemanha, a referência europeia, a tendência é equivalente. Os juros descem 2,1 pontos base para os -0,576%, numa semana que tem sido de sobe-e-desce para as bunds.

19.11.2020

Restrições para combater o vírus ferem bolsas europeias

As bolsas europeias retraem-se perante novas ameaças à economia, que são impostas pelas restrições à circulação que pretendem controlar o avanço do vírus.

A cidade de Nova Iorque decidiu fechar as escolas numa tentativa de conter o número de casos de covid-19. Do outro lado do mundo, em Tóquio, o estado de alerta por causa da pandemia foi elevado até ao nível mais alto, depois de se terem registado mais de 500 novos casos pela primeira vez.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, desce 0,98% para os 386,65 pontos, ao mesmo tempo que Lisboa, Madrid, Frankfurt, Londres e Amesterdão mostram perdas de mais de 1%. Todos os setores que compõem o índice europeu seguem em terreno negativo.

No mundo empresarial, a alemã Thyssenkrupp desliza mais de 7% depois de ter anunciado que iria cortar 11.000 postos de trabalho na sequência de quebras no negócio de aço. Já a Norwegian Air Shuttle afundou 16% após ter pedido proteção contra credores. Numa ótica mais positiva, a AstraZeneca está a subir depois de divulgar resultados positivos na sua vacina contra a covid-19.

19.11.2020

Vacinas tramam o ouro pela quarta sessão

O metal amarelo está a cair 0,80% para os 1857,31 dólares por onça. Esta é a quarta queda consecutiva do ouro, que tem vindo a ser abalado pelo otimismo quanto aos avanços na frente das vacinas.

A Pfizer revelou ontem que a vacina que desenvolveu possui 95% de eficácia e que deverá pedir a aprovação das autoridades de saúde nos próximos dias. O ânimo que esta notícia trouxe é apenas cortado pelas medidas restritivas que a covid-19 para já impõe, como é o caso do fecho de escolas em Nova Iorque. Na Polónia bate-se o recorde diário de mortes pela pandemia e em Itália as fatalidades estão a aumentar a um ritmo como não se via ahá sete meses.

19.11.2020

Cartel discordante e covid-19 abalam petróleo

O petróleo avança modestamente em Londres e cai ligeiramente em Nova Iorque com as medidas de combate à covid-19 a lançarem receios sobre a procura desta matéria-prima, ao mesmo tempo que o cartel dos maiores exportadores parece estar com dificuldade em concordar níveis de produção que mantenham os preços.

No Médio Oriente, os Emirados Árabes Unidos estarão a considerar abandonar o cartel dos grandes exportadores numa altura em que se sentem frustrados com as metas definidas e a alocação das mesmas entre os vários Estados membros. Um fator de incerteza que surge precisamente no meio de um debate sobre o adiamento, ou não, do alívio nos cortes que estava planeado, e que choca com a realidade imposta pela covid-19.

Nesta frente, a da pandemia, novos receios quanto à procura por petróleo emergem depois de Nova Iorque ter decidido fechar as escolas como medida de contenção, face ao aumento de casos de coronavírus na cidade.

O barril de Brent, que é negociado em Londres e serve de referência na Europa, está a somar 0,27% para os 44,46 dólares. Já o nova-iorquino West Texas Intermediate fica pelo registo negativo, ao perder 0,07% para os 41,79 dólares.

19.11.2020

Receios da pandemia afastam dólar de mínimos

O dólar segue a ganhar contra a maioria das moedas que compõem o cabaz G-10. A nota verde, possuindo um estatuto de ativo refúgio, serve de "casa" aos investidores mais ansiosos quanto ao futuro da economia, depois  de Nova Iorque ter anunciado que irá fechar as escolas para evitar a propagação do coronavírus.

A moeda única europeia segue assim a perder 0,03% para os 1,1850 dólares, repetindo o registo negativo depois de ter levado a melhor em quatro sessões consecutivas.  

19.11.2020

Bolsas asiáticas dividem-se e param maior ciclo de ganhos desde 1988

As bolsas asiáticas dividiram-se e deixaram as norte-americanas a tremer na linha de água, enquanto as europeias também já se recolhem. As restrições associadas ao agravar da pandemia estão a abalar o sentimento, apesar do alívio que chegou do lado das vacinas.

Nova Iorque teve de fechar as escolas por causa do aumento do número de infeções por coronavírus, enquanto no Japão, em Tóquio, registaram-se na quinta-feira mais de 500 novos casos pela primeira vez. Estes eventos relembram a gravidade do vírus e os estragos que este vai fazendo, apesar de a Pfizer ter anunciado ontem que vai pedir a aprovação para a comercialização da sua vacina dentro de dias, sendo que a eficácia desta é de 95%.

O índice MSCI Ásia Pacífico caiu 0,3%, na primeira sessão de quebra depois de 13 em ascensão, no mais longo caminho de subidas desde 1988. O mesmo movimento foi ensaiado pelo sul coreano Kospi, que desceu 0,1%, o Hang Seng de Hong Kong, que cedeu 0,5%. Apesar disso, o Compósito de Xangai, o japonês Topix e o australiano S&P/ASX 200 conseguiram todos ganhos de 0,3%. Na Europa, as perdas nos futuros do Stoxx50 são mais marcadas, de 0,8%, enquanto os futuros do S&P500 seguem pouco alterados, depois de já terem descido 1,2%.

"Nós estamos à espera de tempos difíceos nos próximos meses por causa da ressurgência de casos, mas no que toca ao caminho de recuperação no longo prazo, a vacina foi um marco muito importante", afirmam analistas da Columbia Threadneedle Investments, em declarações à Bloomberg. "Pensamos que a recuperação cíclica vai regressar mas que vão haver alguns buracos pelo caminho", conclui.

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