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Ao minuto11.01.2021

Covid-19 arrasta Europa para o vermelho. Euro, petróleo e ouro também cedem

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Os novos números da pandemia foram bem recebidos pelos investidores.
Andy Rain/EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 11 de Janeiro de 2021 às 17:37
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11.01.2021

Europa perde fôlego com títulos cíclicos a travarem rally

As bolsas europeias encerraram em baixa, numa altura em que os operadores digerem a forte escalada das últimas sessões, que colocou as praças em torno de máximos de 10 meses.

 

O Stoxx 600 encerrou a ceder 0,66%, para 408,46 pontos.

 

Os setores cíclicos lideraram as quedas, com destaque para as viagens e lazer (-1,8%) e construção (1,3%).

 

Estes títulos são mais sensíveis à evolução da economia e beneficiam com a expectativa de retoma económica – mas, apesar dos esperados estímulos adicionais nos EUA e da prevista retoma das economias com os programas de vacinação contra a covid-19, estiveram no vermelho devido à forte propagação da pandemia em todo o mundo que têm levado a restrições mais apertadas em muitos países.

 

Além disso, os investidores estiveram a encaixar muitos dos recentes ganhos nas praças europeias, o que contribuiu para a correção.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cedeu 0,8%, o francês CAC-40 desvalorizou também 0,8%, o italiano FTSEMIB recuou 0,3%, o britânico FTSE 100 perdeu 1,1% e o espanhol IBEX 35 caiu 0,6%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 0,5%.

11.01.2021

Juros portugueses caem pela segunda vez em 13

Os juros da dívida a dez anos de Portugal subiram 1,8 pontos bases para os -0,009%, depois de doze sessões entre as quais só se registou um agravamento.

A Alemanha, que é a referência europeia no que toca ao mercado de obrigações, registou também uma subida nos juros de 2,4 pontos base, para os -0,498%.

A tendência a que se assiste na Europa acontece numa altura em que os investidores estão mais receosos relativamente aos impactos da covid-19 nas economias, já que têm vindo a ser descobertas novas estirpes do vírus e o número de infeções tem disparado um pouco por todo o mundo.

11.01.2021

Petróleo cede terreno com confinamentos e dólar mais forte

As exploradoras de petróleo de xisto nos EUA enfrentam riscos acrescidos com a “guerra de preços” iniciada pelos sauditas.

Os preços do petróleo arrancaram a semana em baixa nos principais mercados internacionais, pressionados sobretudo pelos renovados receios em torno da procura devido ao aperto das restrições em todo o mundo decorrentes da covid-19.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro recua 0,27% para 52,10 dólares por barril.

 

Já o contrato de fevereiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, perde 0,71% para 55,59 dólares.

 

Os preços seguem assim em baixa, depois de tanto o WTI como o Brent terem tido na semana passada um ganho superior a 6% - naquela que foi a nona semana consecutiva no verde.

 

A contribuir para a tendência negativa de hoje estão os receios de que a procura mundial por combustível continue a ser duramente atingida pelos "lockdowns" globais decorrentes da covid-19 numa altura em que os casos de coronavírus chegaram aos 90 milhões.

 

Além disso, o dólar segue hoje em alta, o que diminui a atratividade do "ouro negro", que é negociado na nota verde.

11.01.2021

Ouro cai com valorização do dólar

O metal precioso dourado recua 0,12% para 1,847,23 dólares por onça, o que significa que o ouro deprecia pela quarta sessão consecutiva nos mercados internacionais para negociar em mínimos de 2 de dezembro. 

Com o dólar a recuperar do mínimo de quase três anos recentemente observado, o ouro vê diminuir o respetivo valor enquanto ativo de refúgio. Por outro lado, a perspetiva de políticas mais expansionistas por parte de uma administração americana liderada pelo presidente eleito Joe Biden contribui também para os investidores aumentarem o seu apetite por ativos considerados mais arriscados, o que se reflete na desvalorização do metal dourado. 

11.01.2021

Euro recua para mínimo de três semanas

A moeda única europeia deprecia 0,54% para 1,2152 dólares na terceira sessão consecutiva a perder valor para o dólar, estando assim a transacionar nos mercados cambiais em mínimos de 21 de dezembro contra a divisa norte-americana. 

Já o dólar aprecia pelo quarto dia seguido no índice da Bloomberg que mede o desempenho da moeda americana contra um cabaz composto pelas principais divisas mundiais, o que coloca a moeda norte-americana no valor mais alto em três semanas.

O euro ajusta assim face ao dólar no seguimento da tendência de forte valorização conseguida em 2020 em relação à divisa da maior economia mundial, o que permite à moeda americana recuperar do mínimo de quase três anos recentemente registado.

11.01.2021

Wall Street mais cautelosa com covid-19 a assustar. Twitter resvala 10%

O generalista S&P 500 desce 0,86% para os 3.791,64 pontos, o industrial Dow Jones cede 0,57% para os 30.920,13 pontos e o tecnológico Nasdaq cai com mais estrondo: 1,49% para os 13.001,31 pontos.

 

Depois de quatro sessões de subidas para o S&P500, e de na Europa se tocarem novos máximos, as bolsas retraem-se. Os investidores mostram-se cautelosos face ao crescendo das cotações, numa altura em que a pandemia continua a dar provas de severidade um pouco por todo o mundo. Na Alemanha, o ministro da Saúde apelou a que todos os cidadãos cortassem drasticamente os contactos sociais, dados os números elevados de infeções e mortes  por covid-19.

 

"Estes movimentos do índice de referência pôs até os ‘touros’ de longo-prazo a pensar se os mercados acionistas estão a escalar a ‘parede de preocupações’ demasido rápido, tendo em conta as dificuldades que podem ver-se mais para a frente", comentam analistas da Oppenheimer & Co, em declarações à Bloomberg.

 

Olhando às empresas, o Twitter está a deslizar 10% para os 46,33 dólares, depois de esta rede social ter decidido banir o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, da sua plataforma, impedindo-o de publicar. O Facebook, que também suspendeu a conta do presidente, cai 3,92% para os 257,09 dólares.

11.01.2021

Ouro sobe com investidores a fugirem ao risco

O ouro, um ativo considerado de refúgio que tende a beneficiar com a queda nos mercados de ações, segue hoje a valorizar.

O metal precioso ganha 0,15% para os 1.851,78 dólares por onça.

11.01.2021

Juros da Zona Euro sem tendência definida

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro assumem uma postura díspar no início desta semana.

Na Alemanha, os juros a dez anos caem 0,4 pontos base para os -0,528%, enquanto que a "yield" italiana a dez anos sobe 1,1 pontos base para os 0,539%, alargando o "spread" entre ambas.

Em Portugal, os juros estão estáveis nos -0,030 e em Espanha sobem 0,1 pontos base para os 0,038%.

11.01.2021

Dólar ganha força a moedas europeias

O dólar continua a sua senda de ganhos, recuperando de um ano bastante adverso em que a moeda sofreu uma desvalorização contínua face às divisas rivais.

Hoje, o euro perde 0,31% para os 1,2180 dólares, enquanto que a libra cai 0,48% para os 1,3505 dólares.

11.01.2021

Petróleo escorrega em linha com bolsas

A BP, a Galp Energia e a Repsol têm investido na energia solar para diversificar o seu portfólio e diminuir  o peso do petróleo.

O petróleo segue a desvalorizar, penalizado pela apreciação do dólar, apesar de o presidente eleito Joe Biden ter anunciado que iria propor um pacote orçamental de grandes dimensões e da recuperação económica na China.

Por esta altura, o preço do Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - perde 0,9% para os 55,47 dólares, enquanto que o norte-americano WTI (West Intermediate Texas) cai 0,5% para os 51,98 dólares.

Opreço do petróleo subiu cerca de 45% desde o final de outubro, depois de uma série de avanços na  vacina anti covid-19 ter aumentado o otimismo de uma recuperação no consumo de combustível.

11.01.2021

Europa interrompe ciclo de ganhos mas mantém-se perto de máximos

As bolsas europeias estão a perder terreno no início desta semana, contrariando os máximos obtidos na semana passada. Ainda assim, apesar da queda de hoje, os índices do "velho continente" negoceiam perto de máximos de dez meses.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região - cai 0,48% para os 409,20 pontos, com os setores automóvel e das "utilities" a perderem mais de 1%.

O movimento de hoje é de correção depois de uma semana em que Wall Strett renovou por duas vezes máximos históricos.

Na sexta-feira, Joe Biden, o presidente eleito, disse que vai apresentar novas propostas esta semana de vários biliões de dólares em apoio orçamental para conter o impacto económico do vírus, levanto as bolsas à euforia.

Contudo, o regresso das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China estão a marcar a agenda, uma vez que que deverão continuar a agudizar com a presidência de Biden. 

Para já, os órgãos de comunicação na China pediram retaliação contra os Estados Unidos, depois de Trump ter expulsado três empresas chinesas das bolsas norte-americanas devido a incumprimentos regulatórios.

11.01.2021

Futuros da Europa em queda após máximos na semana passada

Os futuros das ações da Europa e dos Estados Unidos estão a negociar em queda, apontando para um início de sessão negativo, numa altura em que os investidores começaram a considerar que o preço das ações estava demasiado alto.

Por esta altura, os futuros europeus perdem 0,3%, enquanto que os futuros norte-americanos caem 0,6%. Na sessão asiática, a sessão foi mista mas com um pendor mais negativo, graças a uma queda de 1% no índice de Xangai, na China.

Depois de na sexta-feira, as ações terem atingido novos máximos históricos, hoje é dia de correção geral nos mercados. Joe Biden, o presidente eleito, disse que vai apresentar novas propostas esta semana de vários biliões de dólares em apoio orçamental para conter o impacto económico do vírus.

De regresso estão as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, que deverão continuar a agudizar com a presidência de Biden. 

Para já, os órgãos de comunicação na China pediram retaliação contra os Estados Unidos, depois de Trump ter expulsado três empresas chinesas das bolsas norte-americanas devido a incumprimentos regulatórios.

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