Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto15.06.2020

Medo de segunda vaga trava bolsas europeias. Petróleo afunda

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

Reuters
  • Assine já 1€/1 mês
  • 12
  • ...
15.06.2020

Juros da Alemanha em queda, mas taxas de Itália sobem

Os juros da dívida dos países da Zona Euro assumem uma tendência mista. Se por um lado a taxa de referência da Alemanha cai, os juros italianos sobem. 

No país germânico, os juros com maturidade a dez anos caem 0,8 pontos base para os -0,450%, com os investidores à procura de ativos de maior segurança num dia de maior turbulência nos mercados de ações. 

Já os juros de Itália sobem 1,1 pontos base para os 1,453%, tendo em conta que são considerados mais arriscados do que os congéneres europeus.

Em Portugal, os juros a dez anos caem 2,4 pontos base para os 0,535%, enquanto que na Grécia a taxa perde 7,7 pontos base para os 1,173%, o que representa um mínimo desde 25 de fevereiro deste ano. 

15.06.2020

Europa continua a corrigir com medo de segunda vaga de contágios

As principais praças europeias terminaram a primeira sessão da semana a desvalorizar, com as bolsas em todo o mundo a continuarem a sua tendência de correção. 

Assim, o Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da região - perdeu 0,27% para os 353,09 pontos, num dia em que chegou a perder 2,6%. 

Entre os setores, os da energia (-0,91%), da banca (1,06) e do turismo (-1,45%) estão entre os piores desempenhos, com os investidores a virarem-se para ativos considerados mais seguros, como o mercado de dívida.

O medo de que uma segunda vaga de contágios do coronavíurs volte a obrigar os governos em todo o mundo a paralisar a economia tem posto um travão no recente "rally" das bolsas.

Os investidores continuam afastados dos ativos de maior risco, alertados com os mais recentes dados económicos pessimistas. A produção industrial na China cresceu 4,4% em maio, abaixo dos 5% esperados, enquanto as vendas a retalho desceram 2,8%, quando os analistas antecipavam uma quebra de apenas 2%. 

Por cá, o PSI-20 deslizou 0,76% para 4.326,78 pontos, com 13 cotadas em queda, quatro em alta e uma inalterada.

15.06.2020

Petróleo cai com receios de nova vaga de covid-19

O preço do "ouro negro" segue em queda, pressionado sobretudo pelos receios de uma segunda vaga de covid-19.

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho cede 3,9% para 34,48 dólares por barril.

Já o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 2,24% para 37,80 dólares.

O facto de a China e os Estados Unidos estarem a registar novas infeções de covid-19 está a contribuir para os receios de uma ressurgência do vírus – o que poderá voltar a penalizar fortemente a economia e a procura de combustível.

"Uma nova vaga de casos irá certamente criar receios de que a retoma da procura demore mais do que aquilo que inicialmente se previu", comentou à Reuters o diretor do departamento de estratégia para "commodities" no ING, Warren Patterson.

Depois de quase dois meses sem novas infeções, Pequim reportou 79 casos de coronavírus nos últimos quatro dias.

Os casos nos EUA também começaram a aumentar. Só no sábado foi dada conta de mais de 25.000 novos casos, numa altura em que mais Estados do país vão divulgando novos contágios e hospitalizações.

Os investidores estão também na expectativa da reunião de um painel de monitorização da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que irá debater os cortes de produção em curso e analisar que países estão a cumprir as quotas de redução definidas.

O Iraque, que é um dos membros do cartel que tem demorado a cumprir os cortes em toda a sua dimensão, acordou com as suas principais companhias petrolíferas reduzir ainda mais a sua produção em junho, disseram no domingo à Reuters fontes oficiais iraquianas.

15.06.2020

Ouro perde terreno, mesmo com queda nos mercados de ações

O ouro, que tradicionalmente negoceia de forma oposta ao mercado de ações - refletindo o seu caráter de ativo de refúgio - segue hoje em linha com as bolsas globais. 

Mesmo com a queda de grande parte dos títulos, o ouro mantém uma queda de 0,76% para os 1.717,61 dólares por onça. 

15.06.2020

Euro e libra voltam a ganhar força face ao dólar

As duas principais divisas da Europa regressaram hoje às valorizações face ao dólar norte-americano, após duas sessões seguidas a perder valor. 

Contudo, nem sempre foi assim e o dólar começou a sessão europeia a valorizar face a ambas as moedas, tendo a libra negociado em mínimos de duas semanas. 

Por esta altura, a libra reverteu e ganha 0,16% para 1,2560 dólares.

O euro aprecia 0,16% para 1,1274 dólares, alimentando assim o recente "rally" face à rival dos Estados Unidos. Nas últimas 16 sessões, o euro só perdeu força em quatro.

15.06.2020

Wall Street afunda com receio de nova onda de infeções por covid-19

A bolsa nova-iorquina abriu em queda, pressionada pelos receios de que uma nova onda de infeções de covid-19 volte a abalar a economia mundial.

O generalista S&P500 desce 2,25% para os 2.973,91 pontos, o industrial Dow Jones perde 2,54% para os 24.954,13 pontos e o tecnológico Nasdaq recua 1,41% para os 9.453,23 pontos.
Mais de 20 estados nos Estados Unidos estão a assistir a um novo aumento no número de casos, dados que acrescem às preocupações com o ressurgimento registado em Pequim durante o fim de semana. A China viu-se mesmo obrigada a isolar algumas localidades próximas de um mercado de peixe e vegetais, onde foram detetados vários novos casos.

As ações das companhias aéreas são das que mais sofrem. A Delta Airlines cede 5,76% para os 28,67 dólares e a United Airlines desliza 7,87% para os 36,59 dólares. A fabricante de aviões Boeing também se ressente, mostrando um deslize de 4,23% para os 181,08 dólares.

15.06.2020

Stoxx600 encurta descida para menos de 1%

As bolsas europeias estão a aliviar as quedas do início da sessão, depois de terem chegado a perder mais de 2%, devido aos receios de uma segunda vaga de infeções por covid-19.

Após ter recuado um máximo de 2,6% esta manhã, o índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desce 0,67% para 351,67 pontos, penalizado sobretudo pelas cotadas do setor das viagens, petróleo e gás e matérias-primas, setores cíclicos que estão a refletir as preocupações dos investidores de que a recuperação económica global possa ser mais lenta do que o previsto.

Isto depois de ter sido divulgado esta segunda-feira que a produção industrial na China cresceu 4,4% em maio, abaixo dos 5% esperados, enquanto as vendas a retalho desceram 2,8%, quando os analistas antecipavam uma quebra de apenas 2%.

Por outro lado, há receios renovados de uma segunda vaga da pandemia depois de terem sido detetados novos focos de infeção na China.

O petróleo, que esteve a cair quase 4% esta manhã, também está a aliviar as descidas, com uma quebra de 0,46% para 38,53 dólares, em Londres, e de 1,43% para 35,72 dólares em Nova Iorque.

15.06.2020

Ouro tropeça no dinheiro

O metal amarelo, que em situações de incerteza no mercado costuma beneficiar do estatuto de ativo refúgio, desta vez, está a perder o brilho para o dólar.

O ouro cede 0,53% para os 1.721,50 dólares por onça, depois de uma semana de ganhos. Os investidores optam pelo dólar como ativo refúgio e utilizam os investimentos em ouro para obter liquidez.

15.06.2020

Juros aliviam pela terceira sessão

Os juros da dívida portuguesa a dez anos estão a recuar 2,1 pontos base para os 0,544%, assistindo-se à terceira sessão sucessiva de recuos.

Esta tendência contraria a do acumulado das últimas duas semanas, nas quais houve um agravamento de mais de 3 pontos bases em cada.

Contudo, os alívios por cá assemelham-se àqueles que se verificam na referência europeia, a Alemanha, onde os juros para as obrigações da mesma maturidade estão a ceder 1,7 pontos base para os -0,458%, a quarta sessão de recuos. Isto, depois de na semana passada o saldo acumulado ter mostrado um alívio de 16,2 pontos base nestes juros, contrariando a tendência de agravamento que se mantinha há cinco semanas consecutivas.

Os investidores migram agora na direção dos mercados obrigacionistas, que são vistos como ativos de menor risco, face à incerteza que se vive a nível económico, provocada pelo ressurgimento de casos de covid-19 na China.

15.06.2020

Dólar dá guarida aos investidores

A moeda única europeia perde 0,13% para os 1,1241 dólares, deixando a nota verde levar a melhor pela terceira sessão consecutiva.

O dólar eleva-se em relação às principais divisas numa altura em que os investidores escolhem este refúgio para se resguardarem dos riscos de uma recuperação económica mais lenta do que o esperado. O japonês iene, também um típico ativo refúgio, alinha nos ganhos.

15.06.2020

Europa perde mais de 2% assombrada por um ‘U’

As principais praças europeias reúnem-se fundo no vermelho, apresentando quedas de mais de 2%, num dia em que as perspetivas de que o gráfico da recuperação económica mostre a forma de um ‘U’, em vez do mais instantâneo ‘V’, está a abalar os mercados.

Os investidores estão a retrair-se depois do ressurgimento de casos que se registou este fim de semana na China, onde foi necessário isolar algumas localidades próximas de um mercado. Pequim fechou o maior mercado de fruta e vegetais e isolou os aglomerados residenciais mais próximos depois de dúzias de pessoas associadas a este mercado terem testado positivo para o coronavírus.

Uma segunda onda de infeções significaria uma recuperação económica mais lenta do que aquela que já se perscrutava.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, cai 2,24% para os 346,14 pontos, contando a quinta sessão em seis de quebras. Madrid, Frankfurt e Paris mostram descidas acima dos 2,5%, e Londres e Amesterdão aproximam-se deste registo. Em Lisboa o recuo está na ordem do 1,5%.

15.06.2020

PSI-20 segue fortes perdas das bolsas europeias

A bolsa nacional abriu em queda, com o principal índice, o PSI-20, a descer 1,41% para os 4.298,67 pontos. Todas as cotadas seguem no vermelho exceto uma, que fica inalterada. 

No Velho Continente verifica-se a mesma tendência negativa a que se assistiu na Ásia e a que se espera assistir nos Estados Unidos, quando abrir a negociação. O pessimismo generalizado ataca as bolsas numa altura em que se receia uma nova onda de infeções por coronavírus, o que deverá ditar uma recuperação económica mais lenta do que era esperado.

Em Lisboa, os pesos pesados BCP e Galp pressionam no vermelho. O banco liderado por Miguel Maya cai 2,04% para os 11,02 cêntimos e a petrolífera recua 2,22% para os 10,56 euros. 

A Galp resvala num dia de pesadas quedas para o petróleo. a matéria-prima segue o pessimismo das bolsas na previsão de uma recuperação económica mais lenta, encolhendo-se perante as degradadas perspetivas no que toca à procura. Em Londres as perdas do barril são na ordem dos 3% e em Nova Iorque chegam aos 4,5%.

A EDP Renováveis também se destaca pela negativa com uma quebra de 2,06%, ocntando a sétima sessão consecutiva no vermelho. A subsidiária de energias limpas do grupo EDP não abandona o registo negativo desde que o processo conhecido como Caso EDP avançou com a hipótese de que os gestores de ambas as cotadas do grupo serem afastados das respetivas funções. Já a EDP conseguiu subir ao verde em apenas uma das últimas sete sessões. 

15.06.2020

Petróleo não resiste aos receios de nova onda

Com os receios de uma nova onda de infeções a avolumarem-se, o que deve atrasar a recuperação das economias e, subsequentemente, abalar por mais tempo a procura por petróleo, as cotações da matéria-prima estão em queda esta segunda-feira.

O londrino barril de Brent está a descer 3,43% para os 37,40 dólares, a par com o nova-iorquino West Texas Intermediate, que cai 4,80% para os 34,53 dólares, regredindo a um mínimo de 26 de maio.

O petróleo prolonga assim aquela que foi a primeira queda semanal desde o final de abril, na qual do petróleo deslizou mais de 8%.
A sustentar os novos receios de uma segunda onda de infeções está o ressurgimento que se verifica agora na China. Pequim fechou o maior mercado de fruta e vegetais e isolou os aglomerados residenciais mais próximos durante o fim de semana depois de dúzias de pessoas associadas a este mercado terem testado positivo para o coronavírus. Do outro lado do mundo, nos Estados Unidos, a Florida ainda está a assistir a um aumento a pique do número de casos.

O cartel dos principais exportadores e dos respetivos aliados vai avaliar o estado do mercado esta semana. A resposta  ao vírus continuou, com dados da norte-americana Baker Hughes a mostrarem que as sondas ativas nos Estados Unidos desceram pela décima terceira semana consecutiva, atingindo um mínimo de uma década.  

15.06.2020

Bolsas derrotadas com recuperação em ‘V’ em risco

Os futuros das ações europeias e norte-americanas preveem quebras na sessão de hoje, depois de na Ásia as principais referências já terem mostrado uma tendência negativa. A pressionar está o receio de que uma nova onda de infeções de covid-19 deite por terra aquela que já se projetava ser uma recuperação em ‘V’ das economias.

Nos Estados Unidos os futuros caem 2%, tal como os europeus. No Japão, Austrália e Hong Kong as perdas foram semelhantes àquelas que se preveem no ocidente, e foram superadas pela descida de mais de 3% na bolsa da Coreia do Sul.

A chamada recuperação em ‘V’, que implica um salto rápido de volta ao normal depois de tocado no fundo, pode afinal dilatar-se de modo a que o tempo no fundo se prolongue, fazendo um caminho de regresso que se assemelha mais a um ‘U’. "É uma recuperação em ‘U’, e vai ser lenta e desigual", comenta a HSBC Holdings, citada pela Bloomberg.

"O risco é que enfrentemos, globalmente, uma segunda onda" de infeções, esclarece a AXA Investment Managers. "Agora é tempo de ter uma exposição de obrigações de longa-duração no portefólio", defende a mesma casa de investimento.

Esta segunda-feira, a China publicou os dados da produção industrial e do retalho, que ficaram abaixo do esperado. Ainda esta semana, os olhos estão postos nas decisões de alguns bancos centrais – o japonês, o inglês e o suíço – e no relatório semi-anual que o presidente da Fed, Jerome Powell, vai entregar ao Congresso.

Ver comentários
Saber mais economia negócios e finanças mercados Europa Estados Unidos bolsas índices cotações empresas
Outras Notícias